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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Brasil e Argentina definem acordo de cooperação no setor lácteo

O Brasil e a Argentina finalizam nesta quarta, dia 22, uma lista com sugestões para colocar em prática a cooperação entre os dois países no setor de lácteos. O acordo, que deve ser selado no dia 7 de outubro em Buenos Aires, tem o objetivo de aumentar as exportações brasileiras.
O déficit na balança comercial de lácteos brasileira chegou a US$ 7,5 milhões em agosto. A situação que preocupa o governo federal e os produtores. Para tentar reverter o cenário, o Brasil costura um acordo de cooperação com a Argentina.
– Vários elos dessa cadeia já se manifestaram a vontade de sentar e trocar opiniões e buscar novos mercados com a Argentina. Tanto o leite como queijos são dois exemplos de elos presentes nas negociações – explica a coordenadora do Departamento de Planejamento e Desenvolvimento de Comércio Exterior do MDIC, Cândida Cervieri.
A crise econômica internacional de 2008 e a entrada de produtos asiáticos no mercado brasileiro obrigaram os dois países, que até agora competiam, a mudar de postura. O setor produtivo brasileiro, que tem cobrado do governo medidas para conter as importações, quer garantias de que a parceria trará resultados para a balança comercial.
– Não vamos fazer integração, aplicar dinheiro, investir numa indústria argentina para que depois ela exporte para o Brasil, concorrendo com a produção brasileira. A nossa visão é: está perfeito desde que seja para se criar uma plataforma de exportação no Mercosul para terceiros mercados – diz o/ presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da CNA, Rodrigo Alvim.
Segundo este especialista em relações internacionais, Rafael Duarte, a experiência argentina na produção leiteira pode beneficiar a competitividade do setor no Brasil.
– Para nós, é uma colaboração técnica para a produção de leite. A gente pode aprender com eles e ser competitivo. Os dois países vão ganhar muito e fortalecer o bloco.
Fonte - Canal Rural

sábado, 18 de setembro de 2010

Exxon quer vender ativos de petróleo na Argentina

A norte-americana Exxon Mobil está em conversas para vender seus ativos downstream (de refino, distribuição e comercialização de petróleo) na Argentina por uma quantia não revelada, disse o jornal financeiro El Cronista, citando fontes próximas à negociação. De acordo com o jornal, entre os prováveis candidatos à compra desses ativos estão a Petrobras, a Pan American Energy (na qual a britânica BP tem uma participação de 60%) e a argentina Bridas Corp.
O El Cronista disse que a Exxon quer vender cerca de 450 postos de gasolina e uma refinaria de petróleo com capacidade de produção de 85 mil barris por dia em Campana, que operam com a marca Esso. "Nós não comentamos sobre rumores no mercado ou especulações", disse o porta-voz da empresa, Tomas Hess.
Segundo o jornal, analistas estimam o valor dos ativos em cerca de US$ 800 milhões. A Exxon tem uma participação de 12% no mercado argentino, ficando atrás da YPF e da Shell. A Exxon pensou em vender esses ativos no começo de 2008, depois de receber ofertas não solicitadas, mas depois optou por não realizar o acordo.
Fonte - El Cronista

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Agrobiotecnologia é tema de interesse entre Brasil e Argentina

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) lançaram o Edital 61/2010 para selecionar 1 projeto cooperativo binacional que contribua para o desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil e da Argentina na área de agrobiotecnologia.
A chamada é destinada a grupos de pesquisa brasileiros vinculados a instituições de ensino superior, institutos e centros de pesquisa e desenvolvimento, públicos ou privados sem fins lucrativos, e empresas públicas.
Seu objetivo principal é promover o avanço científico e tecnológico do Brasil e da Argentina, visando à geração de produtos, processos e serviços focados na área de agrobiotecnologia.
O proponente será o coordenador brasileiro projeto e deverá especificar na proposta os dados do coordenador argentino (nome, instituição, resumo do currículo, etc.), assim como os dados das demais instituições colaboradoras.
A parceria com o setor privado é altamente recomendada, sendo que as empresas parceiras deverão aportar recursos, financeiramente mensuráveis, de no mínimo 10% adicionais ao orçamento global do projeto.
As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente por meio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas.
O proponente precisa ter o título de doutor, com experiência no tema do projeto e currículo cadastrado na Plataforma Lattes e ter vínculo empregatício ou funcional com a instituição executora.
O projeto cooperativo binacional aprovado será financiado com recursos no valor de R$ 500 mil, oriundos do MCT.
O prazo para envio das propostas termina em 26 de outubro e o resultado será divulgado a partir de novembro deste ano. ´
Fonte - Aquidauana

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Embraer entrega primeiros E-190 a companhia aérea argentina

A Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) anunciou nesta quarta-feira a entrega dos dois primeiros aviões E-190 de um pacote de 20 aeronaves desse modelo encomendados pela companhia argentina Austral Linhas Aéreas em maio de 2009.
Em comunicado, a Embraer informou que as aeronaves são do modelo Advanced Range, que pode voar 2,4 mil milhas náuticas sem escala, autonomia suficiente para cobrir todo o território argentino, e possuem sistemas de entretenimento para passageiros.
"Com a entrada da Austral em nossa lista de operadores, chegamos a 53 companhias", disse o vice-presidente executivo de aviação comercial da Embraer, Paulo César de Souza, que acrescentou que os aviões da empresa operam em 36 países.
O empresário afirmou que sente "muito orgulho" por estreitar os laços comerciais com a Argentina, um país que, segundo ele, tem "um mercado de transporte aéreo dinâmico e com muito bom potencial de crescimento".
O contrato entre Embraer e Austral foi fechado em abril deste ano e a companhia argentina pretende usar as novas aeronaves para substituir algumas mais antigas em rotas regionais, intensificar as freqüências de voos atuais e chegar a novas cidades.
Fonte - EFE

domingo, 12 de setembro de 2010

Unitec anuncia investimentos em biodiesel na Argentina

A Unitec Bio planeja investir US$ 70 milhões na ampliação de uma fábrica na província de Santa Fé, que vai dobrar a capacidade de produção de biodiesel da empresa na Argentina, de 200 mil toneladas para 420 mil toneladas por ano.
A companhia pertence ao magnata argentino de ascendência armênia Eduardo Eurnekian, cujos negócios se estendem aos setores de infraestrutura, construção energia, comércio, bancário, entre outros. A expectativa é de que a unidade inicie a produção no segundo semestre de 2011, de acordo com um porta-voz da empresa. A maior parte será destinada ao mercado interno.
O anúncio se segue aos de outras companhias, que se movimentam para tirar vantagem dos incentivos do governo para transformar soja em combustível. Enquanto a exportação de biodiesel paga imposto de 20%, a de óleo de soja é taxada em 31%. Além disso, tem aumentado o uso do produto no país. Em agosto, a norte-americana Cargill Inc. anunciou investimento de 450 milhões de pesos (pouco mais de R$ 200 milhões) na construção de uma usina de 18 megawatts de potência e de uma unidade para produção de 240 mil toneladas de biodiesel por ano.
A produção de biodiesel na Argentina quadruplicou nos últimos quatro anos. Atualmente, as unidades instaladas no país têm capacidade para processar mais de dois milhões de toneladas. A maior parte desse volume é exportada para a União Europeia, mas se espera um aumento no consumo doméstico por causa da exigência da mistura de biodiesel ao combustível derivado de petróleo, que passou a 7% em julho. O governo quer elevar o porcentual a 10% até o final do ano. No início de 2010, o ministro do Planejamento, Julio De Vido disse que em quatro anos, a mistura chegará a 20%
fonte:revistagloborural

sábado, 11 de setembro de 2010

Repsol planeja vender 20% da YPF na Argentina por US$ 3 bilhões

A petroleira espanhola é dona de cerca de 84% da YPF
A petroleira espanhola Repsol YPF espera arrecadar cerca de US$ 3 bilhões com a venda de uma participação de 20% na sua unidade local na Argentina, a YPF SA, confirmou um representante da YPF nesta quarta-feira. A Repsol revisou seus planos de reduzir suas posições na Argentina.
A Repsol pode vender as ações a partir de julho, listando três quartos delas na Bolsa de Nova York e o restante na Bolsa de Buenos Aires, disse o presidente da YPF, Sebastian Eskenazi, em uma entrevista para a Bloomberg News, em Nova York. "Os mercados devem melhorar em dois ou três meses", disse o executivo. "Há muito interesse na YPF".
A Repsol é dona de cerca de 84% da YPF. Outros 15,4% são controlados pelo Grupo Petersen, gerenciado pela família Eskenazi, enquanto menos de 0,5% das ações da YPF são negociadas em mercado. Em 2007, a Repsol vendeu uma participação de 14,9% na sua unidade argentina para o Grupo Petersen, por quase US$ 2,2 bilhões. O acordo incluiu uma opção que permitia que o Petersen aumentasse sua participação para até 25%. A YPF lidera a produção de petróleo e gás na Argentina.
Fonte:Dow Jones

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Argentina de olho no mercado de petróleo

