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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Venezuela comprará 10 petroleiros da Rússia, diz agência

A empresa estatal de navegação da Venezuela assinou um acordo para a compra de dez petroleiros Aframax da empresa russa United Shipbuilding Corp. (USC) no valor de US$ 700 milhões, informou a agência russa de notícias RIA Novosti, citando Igor Ryabov, porta-voz da USC.
"O acordo é para a entrega de dez navios para a Venezuela até 2016", disse Ryabov, segundo a agência.
Segundo a RIA Novosti, três petroleiros serão construídos em fábricas na Coreia do Sul pertencentes ao Grupo Daewoo e os demais serão construídos na Rússia, sob supervisão de engenheiros da Daewoo.
Fonte - Dow Jones.

sábado, 18 de setembro de 2010

Produção de petróleo no Brasil atinge recorde em agosto

A produção de petróleo no Brasil bateu recorde em agosto atingindo 2,078 milhões de barris diários, ultrapassando ligeiramente o recorde de 2,077 milhões de barris registrado em abril, informou a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) nesta quinta-feira.
A ANP informou que passará a divulgar em toda última semana do mês os dados de produção de petróleo e gás no Brasil, além de informar o volume por empresa contabilizando o total produzido no campo apenas para a operadora.
Desta maneira, a Petrobras ficará com o volume de seus parceiros minoritários nos campos operados por ela, mas não terá em sua soma os campos onde tem participação menor, como Ostra (Shell) e Frade (Chevron).
"Esse recorde mostra que estão entrando novas estruturas em produção e reflete o trabalho que vem sendo feito ao longo dos anos", disse o diretor da ANP, Victor Martins, durante a Rio Oil & Gas.
Desde 1999 a ANP realizava leilões anuais de blocos de petróleo, mas há dois anos não vende nenhuma área. A expectativa é de que em 2011 sejam realizados dois leilões, um com blocos no pré-sal da bacia de Santos, se o marco regulatório que implanta o regime de partilha no país for aprovado, e outro para campos em águas rasas e outras fronteiras.
Segundo Martins, com os blocos que já foram vendidos, a produção de empresas privadas no país deve dobrar nos próximos quatro anos.
Em agosto, por exemplo, a Petrobras respondeu por quase 92% da produção, com 1,898 milhão de barris diários, já que foram retirados os barris em parcerias nas quais a estatal não é a operadora.
A produção de gás natural ficou em 60,8 milhões de metros cúbicos.
A Shell é a segunda maior produtora, com 90,7 mil barris em agosto e 835 mil metros cúbicos de gás.
A Chevron vem em terceiro lugar, com 64 mil barris diários em agosto, e 715 mil metros cúbicos de gás, e a Devon fecha a conta das empresas que exploram o litoral brasileiro, com 22,9 mil barris.
Entre as empresas que operam em terra, a maior é a Petrosynergy, com 676 barris diários.
MAIORES CAMPOS
Segundo estudo da ANP, o Brasil tinha 294 concessões em produção no mês de agosto, sendo 75 concessões marítimas e 219 terrestres.
A bacia de Campos continua como o principal pólo produtor, com 1,765 milhão de barris de petróleo no mês passado, ou 84,9%, seguida da bacia do Espírito Santo, com 36,6 mil barris diários ou 3,3%.
A Petrobras tem oito dos dez maiores campos produtores do Brasil: Roncador, Marlim Sul, Marlim, Marlim Leste, Barracuda, Albacora Leste e Albacora e Jubarte (10º).
A Shell e a Chevron figuram entre as operadoras de dois dos dez maiores campos, com Ostra e Frade, respectivamente, em oitavo e nono do ranking.
A ANP vai informar também as maiores bacias, campos e poços produtores, e o nível da queima de gás natural. Em agosto, houve queima de 10% da produção de gás no país, ou 6,2 milhões de metros cúbicos, um aumento em relação aos 5,7 milhões de metros cúbicos queimados em julho, porém menor do que os 9,8 milhões há um ano.
"Desde abril a ANP está tentando reduzir a queima de gás em determinados campos", disse Martins, informando que pela legislação o máximo permitido é 3%. Os casos que excedem esse limite precisam de autorização especial da ANP.
"Estamos estudando permitir uma margem de 2%, mas será analisado caso a caso", disse Martins.
Segundo ele, as empresas fizeram um acordo com a ANP, e até 2015 terão que se ajustar à portaria da autarquia que limita a queima de gás natural.
"É um recurso da sociedade brasileira que está sendo desperdiçado, estamos tentando diminuir essa queima", afirmou Martins
Fonte- Reuters

