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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Llegan turbinas y trenes brasileños para la infraestructura en Colombia

Los primeros equipos ingresan a una central eléctrica en Antioquia y tienen potencia para generar 105 megavatios cada uno. Las máquinas entran para atender el transporte de las empresas carboneras.
La argentina Impsa, empresa que ganó un contrato de EPM para la modernización de la central hidroeléctrica La Tasajera (en Antioquia), anunció que acondicionará en una planta de su propiedad tres turbinas brasileñas, en las que invirtió 170 millones de dólares, con los que busca que la central pueda soportar caídas de agua hasta de 900 metros, como las que se usan en las zonas de la cordillera de los Andes.
La potencia de cada uno de los equipos que suministrará Impsa a EPM, es de 105 megavatios.
El vice presidente ejecutivo de Impsa, José Luis Menghini, dijo al Diario del Comercio, de Brasil, que los ensayos de los rodetes de las turbinas de La Tasajera se realizarán en el laboratorio de equipamientos eléctricos de Mendoza (Argentina), donde además se entrena personal de la factoría de turbinas brasileñas.
La rehabilitación de las turbinas consistirá en la implementación de un diseño hidráulico que optimizará su eficiencia con inyectores. A diferencia de los existentes, que son fundidos, los rodetes son de tres metros de diámetro y de una sola pieza forjada.
La Tasajera está localizada en el municipio de Barbosa, al norte del Valle del Aburrá, en cercanías del municipio de Girardota y suministra 315 megavatios al sistema interconectado nacional (SIN). La primera unidad inició operación 1993 y aprovecha una caída bruta de 933 metros y un caudal de 13,25 metros cúbicos. Junto a la Central Niquía conforma el desarrollo hidroeléctrico Riogrande II.
Alistan locomotoras
De otra parte, el intercambio comercial colombobrasileño se dinamizará con el contrato que le adjudicó a General Electric (GE), la firma Colombian Natural Resources, para el suministro de cuatro locomotoras de transporte de carbón y que deben estar sobre rieles en junio del 2011.
Este pedido se suma a los 33 equipos del mismo modelo que GE produce en su planta de Contagem (ubicada en el estado de Minas Gerais) y que ha vendido a las carboneras extranjeras que operan en el país como Drummond, Cerrejón, Prodeco y la filial colombiana de la también brasileña Vale. Las locomotoras tienen avances tecnológicos de última generación.
Fuente - Portfolio.com

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

BP venderá negócio na Colômbia a Ecopetrol e Talisman por US$ 1,9 bilhões

A BP chegou a acordo para vender a BPXC - seu negócio na Colômbia de exploração, produção e transporte de gás e petróleo - para um consórcio formado pela estatal colombiana Ecopetrol e pela canadense Talisman Energy, por um total de US$ 1,9 bilhão. A Ecopetrol, estatal de petróleo colombiana, ficará com 51% das operações e a Talisman, com 49%.
Sujeita a aprovações de órgãos reguladores, a venda deve ser concluída até o final do ano. O negócio faz parte do plano da BP, anunciado em 27 de julho, para se desfazer de até US$ 30 bilhões em ativos durante os próximos 18 meses.
A unidade colombiana da BP tem ativos que incluem participação em cinco campos de produção, participação em quatro dutos e dois blocos de exploração em águas profundas. As reservas líquidas comprovadas somam 60 milhões de barris de óleo equivalente (boe) e a produção é de aproximadamente 25 mil barris de boe por dia.
Na fase de exploração e produção, a BPXC tem participação e opera a Tauramena (31%), Rio Chitamena (31%), Recetor (50%) e Piedemonte (50%), em contratos associados que expiram entre 2016 e 2020. Os campos de produção sob licença incluem Cusiana, Pauto e Florena. A companhia também detém 40,56% das ações e operação dos blocos de exploração em alto mar RC4 e RC5 em Cartagena, obtidos em 2007.
Na fase de estocagem, transporte e comercialização, a BPXC tem ações na unidade de processamento de gás Cusiana e em quatro linhas de transmissão que totalizam 1.600 quilômetros de oleoduto e 400 quilômetros de gasoduto, incluindo 24,8% de participação no oleoduto OCENSA.
Fonte - Dow Jones.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Empresas electrónicas viajan a Chile para participar de la reconstrucción