Os preparativos para a expansão do setor petrolífero ultrapassam a fronteira e já atingem, concretamente, a Argentina, que tem pequenos fornecedores em potencial de máquinas e equipamentos para a Petrobras ou empresas que atendem a estatal brasileira. A adesão dos sócios do Mercosul e, em um segundo momento, dos vizinhos da Comunidade Andina, faz parte dos planos do governo brasileiro de montar uma estratégia que envolva toda a região.
Na Argentina, está sendo realizado uma espécie de inventário sobre o que não se fabrica e o que se produz com baixa qualidade. De posse do diagnóstico, autoridades dos dois países e empresas fornecedoras discutem que tipo de itens poderiam ser produzidos na região, para substituir importações de fora do Mercosul. Medidas de apoio serão tomadas, sendo uma delas o Fundo de Convergência Estrutural (Focem) do bloco, com recursos de US$ 3,6 milhões este ano.
- Sem dúvida, com as reservas do pré-sal, o Brasil ganhará ainda mais importância mundial. Há uma infinidade de produtos e serviços que podem ser desenvolvidos na cadeia de petróleo e gás, tendo em vista que a Argentina também tem uma produção tradicional - disse o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, Reginaldo Arcuri.
Um dos grandes desafios, explicou Arcuri, é garantir que parte do índice de conteúdo local não se forme apenas por peças e equipamentos, mas também pela tecnologia nacional. O custo com a manutenção é altíssimo.
- Queremos formar polos de produção e de exportação no Mercosul - disse.
Fonte - Globo

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Argentina Impsa vende geradores eólicos ao Brasil por US730 mi

A empresa argentina Indústrias Metalúrgicas Pescarmona (Impsa) informou na terça-feira que vendeu geradores eólicos a empresas brasileiras por mais de 730 milhões de dólares.
A venda dos geradores, com um total de 450 megawatts de potência, foi feita através da subsidiária da Impsam, Wind Power Energia (WPE).
O equipamento abastecerá companhias que participaram de uma recente licitação de energia eólica de fontes alternativas organizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
"A Impsa, por si e por intermédio de sua subsidiária WPE, possui uma carteira de contratos de fornecimento de geradores eólicos que, atualmente, totaliza mais de 1.800 megawatts na América Latina e no Sudeste Asiático", disse a empresa, em referência a projetos na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Malásia, Peru, Uruguai, Venezuela e Vietnã.
A Impsa é uma empresa metalúrgica especializada em construir usinas de geração de energia renovável.
Fonte - Reuters

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Argentina sedia 39ª Cúpula do Mercosul a partir desta segunda-feira

Começa hoje na cidade de San Juan, no Oeste da Argentina, a 39ª Cúpula do Mercosul, que reunirá os presidentes dos quatro países que integram o bloco: Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Também participarão do encontro autoridades dos países associados e de instituições internacionais.
Atualmente, o Chile, a Bolívia, o Peru, a Venezuela, Colômbia e o Equador são os associados ao Mercosul, mantendo acordos de livre comércio com o bloco. Os quatro presidentes dos países-membros somente terão atividades oficiais na terça-feira (3), quando anunciarão os resultados da cúpula e concederão entrevista à imprensa.
Entre os convidados a participar do encontro estão representantes da Corporação Andina de Fomento (CAF), do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), da Associação Latino-Americana de Integração (Aladi) e da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), entre outros.
Segundo o embaixador do Brasil na Argentina, Enio Cordeiro, o Mercosul é um sucesso no que se refere à aproximação dos quatro países que o compõem. Em entrevista recente à Agência Brasil, Cordeiro destacou que a realidade política entre as nações integrantes não existiria sem um marco de aproximação como o bloco.
Enio Codeiro reconhece que ainda existem dificuldades no Mercosul. "É verdade que alguns setores não estão incluídos na área de livre comércio, como é o caso do automotivo e o do açúcar", disse o embaixador. "O comércio entre os países ainda se ressente de reconhecimento fitossanitário e, algumas vezes, há controles adicionais nas fronteiras que afetam o comércio do bloco. Em matéria de união aduaneira, ainda não existe 100% de observância da tarifa externa comum. Isso, no entanto, não significa um fracasso do Mercosul."
De acordo com o embaixador brasileiro, as dificuldades ainda detectadas no Mercosul significam que existe um desafio na área de integração que devem ser resolvidos em velocidades distintas. "Mais do que resolver essas dificuldades com o rigor da letra de um tratado, é preciso encontrar fórmulas criativas para resolvê-las e para manter sempre viva a integração regional", acrescentou Cordeiro.
O embaixador disse que, como todo organismo de integração, o bloco provoca entusiasmo e críticas em todos os países que o integram. Apesar das visões pessimistas sobre o bloco, ele é uma realidade consolidada. "O Mercosul demonstrou sua vitalidade e necessidade políticas. Mais do que um projeto econômico e comercial, é um projeto político. Tem um fundamento e uma base que lhe dá unidade e que o transforma numa determinação política do Brasil, da Argentina, do Uruguai e do Paraguai de se aproximarem."
Fonte - Agência Brasil