Exxon quer vender ativos de petróleo na Argentina

A norte-americana Exxon Mobil está em conversas para vender seus ativos downstream (de refino, distribuição e comercialização de petróleo) na Argentina por uma quantia não revelada, disse o jornal financeiro El Cronista, citando fontes próximas à negociação. De acordo com o jornal, entre os prováveis candidatos à compra desses ativos estão a Petrobras, a Pan American Energy (na qual a britânica BP tem uma participação de 60%) e a argentina Bridas Corp.
O El Cronista disse que a Exxon quer vender cerca de 450 postos de gasolina e uma refinaria de petróleo com capacidade de produção de 85 mil barris por dia em Campana, que operam com a marca Esso. "Nós não comentamos sobre rumores no mercado ou especulações", disse o porta-voz da empresa, Tomas Hess.
Segundo o jornal, analistas estimam o valor dos ativos em cerca de US$ 800 milhões. A Exxon tem uma participação de 12% no mercado argentino, ficando atrás da YPF e da Shell. A Exxon pensou em vender esses ativos no começo de 2008, depois de receber ofertas não solicitadas, mas depois optou por não realizar o acordo.
Fonte - El Cronista

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Venezuela tem a segunda maior reserva petrolífera do mundo

A reserva de petróleo da Venezuela tem, atualmente, 251 bilhões de barris, o que a torna o segundo maior reservatório do mundo, atrás apenas da Arábia Saudita, destacou nesta quinta-feira um comunicado oficial.
O ministro de Energia e Petróleo venezuelano, Rafael Ramírez, disse que, em 1999, o país contava com "reservas de 87 bilhões de barris" e agora estão "certificadas" nos "livros" da estatal Petróleos da Venezuela SA (PDVSA) "251 bilhões de barris".
"Estes números nos dão um estímulo no que diz respeito ao desenvolvimento de nossa política petrolífera", acrescentou Ramírez em um comunicado.
A Venezuela iniciou, em 2005, um processo de certificação de reservas na rica faixa petrolífera do Orinoco, localizada no leste do país, onde participam cerca de dez empresas estatais de vários países.
De acordo com os cálculos venezuelanos, existem, pelo menos, 236 bilhões de barris de petróleos pesados e extrapesados na faixa, onde, atualmente, operam várias transnacionais associadas com a PDVSA e extraem entre 600 mil e 900 mil barris diários, segundo dados oficiais.
Ramírez destacou que o Serviço Geológico dos Estados Unidos informou, neste ano, que em Orinoco "existem 1,3 milhão de barris" dos quais cerca de "585 bilhões" são recuperáveis.
O ministro informou que, graças aos projetos de exploração na faixa, a Venezuela planeja aumentar sua produção para 4,15 milhões de barris diários, em 2015, e para 6,85 milhões, em 2021.
A Venezuela é membro fundador da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e um dos principais fornecedores dos EUA, para onde envia cerca da metade de seu bombeamento.
Fonte - EFE

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Venezuela vendeu US$ 15,815 bi em petróleo aos EUA

As exportações de petróleo venezuelano para os Estados Unidos somaram US$ 15,815 bilhões no primeiro semestre deste ano, o que representa um aumento de 35,9% em relação ao mesmo período de 2009, quando os preços do cru sofreram fortes quedas.
Um relatório da Câmara Venezuelana Americana de Comércio e Indústria (Venamcham), divulgado nesta quinta-feira (12), aponta que dos US$ 16,352 bilhões vendidos pela Venezuela aos Estados Unidos, 96,7% correspondem a negócios do mercado petroleiro.
Por outro lado, a Venezuela importou dos Estados Unidos um total de US$ 4,932 bilhões no primeiro semestre de 2010.
Os números das exportações respondem à recuperação do preço do barril de cru venezuelano, que em 2009 sofreu baixas a ponto de ser negociado a menos de US$ 40. Em 2010, a média de preço do barril é de US$ 69,75.
A Venezuela produz 3,012 milhões de barris de cru por dia (mbd), segundo um balanço calculado em 2009 pela estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA), publicado na semana passada. A Opep, no entanto, atribui a seu único membro sul-americano uma produção 2,32 mbd.
Os Estados Unidos, principal comprador do petróleo venezuelano, foi abastecido, em média, com 1,4 milhão de barris diários em 2009, o que situa a Venezuela em quinto lugar entre seus fornecedores de cru, segundo dados de Washington.
A Venezuela é o maior produtor de petróleo da América do Sul, e as exportações desta commodity representam aproximadamente 90% de sua renda em divisas
Fonte - Brasil Economico