Argentina exportó a Chile durante el año pasado por casi 4.400 millones de dólares y se ubica en cuarto lugar entre los proveedores de ese país.
Una misión comercial integrada por empresas agrupadas en la Cámara de Industrias Electrónicas (CADIEEL) viajará en los próximos días a Chile para participar en los programas de reconstrucción de infraestructura de ese país tras el sismo sufrido a principios de este año.
CADIEEL, junto a la Cancillería a través del Programa de Desarrollo de Comercio Exterior, desarrollará en territorio chileno rondas de negocios con contrapartes locales y diversos contactos institucionales.
Argentina exportó a Chile durante el año pasado por casi 4.400 millones de dólares y se ubica en cuarto lugar entre los proveedores de ese país. El presidente de CADIEEL, Ramiro Prodan, destacó que la visión de la entidad "hace considerar a Chile no como un cliente sino como un socio estratégico", y adelantó que para la edición 2011 de su exposición internacional de iluminación BIEL (que se realiza en Buenos Aires), Chile será uno de los invitados especiales".
En la agenda de la misión se prevén más de 80 reuniones de negocios, además de encuentros con las autoridades de entidades como ProChile, el Banco Nación, cámaras empresarias y la embajada Argentina en ese país.
Fuente - DyN

terça-feira, 27 de julho de 2010

Eletrobrás quer participação em energia nos EUA

A Eletrobrás quer comprar até 5% de participação em usinas hidrelétricas, eólicas ou em empresas de transmissão de energia já instaladas nos Estados Unidos. "Estamos buscando algo em torno de 300 megawatts (MW). O bom nos Estados Unidos é que com quaisquer US$ 60 milhões é possível comprar alguma coisa", disse ontem o superintendente de operações internacionais da estatal, Sinval Gama.
Segundo ele, a ideia é fechar uma aquisição até o fim deste ano, dando importante passo no processo de internacionalização da estatal, que tem no mercado americano um de seus focos, ao lado de países vizinhos ao Brasil. A empresa prevê que em 2020 pelo menos 10% do faturamento venha de operações no exterior.
De acordo com Gama, o momento é bastante propício para investir nos Estados Unidos, já que o governo local quer ampliar os projetos voltados para energia limpa. "Antes mesmo do acidente no Golfo do México, o presidente Obama já defendia a ideia de limpar a matriz energética americana", destacou o executivo. Segundo ele, a Eletrobrás só vai entrar em projetos internacionais que apresentem rentabilidade maior do que no Brasil.
A Eletrobrás estuda projetos de até 30 mil MW no exterior. "Mas é claro que não vamos entrar em todos", salientou Gama. Além dos Estados Unidos, estão nos planos de curto prazo da companhia usinas no Peru, Argentina e Nicarágua, num total de 6 mil MW para começar a construir no máximo até o fim do primeiro semestre em 2011.
No Peru, a ideia é construir cinco usinas num total de 7 mil MW. A primeira, de Ianambari, terá 2 mil MW e receberá investimentos de US$ 2,5 bilhões, metade para cada país. Da parte brasileira, 30% será de capital próprio da Eletrobrás e outros 70% financiados. Na Argentina, a estatal está promovendo o estudo de pré-viabilidade da usina de Garabi, de 3 mil MW. Na Nicarágua, a intenção é construir uma usina de 1 mil MW, com início das obras ainda este ano.
Em evento sobre a integração Brasil-Bolívia promovido pelo Grupo de Estudos de Energia Elétrica (Gesel) da UFRJ, Gama citou estudos avançados para a construção de uma linha de transmissão de 500 quilômetros interligando Brasil e Uruguai. Além disso, estuda oportunidades na Colômbia, Guiana, Costa Rica, El Salvador e Honduras.
Bolívia. Durante o evento, a empresa foi convidada pelo governo boliviano para parcerias com a estatal local, Empresa Nacional de Eletrificação (Ende). "Não precisamos de financiamentos ou investimentos. Queremos a experiência da Eletrobrás, queremos que haja um intercâmbio de tecnologia", disse o vice-ministro de Eletricidade e Energias Alternativas da Bolívia, Roberto Peredo Echazú.
Peredo disse que a Bolívia busca maior geração hídrica, que ainda é pequena no país vizinho, movido a térmicas a gás natural. Além de contribuir com sua expertise na construção das hidrelétricas e linhas de transmissão, a Bolívia quer que a Eletrobrás participe da reestruturação da Ende, que desde 1.º de maio é responsável pelos ativos de geração do país, que haviam sido privatizados na década de 1990.
Após anunciar o interesse da Eletrobrás nos EUA, o superintendente de operações internacionais, Sinval Gama, disse que "é bom que fique claro que o Brasil não precisa da energia externa".
Fonte - Kelly Lima / RIO - O Estado de S.Paulo

