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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Embraer entrega primeiros E-190 a companhia aérea argentina

A Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) anunciou nesta quarta-feira a entrega dos dois primeiros aviões E-190 de um pacote de 20 aeronaves desse modelo encomendados pela companhia argentina Austral Linhas Aéreas em maio de 2009.
Em comunicado, a Embraer informou que as aeronaves são do modelo Advanced Range, que pode voar 2,4 mil milhas náuticas sem escala, autonomia suficiente para cobrir todo o território argentino, e possuem sistemas de entretenimento para passageiros.
"Com a entrada da Austral em nossa lista de operadores, chegamos a 53 companhias", disse o vice-presidente executivo de aviação comercial da Embraer, Paulo César de Souza, que acrescentou que os aviões da empresa operam em 36 países.
O empresário afirmou que sente "muito orgulho" por estreitar os laços comerciais com a Argentina, um país que, segundo ele, tem "um mercado de transporte aéreo dinâmico e com muito bom potencial de crescimento".
O contrato entre Embraer e Austral foi fechado em abril deste ano e a companhia argentina pretende usar as novas aeronaves para substituir algumas mais antigas em rotas regionais, intensificar as freqüências de voos atuais e chegar a novas cidades.
Fonte - EFE

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Venezuela vendeu US$ 15,815 bi em petróleo aos EUA

As exportações de petróleo venezuelano para os Estados Unidos somaram US$ 15,815 bilhões no primeiro semestre deste ano, o que representa um aumento de 35,9% em relação ao mesmo período de 2009, quando os preços do cru sofreram fortes quedas.
Um relatório da Câmara Venezuelana Americana de Comércio e Indústria (Venamcham), divulgado nesta quinta-feira (12), aponta que dos US$ 16,352 bilhões vendidos pela Venezuela aos Estados Unidos, 96,7% correspondem a negócios do mercado petroleiro.
Por outro lado, a Venezuela importou dos Estados Unidos um total de US$ 4,932 bilhões no primeiro semestre de 2010.
Os números das exportações respondem à recuperação do preço do barril de cru venezuelano, que em 2009 sofreu baixas a ponto de ser negociado a menos de US$ 40. Em 2010, a média de preço do barril é de US$ 69,75.
A Venezuela produz 3,012 milhões de barris de cru por dia (mbd), segundo um balanço calculado em 2009 pela estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA), publicado na semana passada. A Opep, no entanto, atribui a seu único membro sul-americano uma produção 2,32 mbd.
Os Estados Unidos, principal comprador do petróleo venezuelano, foi abastecido, em média, com 1,4 milhão de barris diários em 2009, o que situa a Venezuela em quinto lugar entre seus fornecedores de cru, segundo dados de Washington.
A Venezuela é o maior produtor de petróleo da América do Sul, e as exportações desta commodity representam aproximadamente 90% de sua renda em divisas
Fonte - Brasil Economico

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Alan García sobre conflicto por exportación del gas: "No quiero que haya dos Perú"

El presidente afirmó que Perú es uno solo y no desea existan dos zonas diferenciadas por su desarrollo: el norte, que está en proceso de crecimiento; y el sur, que no lo está por obra de quienes predican mal y desinforman. Nota relacionada
En ese sentido, el Mandatario criticó la ola de protestas que se vienen dando por la exportación de gas de Camisea, la cual ha dejado como saldo 18 heridos.
Por ello, García puso como ejemplo a la región Piura, y destacó su crecimiento gracias al uso de sus recursos naturales para atraer la inversión y el desarrollo; y contrastó esta situación con las zonas donde hay algunos sectores que, por ejemplo, exigen que no se toque el gas.
“Pero si alguien se obstina en decir, 'no toquen, dejen las cosas como están', ¿a dónde puede ir nuestra Patria? ¿Cómo podemos competir con países que ya salieron de ese pensamiento?, como Chile, como Colombia ¿Cómo podemos competir?”, se preguntó.
Asimismo, el jefe del Estado resaltó que en el país no puede aplicarse la “filosofía de reproducir las miserias” ni la política de la irresponsabilidad.
Proyecto Bayóvar
“Que hubiera ocurrido si los comuneros se mantenían en la cerrazón de decir 'no quiero que nada venga, quiero quedarme como estoy'; entonces seríamos condenados a seguir importando por siempre el fertilizante”, aseveró.
A su vez, agregó que si Perú mantiene la actual ruta hacia el desarrollo, dentro de una década estará a punto de ingresar al Primer Mundo.
Fuente - Andina