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Ecopetrol descobre reserva de gás perto da fronteira com a Venezuela

A Empresa Colombiana de Petróleos (Ecopetrol) informou nesta quarta a descoberta de reservas de gás por 6,6 milhões de pés cúbicos por dia, em um poço situado nos arredores da cidade de Cúcuta (nordeste), na fronteira com a Venezuela.
A empresa colombiana detalhou em comunicado que os testes iniciais no poço, pertencente a Ecopetrol, indicam que se trata de gás seco, principalmente metano.
A perfuração do poço, situado a 20 quilômetros ao nordeste de Cúcuta, começou em 25 de março de 2010 e alcançou 4 quilômetros de profundidade.
"O objetivo principal do poço era provar a presença de hidrocarbonetos na formação Aguardiente" e as análises indicaram uma produção média de gás natural de 6,6 milhões de pés cúbicos por dia, acrescentou a mensagem.
Nos próximos dias será avaliado o resultado dos testes iniciais e terão início os períodos seguintes para determinar o potencial da descoberta.
Ecopetrol é a maior companhia da Colômbia e uma das quatro principais petrolíferas na América Latina.
Além da Colômbia, onde é responsável por mais de 60% da produção, tem presença em atividades de prospecção e produção no Brasil, Peru e Estados Unidos (Golfo do México).
Fonte - EFE

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Argentina de olho no mercado de petróleo

Os preparativos para a expansão do setor petrolífero ultrapassam a fronteira e já atingem, concretamente, a Argentina, que tem pequenos fornecedores em potencial de máquinas e equipamentos para a Petrobras ou empresas que atendem a estatal brasileira. A adesão dos sócios do Mercosul e, em um segundo momento, dos vizinhos da Comunidade Andina, faz parte dos planos do governo brasileiro de montar uma estratégia que envolva toda a região.
Na Argentina, está sendo realizado uma espécie de inventário sobre o que não se fabrica e o que se produz com baixa qualidade. De posse do diagnóstico, autoridades dos dois países e empresas fornecedoras discutem que tipo de itens poderiam ser produzidos na região, para substituir importações de fora do Mercosul. Medidas de apoio serão tomadas, sendo uma delas o Fundo de Convergência Estrutural (Focem) do bloco, com recursos de US$ 3,6 milhões este ano.
- Sem dúvida, com as reservas do pré-sal, o Brasil ganhará ainda mais importância mundial. Há uma infinidade de produtos e serviços que podem ser desenvolvidos na cadeia de petróleo e gás, tendo em vista que a Argentina também tem uma produção tradicional - disse o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, Reginaldo Arcuri.
Um dos grandes desafios, explicou Arcuri, é garantir que parte do índice de conteúdo local não se forme apenas por peças e equipamentos, mas também pela tecnologia nacional. O custo com a manutenção é altíssimo.
- Queremos formar polos de produção e de exportação no Mercosul - disse.
Fonte - Globo

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

BP venderá negócio na Colômbia a Ecopetrol e Talisman por US$ 1,9 bilhões

A BP chegou a acordo para vender a BPXC - seu negócio na Colômbia de exploração, produção e transporte de gás e petróleo - para um consórcio formado pela estatal colombiana Ecopetrol e pela canadense Talisman Energy, por um total de US$ 1,9 bilhão. A Ecopetrol, estatal de petróleo colombiana, ficará com 51% das operações e a Talisman, com 49%.
Sujeita a aprovações de órgãos reguladores, a venda deve ser concluída até o final do ano. O negócio faz parte do plano da BP, anunciado em 27 de julho, para se desfazer de até US$ 30 bilhões em ativos durante os próximos 18 meses.
A unidade colombiana da BP tem ativos que incluem participação em cinco campos de produção, participação em quatro dutos e dois blocos de exploração em águas profundas. As reservas líquidas comprovadas somam 60 milhões de barris de óleo equivalente (boe) e a produção é de aproximadamente 25 mil barris de boe por dia.
Na fase de exploração e produção, a BPXC tem participação e opera a Tauramena (31%), Rio Chitamena (31%), Recetor (50%) e Piedemonte (50%), em contratos associados que expiram entre 2016 e 2020. Os campos de produção sob licença incluem Cusiana, Pauto e Florena. A companhia também detém 40,56% das ações e operação dos blocos de exploração em alto mar RC4 e RC5 em Cartagena, obtidos em 2007.
Na fase de estocagem, transporte e comercialização, a BPXC tem ações na unidade de processamento de gás Cusiana e em quatro linhas de transmissão que totalizam 1.600 quilômetros de oleoduto e 400 quilômetros de gasoduto, incluindo 24,8% de participação no oleoduto OCENSA.
Fonte - Dow Jones.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Pese a las ganancias, Repsol mantiene la idea de vender una parte de YPF