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Se revelaron "Secretos para exportar y hacer negocios con la UE"

Ante el desconocimiento por parte de los micro, pequeños y medianos empresarios de nuestro país, sobre la reglamentación y oportunidad que representa el potencial mercado de la Unión Europea, IBNORCA brindó un seminario internacional denominado "Los secretos del comercio, conozca como exportar y hacer negocios con la Unión Europea".
El Director Ejecutivo del Instituto Boliviano de Normalización (IBNORCA), Alvaro del Castillo dijo que la iniciativa se dio debido a que los empresarios que quieren exportar a Europa desconocen las normativas que están relacionadas a la exportación.
"La preocupación del IBNORCA, a través del proyecto Norexport de la Unión Europea, es tratar de difundir y llegar a los empresarios, sobre lo que es el comercio exterior", acotó.
Hasta la fecha nuestro país no aprovechó el mercado integrado de aproximadamente 500 millones de posibles consumidores de diversos productos en Europa.
La representante de la Unión Europea, Irene Nieto Escribano, señaló que los productos que más preferencias tiene el mercado europeo son los alimentos naturales, productos agrícolas, textil, cuero y calzados elaborados.
La consultora de la UE identificó rubros en los que podrían ingresar los productos bolivianos a Europa como alimentos de origen vegetal, tomando en cuenta que "Bolivia es un país con gran potencial agronómico". En ese sentido, se debería desarrollar este potencial.
Otros productos son textiles, puesto que Europa tiene una gran demanda, pero la oferta boliviana deber ser de textiles de calidad, tomando en cuenta que en la actualidad está ingresando productos de origen asiático, pero de menor calidad.
También el cuero y calzado "lo considero un sector al que Bolivia podría acceder y tendría muchas oportunidades", remarcó Nieto al reconocer que en este momento, los productos bolivianos pueden ingresar al mercado europeo al amparo del SGP.
Además explicó que los empresarios de Bolivia, para poder exportar requieren conocer las normativas, características comerciales, reglamentación y oportunidades de los países que conforman la UE.
Según Nieto, Bolivia actualmente está como país beneficiario del Sistema de Preferencias Generalizadas, donde algunos productos tienen rebaja de aranceles.
"Actualmente, Bolivia está como país beneficiario del Sistema de Preferencias Generalizadas (...), estos productos están con rebajas de aranceles y tiene que aprovecharla", explicó.
Fonte - Jornaldanet

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Empresários e governo do Peru conhecem oportunidades de comércio bilateral com MT