sábado, 31 de julho de 2010

Argentina - El Gobierno no quiere cambios en lo económico

Amado Boudou recibió por lo menos dos propuestas de bancos internacionales para emitir un bono que financie en el futuro a la Argentina. Ambas llegaron apenas mejoraron las condiciones de los mercados y los bonos argentinos tuvieron una recuperación en sus valores.
La primera fue la del trío de bancos asesores en el canje de la deuda externa, que volvió a sugerir salir a los mercados y que Argentina otra vez se endeude . Barclays, Citicorp y Deutsche Bank propusieron enmendar una frustración del canje de la deuda y colocar ahora un nuevo bono de la Argentina. También el Palacio de Hacienda recibió otra propuesta: en secreto, la Unión de Bancos Suizos (UBS) intenta seducir con su propio proyecto al ministro Boudou. Los bancos internacionales buscan un negocio redituable a través de suculentas comisiones y quieren explotar una urgencia política de Boudou : el ministro no cumplió con el compromiso de obtener fondos frescos después de reabrir el canje y por lo tanto tiene una fuerte asignatura pendiente con Néstor Kirchner.
En la intimidad, el ex presidente está malhumorado con Boudou.
Esta semana censuró frente a testigos la exposición del ministro en el Parlamento. En la Quinta de Olivos cuestionó a Boudou por el despliegue de argumentos liberales a la hora de defender la imposibilidad de fijar el 82% móvil para los jubilados. Sostiene que así bloqueó la posibilidad de negociar con sectores progresistas e innecesariamente Boudou se unió al coro de economistas menemistas como Rogelio Frigerio y Roque Fernández. En definitiva, Boudou se formó en el CEMA y sólo por oportunismo se acerco al peronismo. Tampoco le perdonó que haya sido vapuleado por Ernesto Sanz. El titular del radicalismo le hizo preguntas precisas sobre la evolución global de la cuentas públicas, que Boudou no supo responder. Sólo la intervención de Diego Bossio y el senador Eric Calcagno le evitaron un papelón mayor. Pero el malestar del Kirchner hacia Boudou está relacionado al incumplimiento del compromiso que asumió cuando el ex presidente le dio el aval para reabrir el canje de la deuda. Como anticipó Clarín , Boudou logró el apoyo político final de Kirchner sólo cuando el ministro garantizó que los bancos asesores aseguraban dinero fresco y a bajo costo para la Argentina . La realidad enfureció al ex presidente. El motivo es que la transacción arrojó un saldo muy negativo para la Tesorería : hasta ahora no ingresó ni un solo dólar fresco de los 1.000 millones que había prometido y, en cambio, el Tesoro tendrá que hacer frente a nuevos vencimientos a causa del canje de la deuda por 1.340 millones de dólares.
Esta cuestión movilizó a los bancos, pero la tentación por ahora no fue aceptada por el ministro. No quiere volver a dar pasos en falsos, que erosionen más su relación con Néstor Kirchner. Ahora, la emisión de un bono tiene dos obstáculos fuertes: por un lado, no tiene el paraguas legal protector del canje y, por lo tanto, puede ser objeto de embargos internacionales; y, por el otro, la tasa a pagar continúa por encima del 11%. Por eso Boudou, para financiarse, reclama urgente los fondos del Banco Central, los cuales Mercedes Marcó del Pont gira en cuenta gotas por cuestiones monetarias. El tema volvió a recalentar la interna entre el Banco Central y el Palacio de Hacienda . Boudou respondió con una campaña mediática contra Marcó del Pont. A través de banqueros de ADEBA, hizo trascender que Marcó del Pont no iba a seguir al frente del BCRA en septiembre y que su reemplazante podría ser la ultra kirchnerista Gabriela Ciganotto.
La ofensiva del palacio de Hacienda choca contra una realidad: Cristina Kirchner no quiere introducir cambios en el BCRA y tampoco escucha a su marido cuando critica a Boudou . El matrimonio busca tranquilidad en la economía, porque sostiene que la reactivación puede ser su única arma electoral en el 2011 . Esa infidencia circuló en un “paper” secreto en Wall Street. Goldman Sachs envió un informe a sus clientes top, en el cual sostiene que el kirchnerismo “va a sobre estimular la economía para cosechar dividendos políticos electorales.” El trabajo, elaborado por los economistas Paulo Leme y Alberto Ramos, advierte que el recalentamiento económico generará un claro efecto nocivo: una mayor tasa de inflación, del orden 25% anual . También señala que el exceso del gasto público en la búsqueda de votos “aumenta los riesgos de un duro aterrizaje de la economía en el 2012, cuando empiece una nueva presidencia.
” Incluso en el exterior se habla que Boudou incluiría en el próximo presupuesto un pago al Club de París, pero que ese dinero sería utilizado para engordar el gasto interno electoral. Esto se debe a l a desconfianza que pesa sobre el ministro .
Este tema fue el eje de la conversación que tuvieron los miembros del establishment en la Bolsa de Comercio. Ahora el Grupo de los 5 se fortaleció con la presencia de Hugo Biolcati. El titular de la Sociedad Rural busca nuevos aliados, que compensen una Mesa de Enlace con imprevistas debilidades internas. La SRA ocupó la presidencia del liberal Consejo Interamericano de Comercio y Producción, a través de Arturo Lavallol.
En el campo se están produciendo fuertes internas , para dirimir el grado de enfrentamiento con la Casa Rosada. Ahora Carbap tendrá una inusual elección con dos listas.
El Gobierno alienta las reuniones del ahora G-6, porque a través de este sector del establishment pretende bloquear el avance de la Asociación Empresaria Argentina. Pero la estrategia tiene limitaciones y contradicciones. La propia presencia de Biolcati en el almuerzo ya reabrió las internas en la UIA.
Fuente - Clarin