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Alimentos ao Chile

O Brasil deve recuperar, neste ano, o recorde de exportações ao Chile, alcançado em 2008, de quase US$ 4,8 bilhões, e o comércio total com o país andino, somadas as importações feitas para o mercado brasileiro, deve chegar a US$ 10 bilhões até 2011, prevê o embaixador brasileiro em Santiago, Mário Vilalva, ex-diretor do departamento de Promoção Comercial do Itamaraty. "Vínhamos superando ano a ano o volume de exportações ao Chile, até o ano passado. Vamos retomar esse ritmo", garante.
Em 2009, com a crise financeira, as vendas ao mercado chileno caíram quase 45% depois de um período de crescimento que se acelerou entre 2004 e 2006 e perdeu ritmo nos dois anos seguintes. Em 2010, as vendas foram favorecidas pela recuperação da economia chilena, após a crise financeira e o forte terremoto que abalou o país no início do ano.
A recuperação nos preços de commodities contribui para aumentar o valor da vendas ao Chile, que, apesar da queda nos preços de seu principal produto de exportação, o cobre, tem facilidade de financiamento internacional e é um dos raros países sem dívida pública líquida. Após anos de negociação, o Brasil conseguiu suspender o embargo à carne bovina, levantado desde o surto de febre aftosa em 2005. O resultado foi imediato, com as vendas de carnes desossadas de bovinos passando de 355 quilos, no primeiro semestre de 2009 para mais de 26 toneladas entre janeiro a junho deste ano, o que elevou o produto ao décimo lugar na pauta de exportações brasileira ao Chile.
O sinal verde das autoridades sanitárias ajudou as vendas de outros produtos alimentícios não sujeitos a embargo, como pedaços de frango congelados, cujas vendas cresceram mais de 830% no primeiro semestre. A solidez da economia chilena e seu ritmo de crescimento devem garantir a demanda para mais produtos brasileiros, que, acredita o embaixador, tende a aumentar também com os investimentos de empresas brasileiras no território chileno, hoje em torno de US$ 2 bilhões.
Fonte - Suinicultura industrial

terça-feira, 27 de julho de 2010

PERU - TLC ayuda ingreso de carne peruana a Canadá

El Ministerio de Comercio Exterior y Turismo (MINCETUR) y el Servicio Nacional de Sanidad Agraria (Senasa), la Agencia de Inspección de Alimentos de Canadá (CFIA) ha declarado al Perú como zona libre de fiebre aftosa para efectos de las exportaciones de carne.
“Esta declaración significa que en un futuro próximo, la carne peruana y los productos peruanos con carne podrán ingresar a Canadá. Se abre así un nuevo mercado para nuestra oferta exportable con valor agregado, que se beneficiará con las preferencias establecidas en el Tratado de Libre Comercio Perú-Canadá, vigente desde agosto de 2009”, informó el ministro de Comercio Exterior y Turismo, Martín Pérez Monteverde.
Las regiones peruanas declaradas como libre de fiebre aftosa, y desde las que pronto se podrá exportar, son Amazonas, Apurímac, Arequipa, Ayacucho, Cerro de Pasco, Cusco, Huancavelica, Huánuco, Ica, Junín, Loreto, Madre de Dios, Moquegua, Puno, San Martín, Tacna y Ucayali.
MINCETUR y Senasa iniciarán en breve un programa conjunto para lograr la implementación de esta importante medida. Entre los pasos a seguir están la coordinación de una visita de inspección al Perú de la División de Programas de Carne de Canadá, a fin de elaborar una certificación conjunta entre la CFIA y Senasa para el ingreso de los productos peruanos por los puertos y aeropuertos canadienses.
“Este avance nos permitirá certificar sanitariamente y exportar más fácilmente productos procesados y otros con contenido de carne”, puntualizó el ministro Pérez Monteverde. “Tendrán un acceso sanitario más sencillo los productos y preparaciones que contengan carne, como los sobres de productos deshidratados para preparar comidas típicas del Perú, los cubos o sobres de sazonadores o incluso los preparados y congelados de comida lista que contengan carne y que ya se producen en nuestro país. Estos y otros productos tienen nichos de mercado importantes en Canadá y es momento de prepararnos para atender la demanda que vendrá”, concluyó.
Como se recuerda, el Tratado de Libre Comercio Perú-Canadá comprende compromisos en materia de medidas sanitarias y fitosanitarias que facilitarán la autorización sanitaria para el ingreso de los productos peruanos al mercado canadiense.
Fuente - La Republica