A expansão dos indicadores econômicos de Mato Grosso com o Peru e deste com o Brasil dá o sinal de alerta para as oportunidades de negócios entre os dois países. Esta é a principal constatação de empresários brasileiros e da Missão Logística do Peru, reunidos em Cuiabá nesta quinta-feira (22). A atividade promovida pelo Ministério de Comércio Exterior e Turismo do Peru e apoio do Sebrae-MT teve como objetivo colocar frente a frente quem quer comprar e quem quer vender.
Dados da Secretaria de Indústria, Comércio Minas e Energia (Sicme) do governo do Estado mostram que no primeiro semestre deste ano exportações de Mato Grosso para o Peru somaram cerca de US$ 7 milhões, mas do que o comércio estadual com a Argentina, que registrou US$ 3 milhões no período.
O conselheiro econômico do Consulado do Peru em São Paulo, Antonio Castillo identifica outro potencial. Ele diz que em nível geral, “o Peru teve crescimento de 50% da exportação para o Brasil, entre janeiro e maio de 2010 contra 2009”. “Os empresários peruanos não sabiam que havia potencial de Cuiabá como região exportadora. Vimos aqui a possibilidade de comércio bilateral em cebola, batata, azeitona e peixe em conserva, cimento, sal”.
O indicador, afirma, precisa ser seguido pelos empresários mato-grossenses. O principal gargalo da efetivação de negócios é o custo logístico. Por isso, Castillo diz que neste segundo semestre, o Ministério do Comércio Exterior daquele país fará uma pesquisa de custo de distribuição de mercadorias do Peru para o Brasil, o que inclui rotas de Mato Grosso. Para fomentar ainda mais os negócios, de 4 a 6 de novembro, o governo peruano realizam em São Paulo a ExpoPeru, encontro de promoção de negócios, investimentos e para o qual empresários mato-grossenses foram convidados. Haverá no evento 200 empresas peruanas de exportação e investimentos.
O superintendente do Sebrae-MT, José Guilherme Barbosa Ribeiro, informa que a missão do Peru a Mato Grosso é um dos efeitos das ações da instituição, que tem levado empresários a visitarem o Peru nos últimos cinco anos. “Cuiabá e Mato Grosso, um Estado mediterrâneo, com a Rodovia Interoceânica no Peru, precisam aproveitar o fluxo de mercadorias que virão pelo Acre, Rondônia para a região Sul e Sudeste”.
O secretário Adjunto de Desenvolvimento da Sicme, Elio Rasia, avaliou a visita da missão peruana como algo para estimular os empresários de Mato Grosso a olharem e fazerem negócio com o Pacífico. “Teremos grande perspectivas de negócios em carnes, farelo de soja e óleo. Como algodão, que eles importam dos EUA e China”. Ele disse que o nível da missão é de empresários que têm visão e conhecem o que fazem. “Empresários e pessoas do governo peruano despertam e alertam empresários locais para os negócios”.
O gestor de negócios da Rede Centersul, Anderson Balestra, aponta a viabilidade da importação de cimento do Peru, grande produtor. E também mostra visão de alerta às oportunidades aos empresários locais. “É uma iniciativa do país que está alertando e informando o que tem disponível para atender o mercado”. A rede opera com 30 unidades no varejo de construção em Mato Grosso. O cimento peruano chegaria cerca de US$ 8,00 a saca de 42,5 Kg na divisa do Acre com o Peru. No mercado de Mato Grosso, ultimamente, o valor da saca de 50 Kg está cerca de US$ 14,00.
A Chefe de Planejamento e Projetos da Empresa Nacional de Puertos, de Ilo, Peru, Rosário Peña, citou avanços do encontro em Cuiabá. “Tivemos algumas consultas sobre produtores de sal para trazer o produto e fosfato. Há operador interessado em exportar do Peru e querem saber tarifa e custos”.
Conjuntura
O suporte para os negócios das economias complementares de Mato Grosso e Peru estão na Rodovia Interoceânica Sul, que liga o Oceano Pacífico do Peru a Cuiabá por Rio Branco (AC) e Porto Velho (RO) e cuja inauguração deve ser feita até o fim do ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Iniciativa da missão promovida pelo Ministério do Comércio Exterior e Turismo compõe o Projeto Mercado de Fronteira, liderado pelo Sebrae nos Estados de Mato Grosso, Rondônia e Acre.
Segundo o diretor de Comércio Exterior do Peru, Francisco Ruiz Zamudio, o ambiente de negócios do país tem sido forte por causa dos acordos comerciais com EUA, União Europeia, Cingapura, Canadá, Japão. “Noventa e oito porcento dos produtos peruanos entram nesses mercados sem pagar imposto”. Zamudio diz que nos próximos cinco anos as exportações peruanas devem duplicar dos atuais US$ 30 bilhões. As vendas externas do país crescem 20% ao ano.
Junto com o governo federal, uma série de medidas tem aproximado o comércio bilateral. Motivo de investimentos nacionais no Peru em US$ 20 bilhões nos últimos anos, do porte de Camargo Correa, Odebrecht, Petrobras, Gerdau e Braskem. O país tinha crescimento do PIB antes da crise a uma média de 9% ao ano. No ano passado, houve crescimento de 0,7% e neste ano, a estimativa é de 6%.
Fonte - O Documento