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Pese a las ganancias, Repsol mantiene la idea de vender una parte de YPF

La difusión de los resultados semestrales aportó una buena noticia para Repsol, que recuperó rentabilidad en relación al primer semestre del año pasado. Sin embargo, la petrolera española sigue con la idea de vender una parte de YPF.
La empresa quiere desprenderse de una parte de su tenencia en YPF. Allí, el grupo Petersen posee el 15,1% de las acciones, con derecho para llegar al 25%. Para cumplir con ese paso, Repsol planeaba una oferta pública de acciones.
Ese proceso sigue vigente, según declararon ejecutivos de Repsol, en una conferencia con inversores, tras la presentación de sus resultados
Fuente - IECO

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Reservas de gas de Argentina cayeron a la mitad y sólo alcanzan para 7 años más

Las reservas de gas de Argentina cayeron a la mitad desde 2000 hasta ahora, cuando suman unos 378.862 millones de metros cúbicos, con lo que al actual ritmo de producción sólo alcanza para los próximos 7 años y medio, según informe sobre el sector energético difundido hoy.
El nivel de las reservas de gas registró una caída interanual del 4,9 por ciento en 2009 y resulta "insuficiente para un país que como Argentina basa su consumo energético en ese producto", advierte el trabajo del Instituto de la Energía "General Mosconi".
Además subraya que en el actual contexto de aumento de la demanda de gas y electricidad, el país suramericano "se muestra incapaz" de abastecerse a sí mismo, por lo que "necesita recurrir en forma creciente e irreversible" a la importación de combustibles "de alto coste", cosa que "repercute negativamente en las finanzas públicas".
La difusión de este informe coincide con reducciones y cortes en el suministro de gas a la industria dispuesto por el Gobierno argentino con el fin de garantizar el abastecimiento a la población ante las bajas temperaturas invernales, para preocupación de las asociaciones empresariales.
Según el instituto de estudios energéticos, la caída de las reservas argentinas de hidrocarburos está vinculada con las inversiones en exploración realizadas en las últimas tres décadas.
Sostiene que la producción de gas en Argentina cae en forma sostenida desde 2004 y
en 2009 se situó en 48.413 millones de metros cúbicos, con una bajada del 7,3 por ciento entre esos años.
"Durante la década de 2000, se terminaron 484 pozos de exploración, menos de la mitad de los pozos terminados" en los años '90, "mientras que la reducción es del 47 por ciento considerando" los de los '80, apunta el informe.
En este sentido, remarca que la producción de petróleo acumula una caída del 16 por ciento en los últimos diez años, con lo que las reservas de crudo registraron una bajada de igual proporción entre 2000 y 2009, cuando llegaron a 398.213 millones de metros cúbicos.
Calcula que las reservas de crudo de Argentina alcanzarán para once años más y destaca que la "limitada capacidad productiva" del país le ha obligado a "recurrir a importaciones progresivamente mayores de gas desde Bolivia y de Gas Natural Licuado (GNL) de otros proveedores, "así como a la sustitución y limitación de combustibles para el sector industrial y de generación eléctrica".
Argentina sufrió en 2004 una crisis energética que le obligó a reanudar las compras de gas a Bolivia y racionar la provisión del fluido a Chile, además de recortar el suministro a industrias y automóviles.
Fuente - EFE

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Empresas electrónicas viajan a Chile para participar de la reconstrucción