segunda-feira, 26 de julho de 2010

No todo es malo con el TLC

Balance
Las críticas le llueven al acuerdo con EEUU, pero también hay aspectos positivos. Ex ministro de Comercio Exterior Alfredo Ferrero asegura que no se puede hacer un balance con las cifras de ahora, se hará a largo plazo.

Infografía
Ha pasado un año, 5 meses y 25 días desde que entró en vigencia el Tratado de Libre Comercio (TLC) con EEUU y aún las opiniones sobre los beneficios del acuerdo para nuestro país son divergentes. Mientras que por un lado los opositores aducen que el TLC no ha sido positivo para nuestro país, sus defensores aseguran que a pesar de haber empezado a regir en un año de crisis los resultados son buenos.
Alfredo Ferrero, ex ministro de Comercio Exterior, es uno de ellos, y sostiene que este acuerdo comercial no se puede analizar en un corto plazo, pues solo tiene un año de vigencia. “El análisis es a largo plazo. Hablar según las cifras de ahora es dar una información sesgada e ideologizada”, sostuvo Ferrero en relación con las opiniones vertidas por algunos analistas.
Y es que uno de los puntos criticados fue el mal desempeño de nuestras exportaciones hacia EEUU. Según el economista Pedro Francke, los envíos hacia EEUU cayeron considerablemente, mientras que los envíos de China al país del norte no.
En opinión de Ferrero, durante el 2009, las exportaciones a nivel mundial bajaron; además, en el caso peruano, las que más se redujeron fueron las de bienes tradicionales, no las de valor agregado.
“¿Por qué China baja menos que Perú?, pues porque ellos no producen lo que nosotros producimos. China hace textiles de bajo costo que se impactan menos que un producto que tiene ventas de US$ 80. Eso lo conocen los mismos opositores”, explicó.
Las cifras pueden avalar lo que dice. El Perú del 2002 al 2008 creció un promedio anual de 26% en exportación, por lo tanto hemos pasado de US$ 7 mil millones a US$ 30 mil millones en el 2008. Mientras que en el 2009 bajamos de US$ 30 mil millones a US$ 27 millones, cifra importante y nada despreciable en un contexto de crisis.
Por tanto, Ferrero sostiene que seguimos con una balanza superavitaria y no solo vendemos espárragos, producto estrella de exportación, sino que ingresamos con textiles, incluso los cítricos que antes no podían hacerlo.
Y también la importación
Pero lo más importante, aseguró, es que ahora compramos más a EEUU. “Las importaciones de bienes de capital ascienden a 22% y las materias primas y productos intermedios para la industria a 29%; no solo vendemos más, sino que ahora compramos productos para la agricultura, minería e industria (...) es materia prima con arancel bajo y por ende un producto más barato”, acotó el ex ministro.
En este contexto, sostuvo que si bien el Estado deja de recaudar por arancel está recaudando más por Impuesto a la Renta e IGV, pues se tienen empresas más competitivas que tributan más.
Empleos a largo plazo
Otro de los cuestionamientos al TLC recae en la generación de empleo. Así, Francke señala que se aseguró la creación de 900 mil puestos de trabajo y hasta el momento no ha pasado nada. Frente a ello, Ferrero sostiene que cuando se habló de esa cantidad de empleos no se dijo que se harían en el primer año. “Para lograrlo se requiere un proceso de 10 años y comprenden toda la apertura comercial. Si para ese entonces no se han creado, pueden quejarse”, manifestó.
DATOS
Costa. En el sector agricultura, Ferrero sostiene que hoy exportamos US$ 2 mil millones y hace 5 años exportábamos solo mil millones. “Es verdad que la exportación está focalizada en la costa y es la gran beneficiada de los acuerdos, pero la sierra es la defensa del mercado interno y ese es un modelo no de ahora sino de mucho antes”, sostuvo Ferrero.
Programa. Por ello, se preguntó qué pasó con el programa Sierra Exportadora que iba a apoyar a esta zona del país.
Medicina y ambiente
Los expertos también han criticado que no se haya reducido el precio de las medicinas aunque esa fuera una de las promesas del acuerdo. Al respecto, Ferrero sostiene que los precios se mantienen igual, y en los casos que no han bajado se debe a que los laboratorios se están quedando con el margen del arancel, aunque dijo que ese no es un problema del TLC. “Cuando tengamos el TLC con India, que produce genéricos, las medicinas vendrán más baratas porque se generará competencia”, aseguró.
En tanto, en el aspecto ambiental, frente a las críticas de que el TLC garantiza a las empresas de EEUU que ocasionen un daño ambiental, el ex ministro sostuvo que quienes dicen eso no han leído el texto del acuerdo. “En el capítulo 10.1 se señala que cada parte puede tomar las medidas necesarias, es decir, Doe Run no podrá usar el TLC para burlar las normas ambientales, ni tampoco se protege a la inversión mal hecha que viole normativas laborales o ambientales”, agregó.
Fuente - Vanessa Ochoa.