La difusión de los resultados semestrales aportó una buena noticia para Repsol, que recuperó rentabilidad en relación al primer semestre del año pasado. Sin embargo, la petrolera española sigue con la idea de vender una parte de YPF.
La empresa quiere desprenderse de una parte de su tenencia en YPF. Allí, el grupo Petersen posee el 15,1% de las acciones, con derecho para llegar al 25%. Para cumplir con ese paso, Repsol planeaba una oferta pública de acciones.
Ese proceso sigue vigente, según declararon ejecutivos de Repsol, en una conferencia con inversores, tras la presentación de sus resultados
Fuente - IECO

terça-feira, 27 de julho de 2010

Equador começará renegociação com petrolífera amanhã

O ministro de Recursos Não Renováveis do Equador, Wilson Pastor, afirmou que a renegociação dos contratos do país com as petrolíferas começará na terça-feira. Durante uma entrevista coletiva, ele disse que o governo entregará para as companhias nesta semana um modelo do contrato que será utilizado durante o processo.
A administração do presidente equatoriano, Rafael Correa, quer trocar os contratos atuais, que preveem a divisão da produção de petróleo e gás entre as empresas e o governo, por outros que transformarão essas empresas em prestadoras de serviços. Sob os novos termos, o país ficaria com toda a produção e pagaria às companhias pela extração desses produtos.
As negociações devem primeiro tratar de aspectos jurídicos e, posteriormente, dos pagamentos às petrolíferas. Segundo o governo equatoriano, se as empresas não quiserem aceitar os novos contratos, será determinado um preço para a liquidação dos contratos atuais, de forma a abrir caminho para que as companhias deixem o país.
No sábado, durante um pronunciamento semanal, Correa disse que o projeto de lei para o setor de hidrocarbonetos deve entrar em vigor automaticamente na terça-feira porque os congressistas não conseguiram cumprir o prazo estipulado para votar a proposta.
Correa enviou o projeto de lei em caráter de urgência à Assembleia Nacional em 25 de junho e deu um prazo de 30 dias para que ele fosse aprovado ou rejeitado. As leis do país permitem que o presidente oficialize medidas consideradas urgentes se o Congresso não cumprir o prazo de votação do projeto.
Fonte - Dow Jones.

domingo, 25 de julho de 2010

Equador ameaça nacionalizar campos de petróleo

O presidente do Equador, Rafael Correa, disse que publicará no Diário Oficial, na segunda-feira, mudanças na atual Lei de Hidrocarbonetos, com o objetivo de permitir a nacionalização dos campos de petróleo onde as empresas descumprirem as leis nacionais - entre elas a Petrobras.
Correa explicou que a medida é uma resposta à demora dos parlamentares equatorianos em aprovarem as mudanças necessárias na lei.
A Assembleia Nacional foi convocada para uma sessão especial no domingo para abordar o assunto, que está na pauta como "urgência econômica". Segundo a legislação equatoriana, se o congresso não cumprir o prazo estabelecido, o presidente pode, por contra própria, estabelecer as alterações.
Rafael Correa, que enviou o projeto ao Legislativo, para tramitação urgente, no final de junho, acusou a oposição de obstruir as votações. O prazo terminou às 12h de sexta-feira. O presidente foi enfático:
- Com esta lei, a petroleira que não cumprir as políticas do estado terão seus campos nacionalizados e sairão do país.
O projeto de lei implementa um modelo contratual de prestação de serviços, em que o Estado mantém a propriedade de todo o petróleo e paga aos serviços prestados pelas empresas.
Nos contratos anteriores, o óleo extraído era dividido entre o Estado e empresas privadas de petróleo. Foi concedido um prazo de 120 dias para mudar os contratos.
A nova lei também estabelece que 12% dos lucros das empresas deve ser implementado em projetos que beneficiem as áreas onde elas operam.
Fonte - Globo