Argentina exportó a Chile durante el año pasado por casi 4.400 millones de dólares y se ubica en cuarto lugar entre los proveedores de ese país.
Una misión comercial integrada por empresas agrupadas en la Cámara de Industrias Electrónicas (CADIEEL) viajará en los próximos días a Chile para participar en los programas de reconstrucción de infraestructura de ese país tras el sismo sufrido a principios de este año.
CADIEEL, junto a la Cancillería a través del Programa de Desarrollo de Comercio Exterior, desarrollará en territorio chileno rondas de negocios con contrapartes locales y diversos contactos institucionales.
Argentina exportó a Chile durante el año pasado por casi 4.400 millones de dólares y se ubica en cuarto lugar entre los proveedores de ese país. El presidente de CADIEEL, Ramiro Prodan, destacó que la visión de la entidad "hace considerar a Chile no como un cliente sino como un socio estratégico", y adelantó que para la edición 2011 de su exposición internacional de iluminación BIEL (que se realiza en Buenos Aires), Chile será uno de los invitados especiales".
En la agenda de la misión se prevén más de 80 reuniones de negocios, además de encuentros con las autoridades de entidades como ProChile, el Banco Nación, cámaras empresarias y la embajada Argentina en ese país.
Fuente - DyN

terça-feira, 27 de julho de 2010

Argentina e Colômbia querem trabalhar por unidade regional

O presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos, e a governante argentina, Cristina Fernández de Kirchner, se comprometeram a trabalhar pela unidade latino-americana em reunião nessa segunda-feira em Buenos Aires, onde o colombiano se reuniu também com o secretário-geral da Unasul, Néstor Kirchner.
Santos chegou a Buenos Aires como escala em sua viagem latino-americana, procedente do Chile, onde ainda nesta segunda-feira manteve encontro com o presidente Sebastián Piñera.
O dirigente colombiano chegou à Casa Rosada, sede do governo argentino, para se reunir com Cristina durante pouco mais de uma hora. Posteriormente, foi à residência do embaixador da Colômbia na Argentina para jantar com Néstor, que, em sua qualidade de secretário-geral da União de Nações Sul-americanas (Unasul), viajará à Venezuela e à Colômbia no próximo dia 5 para tentar mediar no conflito bilateral.
"Dois países irmãos não podem manter um conflito", afirmou Néstor, horas antes de se reunir com o governante eleito colombiano. Os presidentes não compareceram perante a imprensa após seu encontro na Casa Rosada, embora um breve comunicado da presidência argentina tenha assinalado que "mantiveram uma reunião de mais de uma hora, no contexto do rompimento de relações entre Bogotá e Caracas", e lembrou que a governante receberá nesta terça-feira o chanceler venezuelano, Nicolás Maduro.
Também em um breve comunicado, a Chancelaria argentina apontou que, durante a reunião, os líderes "se comprometeram a trabalhar para fortalecer a união latino-americana". O encontro teve também a participação do chanceler argentino, Héctor Timerman; do embaixador colombiano em Buenos Aires, Álvaro Eduardo García Giménez; e da chanceler colombiana designada, María Angela Holguín.
Santos, que assumirá no próximo dia 7 de agosto, evitou qualquer comentário sobre a ruptura de relações diplomáticas entre Colômbia e Venezuela, decretada quinta-feira passada pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, em resposta às acusações de seu colega colombiano, Álvaro Uribe, sobre a suposta presença de guerrilheiros de seu país em território venezuelano.
No Chile, onde fez breves declarações, Santos, que foi ministro da Defesa da Colômbia, destacou a "amizade sem limites" com o país e com Piñera, a quem qualificou de "muito amigo" e agradeceu por uma reunião "frutífera".
Lembrou que é "muito importante" destacar tudo o que foi possível em matéria de integração, de comércio e de investimentos com o Chile, mas ressaltou que "como toda relação, pode ficar mais forte e melhorar".
O presidente eleito disse ter se comprometido com Piñera a "aprofundar a integração dos países do Pacífico" visando "ocupar um papel mais importante rumo ao futuro da região, que é muito importante no mundo".
Enquanto Santos prossegue viagem que o levará nesta quarta-feira ao Peru para se reunir com o presidente Alan García, Maduro viajará para Buenos Aires para se reunir com o casal Kirchner. "Queremos informar amplamente (aos governos da região) sobre a necessidade de um plano de paz para a América do Sul. É necessário manter a América do Sul como zona de paz", declarou Maduro a jornalistas após concluir uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília.
Tanto Colômbia quanto Venezuela trabalham intensamente nos argumentos que apresentarão na reunião extraordinária de chanceleres de Unasul prevista para a próxima quinta-feira em Quito (Equador).
Fonte - Terra

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Argentina repatió US$1.000 millones en disputa con fondos inversión