Se revelaron "Secretos para exportar y hacer negocios con la UE"

Ante el desconocimiento por parte de los micro, pequeños y medianos empresarios de nuestro país, sobre la reglamentación y oportunidad que representa el potencial mercado de la Unión Europea, IBNORCA brindó un seminario internacional denominado "Los secretos del comercio, conozca como exportar y hacer negocios con la Unión Europea".
El Director Ejecutivo del Instituto Boliviano de Normalización (IBNORCA), Alvaro del Castillo dijo que la iniciativa se dio debido a que los empresarios que quieren exportar a Europa desconocen las normativas que están relacionadas a la exportación.
"La preocupación del IBNORCA, a través del proyecto Norexport de la Unión Europea, es tratar de difundir y llegar a los empresarios, sobre lo que es el comercio exterior", acotó.
Hasta la fecha nuestro país no aprovechó el mercado integrado de aproximadamente 500 millones de posibles consumidores de diversos productos en Europa.
La representante de la Unión Europea, Irene Nieto Escribano, señaló que los productos que más preferencias tiene el mercado europeo son los alimentos naturales, productos agrícolas, textil, cuero y calzados elaborados.
La consultora de la UE identificó rubros en los que podrían ingresar los productos bolivianos a Europa como alimentos de origen vegetal, tomando en cuenta que "Bolivia es un país con gran potencial agronómico". En ese sentido, se debería desarrollar este potencial.
Otros productos son textiles, puesto que Europa tiene una gran demanda, pero la oferta boliviana deber ser de textiles de calidad, tomando en cuenta que en la actualidad está ingresando productos de origen asiático, pero de menor calidad.
También el cuero y calzado "lo considero un sector al que Bolivia podría acceder y tendría muchas oportunidades", remarcó Nieto al reconocer que en este momento, los productos bolivianos pueden ingresar al mercado europeo al amparo del SGP.
Además explicó que los empresarios de Bolivia, para poder exportar requieren conocer las normativas, características comerciales, reglamentación y oportunidades de los países que conforman la UE.
Según Nieto, Bolivia actualmente está como país beneficiario del Sistema de Preferencias Generalizadas, donde algunos productos tienen rebaja de aranceles.
"Actualmente, Bolivia está como país beneficiario del Sistema de Preferencias Generalizadas (...), estos productos están con rebajas de aranceles y tiene que aprovecharla", explicó.
Fonte - Jornaldanet

domingo, 25 de julho de 2010

As exportações uruguaias ao Mercosul se recuperaram em 27% no primeiro quadrimestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado, segund

As exportações uruguaias ao Mercosul se recuperaram em 27% no primeiro quadrimestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo informou o instituto Uruguai XXI.
Em 2009, as vendas locais ao bloco integrado também por Argentina, Brasil e Paraguai -- com a Venezuela em processo de incorporação -- tiveram uma diminuição de 4% em relação a 2008.
De acordo com a instituição, o que o Uruguai exporta ao Mercosul é formado em 38% por "manufaturas com conteúdo tecnológico".
Dentro deste ramo os bens com maior incidência foram pets (pré-formas para garrafas plásticas), com 18%; peças de carros, com 11%; e automóveis, com 8%. Enquanto isso, a exportação dessa mesma classificação ao resto do mundo foi de somente 14%.
Em contraposição, 68% dos artigos que o Uruguai exporta aos demais países são produtos primários, enquanto que esta categoria atinge 30% entre as comercializações feitas dentro do Mercosul.
Fonte - ANSA

