
Os representantes da Petrobras "nos manifestaram seu desejo de contar com uma maior quantidade de blocos exploratórios. Vamos ver quais são esses blocos. Estamos trabalhando para definir 17 novos", disse o ministro de Hidrocarbonetos e Energia, Luis Vincenti.
O embaixador do Brasil na Bolívia, Frederico Cezar de Araujo, adiantou na terça-feira (20/7) que a petroleira teria interesse em ampliar sua presença no país e que existia a possibilidade de aumentar os volumes de gás natural adquirido.
Atualmente, o país compra 31 milhões de metros cúbicos por dia, acima do previsto por contrato. Desde o início do ano, a companhia tem aumentado sua demanda por gás boliviano.
Em janeiro, a média diária era de 21,2 milhões de metros cúbicos; e em fevereiro, subiu a 26,3 milhões. Já em março caiu a 25,4 milhões; e em abril registrou nova queda, indo a 22,5 milhões. Em maio a solicitação voltou a crescer, a 27,8 milhões, de acordo com dados do ministério local.
A Petrobras atua na Bolívia desde 1995, quando começaram os trabalhos dos campos de San Antonio e San Alberto. Depois, participou do financiamento do gasoduto binacional que levaria o gás boliviano ao território brasileiro. A companhia tem contrato de importação de gás com a Bolívia até 2019, com previsão diária de no máximo 30 milhões de metros cúbicos.
Fonte - Opera Mundi
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