Un fallo favorable de la Corte Suprema de EE.UU. permitió a Argentina repatriar 1.000millones de dólares que estaban congelados por demandas de fondos de inversión especulativa tenedores de deuda morosa del país suramericano, informaron fuentes oficiales citadas hoy por la prensa local.
En los próximos meses, se repatriarán otros 1.500 millones de dólares en la misma situación y que pertenecen a la Administración Nacional de la Seguridad Social (Anses), dijo el director del organismo, Diego Bossio.
El organismo público absorbió en 2008 a los fondos privados de jubilaciones y pensiones y actualmente cuenta con 150.000 millones de dólares que utiliza para financiar obras de infraestructura e inversiones privadas, indicó Bossio.
Unos 2.500 millones de dólares en títulos administrados por la Anses habían sido congelados por fondos de inversión especulativa que poseen bonos argentinos en cese de pagos desde 2001 y han rechazado las refinanciaciones de 2005 y de este año.
En marzo pasado, el máximo tribunal de justicia estadounidense falló a favor de Argentina en una demanda por la congelación de 200 millones de dólares, lo cual sentó un precedente para que se liberara el total de los fondos retenidos.
En una operación de canje que concluyó en junio pasado, Argentina logró refinanciar a mayor plazo y con rebajas el 70,2 por ciento de bonos por 18.300 millones de dólares que permanecían en mora desde el cese de pagos de 2001, el mayor de la historia, aproximadamente unos 102.000 millones de dólares.
En 2005, el país suramericano había refinanciado bonos impagos por 81.800 millones de dólares.
Fonte DEUDA

domingo, 25 de julho de 2010

Preocupación empresaria por el freno de Moreno a importaciones

El secretario de Comercio busca acotar, a la fuerza, las compras al exterior. Pone presión a alimenticias, laboratorios, automotrices y supermercados. Le preocupa que ahora se compran menos bienes destinados a inversiones.
Con importaciones creciendo a un ritmo del 40%, el Gobierno pone presión para frenar las compras externas. Busca preservar los dólares del superávit comercial, cuyo flujo equilibra las cuentas de la economía. Pero esa avanzada genera ya preocupación empresaria. Entre las alimenticias, los laboratorios, los supermercadistas y las terminales automotrices miran con temor la lupa que el secretario de Comercio Interior, Guillermo Moreno, deposita sobre la balanza externa. Temen que la presión sobre los importados que caracterizó al primer semestre aumente en el resto del año.
Ese monitoreo en la práctica culmina con algún freno a las importaciones. Según confían en el entorno del secretario, el funcionario estaría obsesionado conque crecen las compras de bienes intermedios, a diferencia de lo que pasó en los primeros años del kirchnerismo cuando las importaciones también crecían pero tenían otro perfil: eran bienes de capital.
De acuerdo con datos del INDEC, en junio la balanza comercial mostró un superávit de 1.291 millones de dólares y se confirmó lo que vino pasando durante el primer semestre: las exportaciones crecen a una tasa más lenta que las importaciones.
Días atrás Moreno (también los ministros Giorgi y Boudou) le pidieron a la Unión Industrial los listados de importaciones de sus asociadas: la mesa chica de la entidad fabril se negó a entregarlos.
A la hora de buscar reemplazar esas importaciones, en el Gobierno se focalizan en las inversiones. A los economistas del gobierno de Cristina Kirchner les preocupa que hasta ahora del fondo del Bicentenario por $ 8.000 millones no se otorgó ni un solo peso. Para buscar destrabar los bolsillos privados, Débora Giorgi y Amado Boudou pusieron en marcha una ronda de reuniones con cámaras empresarias. A todas esas reuniones se autoconvocó Moreno.
Moreno frenó y pidió menos importaciones a las alimenticias, los laboratorios y a los 14 presidentes de las automotrices radicadas en el país, con las que se reunió el jueves pasado. Aunque el trato con las terminales no es igual en todos los casos, mayoritariamente intentaron explicar las mismas razones que ya habían señalado otros sectores que habían pasado por su despacho anteriormente. Esto es, las limitaciones que les imponen las decisiones políticas que toman las casas centrales, pero también las que imponen la complementación de producción mundial.
Entre los documentos reservados que circulan entre algunas de las 20 empresas más grandes del país y que alertan sobre el escenario de los próximos dos años se destacan los temores a los cambios en las reglas laborales (donde los proyectos de diputado kirchnerista Héctor Recalde y abogado del titular de la CGT, Hugo Moyano, no dejan de dar sorpresas) y las maniobras de Moreno para regular las importaciones.
En esas maniobras intentó, sin éxito, mediar Giorgi (quien conoce la cocina de muchas industrias por haberlas asesorado en otros tiempos). Y también Boudou, quien tampoco tuvo éxito.
A la hora de mirarse en el espejo de lo que vendrá, los empresarios dicen: “No queremos ser los próximos supermercados”. Se refieren a la presión ejercida por Moreno para que las grandes cadenas dejaran de importar, a partir del 1 de junio, todos los alimentos que alguien produjera en el país. Muchos ven como una amenaza esa iniciativa oficial de reeditar la “sustitución de importaciones”.
Fuente - Alejandra Gallo - Clarin