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Empresários e governo do Peru conhecem oportunidades de comércio bilateral com MT

A expansão dos indicadores econômicos de Mato Grosso com o Peru e deste com o Brasil dá o sinal de alerta para as oportunidades de negócios entre os dois países. Esta é a principal constatação de empresários brasileiros e da Missão Logística do Peru, reunidos em Cuiabá nesta quinta-feira (22). A atividade promovida pelo Ministério de Comércio Exterior e Turismo do Peru e apoio do Sebrae-MT teve como objetivo colocar frente a frente quem quer comprar e quem quer vender.
Dados da Secretaria de Indústria, Comércio Minas e Energia (Sicme) do governo do Estado mostram que no primeiro semestre deste ano exportações de Mato Grosso para o Peru somaram cerca de US$ 7 milhões, mas do que o comércio estadual com a Argentina, que registrou US$ 3 milhões no período.
O conselheiro econômico do Consulado do Peru em São Paulo, Antonio Castillo identifica outro potencial. Ele diz que em nível geral, “o Peru teve crescimento de 50% da exportação para o Brasil, entre janeiro e maio de 2010 contra 2009”. “Os empresários peruanos não sabiam que havia potencial de Cuiabá como região exportadora. Vimos aqui a possibilidade de comércio bilateral em cebola, batata, azeitona e peixe em conserva, cimento, sal”.
O indicador, afirma, precisa ser seguido pelos empresários mato-grossenses. O principal gargalo da efetivação de negócios é o custo logístico. Por isso, Castillo diz que neste segundo semestre, o Ministério do Comércio Exterior daquele país fará uma pesquisa de custo de distribuição de mercadorias do Peru para o Brasil, o que inclui rotas de Mato Grosso. Para fomentar ainda mais os negócios, de 4 a 6 de novembro, o governo peruano realizam em São Paulo a ExpoPeru, encontro de promoção de negócios, investimentos e para o qual empresários mato-grossenses foram convidados. Haverá no evento 200 empresas peruanas de exportação e investimentos.
O superintendente do Sebrae-MT, José Guilherme Barbosa Ribeiro, informa que a missão do Peru a Mato Grosso é um dos efeitos das ações da instituição, que tem levado empresários a visitarem o Peru nos últimos cinco anos. “Cuiabá e Mato Grosso, um Estado mediterrâneo, com a Rodovia Interoceânica no Peru, precisam aproveitar o fluxo de mercadorias que virão pelo Acre, Rondônia para a região Sul e Sudeste”.
O secretário Adjunto de Desenvolvimento da Sicme, Elio Rasia, avaliou a visita da missão peruana como algo para estimular os empresários de Mato Grosso a olharem e fazerem negócio com o Pacífico. “Teremos grande perspectivas de negócios em carnes, farelo de soja e óleo. Como algodão, que eles importam dos EUA e China”. Ele disse que o nível da missão é de empresários que têm visão e conhecem o que fazem. “Empresários e pessoas do governo peruano despertam e alertam empresários locais para os negócios”.
O gestor de negócios da Rede Centersul, Anderson Balestra, aponta a viabilidade da importação de cimento do Peru, grande produtor. E também mostra visão de alerta às oportunidades aos empresários locais. “É uma iniciativa do país que está alertando e informando o que tem disponível para atender o mercado”. A rede opera com 30 unidades no varejo de construção em Mato Grosso. O cimento peruano chegaria cerca de US$ 8,00 a saca de 42,5 Kg na divisa do Acre com o Peru. No mercado de Mato Grosso, ultimamente, o valor da saca de 50 Kg está cerca de US$ 14,00.
A Chefe de Planejamento e Projetos da Empresa Nacional de Puertos, de Ilo, Peru, Rosário Peña, citou avanços do encontro em Cuiabá. “Tivemos algumas consultas sobre produtores de sal para trazer o produto e fosfato. Há operador interessado em exportar do Peru e querem saber tarifa e custos”.
Conjuntura
O suporte para os negócios das economias complementares de Mato Grosso e Peru estão na Rodovia Interoceânica Sul, que liga o Oceano Pacífico do Peru a Cuiabá por Rio Branco (AC) e Porto Velho (RO) e cuja inauguração deve ser feita até o fim do ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Iniciativa da missão promovida pelo Ministério do Comércio Exterior e Turismo compõe o Projeto Mercado de Fronteira, liderado pelo Sebrae nos Estados de Mato Grosso, Rondônia e Acre.
Segundo o diretor de Comércio Exterior do Peru, Francisco Ruiz Zamudio, o ambiente de negócios do país tem sido forte por causa dos acordos comerciais com EUA, União Europeia, Cingapura, Canadá, Japão. “Noventa e oito porcento dos produtos peruanos entram nesses mercados sem pagar imposto”. Zamudio diz que nos próximos cinco anos as exportações peruanas devem duplicar dos atuais US$ 30 bilhões. As vendas externas do país crescem 20% ao ano.
Junto com o governo federal, uma série de medidas tem aproximado o comércio bilateral. Motivo de investimentos nacionais no Peru em US$ 20 bilhões nos últimos anos, do porte de Camargo Correa, Odebrecht, Petrobras, Gerdau e Braskem. O país tinha crescimento do PIB antes da crise a uma média de 9% ao ano. No ano passado, houve crescimento de 0,7% e neste ano, a estimativa é de 6%.
Fonte - O Documento