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Precios del petróleo bajan ligeramente

Los precios del petróleo bajaron ligeramente hoy en el mercado asiático, después de las fuertes alzas registradas en los últimos días.
El crudo estadounidense del tipo de referencia West Texas Intermediate (WTI) para entrega en febrero se cotizaba a 82,69 dólares el barril (159 litros), 49 centavos menos que al cierre del mercado el miércoles, reseñó DPA.
El petróleo Brent del mar del Norte, de referencia en Europa, se abarató 51 centavos, para situarse en 81,38 dólares.
Los operadores en el mercado atribuyeron los descensos sobre todo a la retirada de beneficios por parte de los inversores.
Con 83,52 dólares, el precio del WTI había alcanzado el miércoles su nivel más alto en casi 15 meses, debido, fundamentalmente, a las prolongadas temperturas gélidas en Estados Unidos, Europa y algunas regiones de Asia.
El sorpresivo aumento de las reservas de crudo estadounidenses durante la última semana sólo presionó los precios temporalmente a la baja.
Mientras, el secretariado de la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) informó hoy que el precio medio de los principales tipos de crudo del cartel subió el miércoles 0,52 dólares, para ubicarse en 71,32 dólares.
Fuente - El Universal

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Petrobras quer novas áreas de exploração na Bolívia

O governo boliviano confirmou nesta quarta-feira (21/7) que está em avaliação um pedido da Petrobras para que a estatal brasileira amplie suas concessões de áreas para a exploração de hidrocarbonetos na Bolívia.
Os representantes da Petrobras "nos manifestaram seu desejo de contar com uma maior quantidade de blocos exploratórios. Vamos ver quais são esses blocos. Estamos trabalhando para definir 17 novos", disse o ministro de Hidrocarbonetos e Energia, Luis Vincenti.
O embaixador do Brasil na Bolívia, Frederico Cezar de Araujo, adiantou na terça-feira (20/7) que a petroleira teria interesse em ampliar sua presença no país e que existia a possibilidade de aumentar os volumes de gás natural adquirido.
Atualmente, o país compra 31 milhões de metros cúbicos por dia, acima do previsto por contrato. Desde o início do ano, a companhia tem aumentado sua demanda por gás boliviano.
Em janeiro, a média diária era de 21,2 milhões de metros cúbicos; e em fevereiro, subiu a 26,3 milhões. Já em março caiu a 25,4 milhões; e em abril registrou nova queda, indo a 22,5 milhões. Em maio a solicitação voltou a crescer, a 27,8 milhões, de acordo com dados do ministério local.
A Petrobras atua na Bolívia desde 1995, quando começaram os trabalhos dos campos de San Antonio e San Alberto. Depois, participou do financiamento do gasoduto binacional que levaria o gás boliviano ao território brasileiro. A companhia tem contrato de importação de gás com a Bolívia até 2019, com previsão diária de no máximo 30 milhões de metros cúbicos.
Fonte - Opera Mundi

terça-feira, 20 de julho de 2010

Hugo Chávez quer petróleo «no mínimo» nos 80 dólares

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, considerou que os preços do petróleo ainda se encontram baixos e indicou que um «mínimo» de 80 dólares por barril seria um preço justo para o país sul-americano.
Num discurso, Chávez afirmou que «este ano os preços rondam os 58 a 59 dólares, é um intervalo baixo. Um preço justo para o nosso petróleo não deve ser inferior a 80 dólares».
Chávez aludia ao preço médio do crude venezuelano – entre os 58 e 59 dólares -, uma vez que os preços nos mercados internacionais têm-se situado acima dos 70 dólares.
Fonte - Dinheiro digital