Volkswagen Amarok ganha versão mais barata Startline na Argentina

A Volkswagen lançou esta semana na Argentina uma nova versão da picape Amarok. Destinada especialmente para o trabalho, a variante foi batizada de Startline e pode vir equipada com tração 4×2 ou 4×4. Mais barata, a nova versão conta com desenho mais simplificado que inclui para-choques, retrovisores e maçanetas sem pintura, mas conta com um honesto pacote de itens de série. Debaixo do capô foi mantido o bloco 2.0 biturbo de 163 cavalos e a transmissão manual de seis velocidades.
A montadora alemã anunciou também que já produz a Amarok com motor 2.0 TSI a gasolina de 160 cavalos e que a exporta para países como México e Chile. No Brasil, aguardamos um versão bicombistível que não deve chegar antes do fim do ano que vem. E o tão aguardado câmbio automático, que se ainda não está fazendo logo mais fará muita falta, ainda está em desenvolvimento. Segundo fonte, terá “alta tecnologia e muitas marchas”. A cogitada versão SUV, por enquanto, está congelada.
Fonte - Pit Stop

sábado, 24 de julho de 2010

La Argentina insiste con medidas antidumping con electrodomésticos y textiles de China

El ministerio de Industria definió hoy que cobrará un 203% a las multiprocesadoras procedentes de China. También estableció que cobrará un arancel de US$ 17,60 por cada kilo de textiles importados, en cuya composición haya más de 85% de algodón.
Si bien las medidas se toman para proteger a la industria nacional (había reclamos de la firma de electrodomésticos Liliana y otra textil al respecto), algunos creen que podría tratarse de una regularización en el comercio bilateral con China.
Antes, Industria trataba las importaciones de China en un sistema de "caso por caso". Eso generó malestar en los chinos, que tomaron represalias. Entre ellas, dejaron de comprar aceite de soja argentino, un negocio de US$ 2.000 millones para las empresas locales. Aunque la excusa formal fue que se trataba de una medida "sanitaria", entre los aceiteros quedó la sensación de que se trataba de una penalización por otras medidas aplicadas por el Gobierno argentino.
En su visita a China, la presidente Fernández de Kirchner prometió revisar la política comercial con ese gigante asiático. El establecimiento de aranceles fijos, saliendo del registro "caso por caso", podía ser un indicador al respecto, según entendían algunos analistas.
Fuente - IECO

Argentina e Uruguai chegaram hoje a um acordo para o controle conjunto do Rio

Argentina e Uruguai chegaram hoje a um acordo para o controle conjunto do Rio Uruguai, ordenado pela sentença da Corte Internacional de Justiça sobre o conflito iniciado pela construção de uma fábrica de pasta de celulose na região fronteiriça.
O acordo político "está fechado", anunciou o vice-chanceler uruguaio, Roberto Conde a uma emissora de rádio local.
A medida foi adotada depois que autoridades uruguaias entregaram hoje à delegação argentina presente em Montevidéu um documento detalhado sobre como acreditam que o monitoramento deveria ser feito.
De acordo com o ministro das Relações Exteriores da Argentina, Héctor Timerman, primeiramente será realizado "o controle científico" da fábrica e depois "do resto do rio".
"Decidimos realizar o controle científico de todos os estabelecimentos industriais e agrícolas que estejam em ambas as margens do Rio Uruguai", informou Timerman por meio de sua página no Twitter.
O chanceler argentino explicou que o parecer do Tribunal Internacional "ordena monitorar" apenas a região da fábrica de pasta de celulose, mas que a "Argentina oferece estender o mesmo controle em todo o rio".
Ainda segundo o diplomata, a pedido do presidente uruguaio, José Mujica, jornalistas, políticos e ambientalistas não poderão entrar na fábrica que deu início ao conflito, localizada em Fray Bentos.
Fonte - ANSA

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Mercosul deve aprovar financiamento de obras de integração energética

O Mercosul aprovará em sua próxima cúpula semestral projetos de interconexão elétrica do Brasil com o Paraguai e Uruguai, entre outras iniciativas em um total de US$ 575 milhões que serão financiados com o Fundo de Convergência Estrutural (Focem) do bloco, informaram nesta quinta-feira fontes oficiais.
O projeto de interconexão de redes elétricas do Brasil e Uruguai ronda os US$ 300 milhões, disse o embaixador brasileiro em Buenos Aires, Enio Cordeiro.
O Focem também financiará o cabo de linhas de transporte de energia desde a represa de Itaipu à localidade de Villa Hayes, vizinha a Assunção, e obras de uma estrada no Paraguai e de infraestrutura elétrica na Argentina, entre outros projetos, apontou.
Tais projetos serão aprovados na cúpula presidencial do Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) e parceiros comerciais do bloco que deliberará nos dias 2 e 3 de agosto em San Juan, capital da província argentina homônima.
O Mercosul criou o Focem em 2006 com um orçamento anual de US$ 100 milhões para financiar obras de infraestrutura chaves para a integração regional, especialmente no Paraguai e Uruguai, as menores economias do bloco, uma união aduaneira imperfeita.
Fonte - EFE