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Exportação de frango do Brasil supera os US$ 3 bi no semestre

União Brasileira de Avicultura (Ubabef) ampliou de 10% para 15% a projeção de crescimento das receitas com exportações de carne de frango do país neste ano em comparação com os US$ 5,814 bilhões apurados em 2009. A revisão foi provocada pelo desempenho acumulado no primeiro semestre, que apresentou alta de 15,36% sobre o mesmo período do exercício passado, para US$ 3,111 bilhões, informou ontem o presidente executivo da entidade, Francisco Turra.
De acordo com ele, para retornar aos patamares pré-crise o faturamento das exportações do setor deveria crescer 20%. Mesmo assim, o resultado do semestre já reflete a recuperação parcial dos preços médios do produto no mercado internacional, que haviam caído 19% de 2008 para 2009 e agora registraram alta de 15,5% sobre os seis primeiros meses do ano passado, para US$ 1.723 a tonelada. Em volume, os embarques de janeiro a junho tiveram ligeira queda de 0,12%, para 1,805 milhão de toneladas.
Depois da união da Associação Brasileira dos Exportadores de Frango (Abef) com a antiga União Brasileira de Avicultura (UBA), em abril, a nova entidade também divulgou ontem pela primeira vez os dados sobre as exportações de outras aves como perus, patos e gansos, que somaram mais US$ 289,9 milhões e 125,9 mil toneladas. Já os embarques de ovos in natura e processados recuaram 14,5% em volume no semestre, para 16 mil toneladas, e aumentaram 7,73% em valor, para US$ 23,3 milhões.
Entre os mercados mais importantes para o frango brasileiro, a China foi o que mais aumentou as compras no semestre, passando de 652 toneladas em 2009 para 48,9 mil toneladas. Conforme Turra, os chineses efetivamente passaram a importar o produto do Brasil em agosto passado, depois de uma visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país. Antes as vendas para aquele mercado eram feitas via Hong Kong, que agora, com a mudança, deixou de comprar 46,1 mil toneladas e ficou em 175,2 mil toneladas.
Segundo maior importador do Brasil (atrás apenas da Arábia Saudita, que cresceu 8%, para 249,1 mil toneladas), a União Europeia reduziu as compras em 19% (ou 49 mil toneladas) no semestre, para 206,1 mil toneladas, devido aos efeitos da crise econômica no continente e a medidas protecionistas contra a carne brasileira, explicou Turra.
Conforme o diretor de mercados da Ubabef, Ricardo Santin, o conselho deliberativo da entidade deve reunir-se em até 15 dias para decidir se encaminha ao Itamaraty o pedido de abertura de painel contra a UE na Organização Mundial de Comércio (OMC).
A queixa é contra a mudança na legislação europeia sobre carne fresca ("fresh meat"), que desde maio determina que todo o frango importado congelado deve ser vendido congelado no continente. O Brasil só exporta este produto para as preparações a partir de carne cozida e por isso os embarques poderão ser prejudicados.
"Queremos que a UE adote a etiqueta ' feito com carne previamente congelada ' , como já acontece com os peixes, suínos e carne bovina", explicou Santin. Segundo ele, a Europa também pretende desconstituir acordos referentes a oito linhas de produtos cozidos submetidos a regimes de cotas com redução tarifária, o que não é aceito pela Ubabef.
Fonte - (Sérgio Bueno Valor)