Produção de petróleo e gás em junho aumenta 2,3%

A Petrobras aumentou em 2,3% a produção de petróleo e gás natural no Brasil e no exterior no mês de junho, na comparação com junho do ano passado. Em nota divulgada nesta segunda-feira (19), a estatal informou que foram produzidos no mês passado 2,563 milhões de barris de óleo por dia, contra média de 2,505 milhões barris/dia registrada em junho de 2009.
Em relação a maio, a produção ficou 1,5% menor. Segundo a estatal, a queda se deu em função da parada programada para a manutenção da plataforma P-43, no Campo de Barracuda, na Bacia de Campos.
Só no Brasil, a produção de petróleo e gás em junho foi de 2,315 milhões de barris/dia, volume 2,7% maior do que em junho de 2009. Nos campos situados nos 20 países onde a estatal mantém operações de extração, a produção média de junho ficou em 248 mil barris/dia, o mesmo nível registrado no mês anterior.
A produção média de gás natural foi de 53,6 milhões de metros cúbicos (m³) por dia, 800 mil m³ acima da produção média de maio (52,8 milhões de m³/dia). A produção de gás natural na Argentina e na Bolívia ficou em 15,878 milhões de m³/dia, abaixo da média de 16,214 milhões de m³/dia registrada em maio.
Fonte - DCI

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Advierten caída de las exportaciones marítimas OPEP

Las exportaciones marítimas de petróleo de la OPEP, excluyendo a Angola y Ecuador, bajarían en 410.000 barriles por día (bpd) en las cuatro semanas al 23 de enero, dijo el jueves un analista que sigue los embarques futuros.
Las exportaciones del grupo caerían a 22,70 millones de bpd en promedio desde 23,11 millones de bpd en las cuatro semanas al 26 de diciembre, dijo en su más reciente estimación semanal la consultora británica Oil Movements, según Reuters.
La Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) anunció a fines de 2008 que estaba implementando recortes récord de la producción de crudo de 4,2 millones de bpd desde septiembre de 2008 para impulsar los precios.
Como los precios del petróleo han trepado durante el 2009, la adherencia de los miembros del grupo con los recortes ha caído a menos del 60 por ciento desde encima del 80 por ciento en 2009, de acuerdo a estimaciones de la industria.
Un documento de la OPEP visto por Reuters mostró que los países del grupo pueden enfrentar importantes aumentos en los inventarios de crudo en los próximos seis meses a menos que sus miembros aumenten su cumplimiento con las metas de producción acordadas.
Fuente - Reuters

AIE prevê alta na produção de petróleo no Brasil em 2011

A Agência Internacional de Energia (AIE) afirmou em seu relatório mensal sobre o mercado de petróleo mundial que, entre os países que não são membros da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil deverá ter o maior aumento individual na produção de petróleo em 2011, de cerca de 210 mil barris diários, para 2,4 milhões de barris diários em média.
Segundo a AIE, em contraste com o declínio geral nos países membros da OCDE, a produção de petróleo nos países de fora do grupo vai aumentar 465 mil barris diários em 2011, para 30,3 milhões de barris, com ajuda da América Latina e do Brasil em especial. O crescimento da produção brasileira será seguido pelo do Azerbaijão, Colômbia, Gana e Oman.
Apenas na América Latina, a AIE prevê que a oferta de petróleo vai aumentar em 300 mil barris por dia no próximo ano, para 4,4 milhões de barris por dia. O crescimento da produção no Brasil e na Colômbia vai contrabalançar, em parte, a queda em outros locais, como na Argentina.
O Brasil também será um dos destaques entre os países que não fazem parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Em 2011, a oferta nos países de fora do cartel deverá crescer 400 mil barris por dia, para 52,8 milhões de barris por dia, segundo a AIE. "Brasil, Colômbia e Canadá darão uma faceta orientada pelas Américas para o crescimento nos países que não são membros da Opep em 2011", diz a AIE no relatório.
A AIE destaca também que, depois do crescimento anual estimado em 255 mil barris diários na produção global de biocombustíveis em 2010, a oferta desse tipo de produto deverá aumentar mais 210 mil barris por dia em 2011 com ajuda do Brasil. Quase 30% do crescimento na oferta de biocombustíveis no próximo ano virá do etanol brasileiro, mais do que os 20% de contribuição do etanol dos EUA e dos 15% dos países da Europa que integram a OCDE
Fonte - Estadão

terça-feira, 13 de julho de 2010

Futuros de petróleo avanzan por encima de los $75 el barril

Los futuros del petróleo Brent y de referencia de Estados Unidos subían 1 dólar el martes, por encima de los 75 dólares el barril, ante unas proyecciones que ofreció la Agencia Internacional de Energía (AIE) sobre un mayor crecimiento de la demanda este año.
A las 1134 GMT, el crudo tipo Brent para entrega en agosto subía 1,09 dólares el barril a 75,46 dólares mientras que los futuros del petróleo estadounidense ascendían 87 centavos a 75,82 dólares por barril,
Fonte - Reuters.