sábado, 17 de julho de 2010

Colômbia adota modelo brasileiro de exportação via postal

Foi implantado nessa semana na Colômbia o modelo brasileiro de exportações por via postal, o Exporta Fácil. A iniciativa facilita as remessas ao exterior de produtos de micro e pequenas empresas. Na Colômbia, essas empresas respondem por 99% dos empregos do país.
O projeto brasileiro deve impulsionar o crescimento das empresas colombianas ao reduzir a burocracia no despacho aduaneiro e diminuir os custos do embarque das mercadorias. Desde dezembro do ano passado, o projeto vinha sendo testado de forma experimental em três cidades da Colômbia. Consultores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios), sob coordenação da Subsecretaria de Serviços Postais do Ministério das Comunicações deram apoio técnico para o desenvolvimento da ideia.
A intenção é que o serviço de vendas externas por via postal seja implantado em uma cidade em cada departamento da Colômbia, que são equivalentes aos estados brasileiros. O projeto começará remetendo ao exterior cargas que não ultrapassem 30 kg por unidade nem superem o valor de U$ 2 mil.
O Exporta Fácil também foi implantado no Peru e no Uruguai. Estudos técnicos estão em andamento para que o projeto também possa funcionar no Chile e na Argentina. O programa foi criado em 1999 e, desde então já possibilitou a exportação de U$ 1,2 bilhão em mercadorias brasileiras.
Fonte - Portal Brasil

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Crescem exportações de carne brasileira para o Chile

No primeiro semestre desde ano o volume exportado foi 12 vezes maior.
As importações de carne bovina do Chile até junho cresceram 35% entre 2009 e 2010. Isso em função da forte condição econômica do país e pequena produção doméstica, segundo informações do MLA, Meat and Livestock Austrália.
Dados divulgados pelo MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, mostram que no primeiro semestre deste ano,o volume exportado de carne bovina brasileira para o Chile foi doze vezes maior que o embarcado no mesmo período de 2009. O volume total de carne exportado passou de 912 toneladas equivalente carcaça para 10,8 mil tec.
De acordo com a Scot Consultoria, no começo de 2009 as exportações foram liberadas, após um período de embargo por conta dos problemas sanitários enfrentados anteriormente pelo Brasil.
Mesmo com o aumento das exportações brasileiras para o Chile, o potencial ainda está longe de ser atingido. Em 2005, por exemplo, o Brasil chegou a exportar 55 mil tec para este mercado no primeiro semestre. Além do Brasil, outros grandes fornecedores de carne do Chile são Paraguai, Argentina e Austrália. Todos registraram aumento entre 2009 e 2010.
Fonte - Scot Consultoria

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Crescem exportações colombianas

As exportações da Colômbia cresceram 28 por cento em maio passado, com relação ao mesmo mês de 2009, quando se registrou um retrocesso de 19 por cento, conforme fontes especializadas.
Segundo um relatório divulgado pelo estatal Departamento Administrativo Nacional de Estatística (DANE), no quinto mês do ano as vendas externas do país ascenderam a 3 bilhões 510,6 milhões de dólares.
Em maio do ano passado a cifra chegou a 2 bilhões 742,5 milhões de dólares.
O DANE atribuiu este resultado ao crescimento nas exportações tradicionais, fundamentalmente.
Precisamente, este setor experimentou no período analisado uma alta de 51,1 por cento, ao passar de 1 bilhão 416,3 milhões de dólares a 2 bilhões 140,2 milhões entre um e outro ano.
Enquanto isso, as vendas de petróleo e seus derivados subiram em 56,7 por cento.
Por sua vez, as exportações não tradicionais escalaram 3,3 por cento, ao passar de 1 bilhão 326,2 milhões de dólares a 1 bilhão 370,5 milhões.
Por países destaca-se a alta de 25,5 por cento nas vendas aos Estados Unidos durante maio passado, frente igual mês de 2009.
De acordo com os dados fornecidos pelo DANE, nos cinco primeiros meses de 2010 as exportações colombianas cresceram 26,6 por cento com relação ao mesmo período do ano anterior, quando registraram uma diminuição de 17,2 por cento.
Fonte - Prensa Latina

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Brasil vai retomar venda de carne para os EUA

O governo brasileiro espera retomar parcialmente as exportações de carne bovina para os Estados Unidos a partir da semana que vem. Uma missão técnica estará na quinta-feira em Washington para discutir o assunto com as autoridades americanas.
As exportações estão suspensas desde o fim de maio, depois que foi detectada a presença acima do permitido de Ivermectina, um vermífugo utilizado na criação de bovinos. Segundo o diretor do Departamento de Inspeção de Produto de Origem Animal (Dipoa) do Ministério da Agricultura, Nelmon Oliveira da Costa, a expectativa é que entre quatro e seis plantas de abates de animais sejam autorizadas a retomar os embarques. O governo brasileiro não precisou o quanto isso vai representar do total das exportações. Antes da suspensão dos embarques, 10 plantas estavam autorizadas a vender para os EUA diretamente e 11 tinham autorização para fornecer matéria-prima.
O Ministério da Agricultura ainda não divulgou quais empresas terão unidades autorizadas a exportar. Apenas quatro frigoríficos vendem produtos para os EUA: JBS, Marfrig, Minerva e Ferreira. Só foram detectadas infrações no uso da Ivermectina em unidades do JBS, principalmente na planta de Lins (SP). Marfrig e Minerva vinham solicitando ao governo a retomada das exportações, porque não concordavam em ser punidas por supostos erros do concorrente.
Fonte - Estadão

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Gazprom está perto de assinar um acordo para explorar gás natural na Bolívia

Carlos Villegas, presidente da YPFB na Bolívia, não quis comentar sobre o quanto Gazprom poderá investir em dois blocos no leste da Bolívia, mas a empresa estatal estimou que no passado quase US $ 900 milhões seriam necessários para explorar as áreas.
"A Gazprom vai entrar para a Bolívia para explorar o Bloco Azero, e há também a possibilidade de que ... (que investem) no campo Sunchal", Villegas disse em um comunicado de imprensa da YPFB.
"Nós estamos muito perto ... (assinatura) um contrato para o campo Azero que permitiria a Gazprom para começar a trabalhar imediatamente a exploração", disse Villegas.
De acordo com a YPFB plano de desenvolvimento 2009-2015, a Gazprom ea francesa Total iria investir US $ 480 milhões em Azero, ea empresa russa vai investir 402.000 mil dólares em sua própria Sunchal.
A declaração de hoje à imprensa disse que os executivos da Gazprom e Total ainda estão discutindo a possibilidade de uma joint venture.
Fonte - Reuters

sábado, 19 de junho de 2010

Equador negoceia exportação de banana para a União Europeia

Uma delegação da União Europeia avaliou hoje de forma positiva os diálogos que manteve com autoridades equatorianas com objetivo de retomar as negociações para firmar um acordo comercial destinado "ao desenvolvimento".
"Foram reuniões muito construtivas, muito francas, nas quais ambos apresentamos nossos objetivos, nossas limitações também", afirmou o diretor político para a América Latina da Comissão Europeia, Gustavo Martínez Prada.
A delegação esclareceu que o encontro tinha como objetivo avaliar a possibilidade de o reiniciar as negociações em um futuro próximo, e não iniciá-las agora. "Não foi uma reunião de negociação, mas sim para ver se encontramos os espaços que nos fazem pensar que as negociações possam ser feitas de uma perspectiva razoável de êxito", explicou, por sua vez, o chefe de negociação europeu, Gaspar Frontini.
O Equador decidiu suspender as negociações com a União Europeia em julho de 2009, até solucionar o conflito que teve com o bloco por mais de 15 anos causado pelo aumento de taxas para exportação de bananas.
Em dezembro, a UE aceitou reduzir gradualmente os tributos às importações da fruta, fixando o valor de 176 para 114 euros por tonelada até 2017. Além disso, o governo equatoriano procura um tratado diferente dos que já foram firmados recentemente com Colômbia e Peru, que visam somente o livre comércio, e foram repudiados por Equador e Bolívia -- que pediam negociações em blocos, ou seja, entre a UE e a Comunidade Andina de nações.
Fonte - ANSA