Crece economía uruguaya en el mes de mayo

El Instituto Nacional de Estadísticas (INE) informó hoy que la economía uruguaya creció 6,1 por ciento en mayo de 2010, comparado con igual mes del pasado año.
Según el estudio del INE, ese guarismo confirma la tendencia expansiva que experimenta la industria manufacturera, al confirmar las positivas evoluciones de los índices de Horas Trabajadas por obreros (IHT) y de Personal Ocupado (IPO).
Tanto el INT como el IPO tuvieron una variación positiva en alza cercana a cuatro unidades porcentuales, especificó la institución. De acuerdo con el ente, la división industrial que más incidió en el aumento fue la fabricación de productos derivados del petróleo y del carbón, con una variación de 14,4 por ciento.
Le siguieron en importancia el sector del papel y derivados, las tenerías y talleres de acabado, la fabricación de sustancias y productos químicos, la rama maderera y la industria automotriz.
En sentido contrario, indicó INE, la mayor incidencia negativa fue el acápite de elaboración de Alimentos y Bebidas, con una variación negativa del cuatro por ciento y en menor medida las industrias metálicas básicas y sus producciones.
Fuente - Prensa Latina

Equador debate mudança nos contratos de petroleiras

A Assembleia Nacional do Equador vai começar amanhã a discutir um projeto que expropria operações de petroleiras estrangeiras que atuam no país a menos que elas assinem contratos aumentando o controle do Estado sobre a indústria. "O primeiro debate vai começar na terça-feira, e o debate final vai ocorrer no dia 25 de julho", disse Fernando Cordero, presidente da Assembleia. Ele acrescentou que não espera muita oposição ao projeto. "Eu não prevejo nenhum problema na aprovação da lei no dia 25 de julho".
A administração do presidente Rafael Correa quer substituir os contratos atuais, que determinam a partilha da produção entre as companhias petroleiras e o governo, por contratos que transformarão essas empresas em prestadoras de serviços. Sob os novos termos, o país ficaria com toda a produção de petróleo e gás e pagaria às companhias pela extração desses produtos. Se as companhias não quiserem aceitar os novos contratos, será determinado um preço para liquidar os contratos atuais, abrindo caminho para que deixem o país.
Se o projeto for aprovado, as petroleiras privadas com grandes contratos teriam de converter seus acordos existem em acordos de prestação de serviço em 120 dias. Empresas que operam campos menores terão 180 dias.
A brasileira Petrobras, a italiana Eni SpA, a espanhola Repsol YPF e as chinesas Andes Petroleum e PetroOriental são as maiores petroleiras privadas que operam no Equador. A Andes Petroleum é uma joint venture entre duas petroleiras estatais chinesas, a China National Petroleum Corp. e a China Petroleum & Chemical Corp., conhecida como Sinopec.
O governo vai reter 25% das receitas brutas antes de pagar as tarifas às empresas. A taxa paga às empresas deve cobrir custos, amortização de investimentos e gerar um lucro razoável, que poderia ser de 15% para campos em produção e 25% para investimentos em exploração por reservas de petróleo.
O projeto, classificado como urgente, foi enviado para a Assembleia Nacional pelo presidente no dia 25 de junho. Os legisladores têm 30 dias para aprovar ou rejeitar o projeto, caso contrário ele se torna lei automaticamente. Para o projeto ser aprovado são necessários 63 votos dos 124 da Assembleia. O Alianza País, partido do governo, não tem maioria absoluta nesta legislatura, mas analistas locais preveem que a lei será aprovada devido à popularidade da proposta.
As empresas privadas que atuam no país ainda não comentaram o projeto, mas têm discutido as propostas, que foram levantadas pela primeira vez três anos atrás. Uma vez que a lei entrar em vigor, negociações contratuais devem começar entre o governo e cada uma das empresas. O país deve gastar entre US$ 1,2 bilhão e US$ 1,5 bilhão para compensar as companhias de petróleo que não chegarem um acordo, segundo afirmou o ministro de Recursos Naturais Não Renováveis, Wilson Pastor.
Fonte - Dow Jones