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Países da América Latina facilitam remessas com a Espanha

Serviço é chamado "Correogiros", onde os correios prometem atendimento em 15 minutos com preços acessíveis; Argentina, Costa Rica, Cuba, Equador, Colômbia, Chile e República Dominicana acabam de se juntar ao projeto, desenvolvido pela União Postal Universal.
Correios de sete países da América Latina acabam de se juntar a uma iniciativa para facilitar serviços seguros de transferência de dinheiro.
Com tecnologia desenvolvida pela União Postal Universal, UPU, a iniciativa será oferecida por Argentina, Costa Rica, Cuba, Equador, Colômbia, Chile e República Dominicana.
Oportunidade
O projeto foi lançado em 2008 por Espanha, Chile e Uruguai. O serviço é chamado "Correogiros", onde os correios desses países prometem atendimento em 15 minutos com preços acessíveis.
Segundo o diretor-geral da UPU, Edouard Dayan, os novos signatários vão oferecer oportunidade importante para as transações no corredor Espanha-América Latina.
De acordo com a agência, mais de 1 milhão de cidadãos dos países que assinaram o projeto moram na Espanha. Em 2009, remessas estimadas em quase US$ 59 bilhões, o equivalente a cerca de R$ 100 bilhões, foram enviadas à América Latina e Caribe.
O serviço deve facilitar as transferências entre a Espanha e esses países e nas transações realizadas na região.

Interpoint oferece luxuoso safári de esqui no Chile e Argentina

A operadora Interpoint Viagens e Turismo está oferecendo aos seus clientes um safári de heliski pelas estações do Chile e Argentina. O pacote inclui quatro noites na argentina Las Leñas e outras oito noites no Chile, sendo quatro em Portillo e quatro em Valle Nevado. O pacote custa a partir de US$ 15.000 por pessoa em acomodação dupla.
O pacote inclui conforto máximo ao passageiro, com trechos aéreos entre São Paulo e Santiago e entre Las Leñas e São Paulo em classe executiva. Já os traslados entre o aeroporto de Santiago e Portillo e dali a Valle Nevado serão em helicópero. Para completar, a viagem entre Santiago e Las Leñas será a bordo de um jato privativo.
Mais informações podem ser obtidas no site www.interpoint.com.br ou telefones (11) 3087.9400 / 0800.942.9400.
Fonte - Mercadodeeventos

LAN Chile compra 50 aviões A320 por US$ 4 bilhões

A companhia aérea LAN Chile assinou um protocolo de acordo para comprar da fabricante de aeronaves europeia Airbus 50 aviões da família A320, em um contrato de mais de 4 bilhões de dólares, anunciou nesta terça-feira a Airbus no salão de Farnborough (Grã-Bretanha).
"A companhia aérea LAN, uma das líderes na América Latina em transporte de passageiros e mercadorias, anunciou hoje sua intenção de comprar 40 novos aviões eco-eficientes da família Airbus 320", afirmou o gigante da aeronáutica europeu em um comunicado.
"O memorando de entendimento assinado hoje no salão aeronáutico de Farnborough será o maior pedido individual para a Airbus na América Latina", completa o texto.
A companhia aérea comprou também dez aviões A321, a versão mais comprida do A320.
A LAN já tinha pedido em dezembro de 2008 um total de 30 aviões A320.
O pedido desta terça-feira faz parte do programa de renovação e expansão da frota da LAN, que já conta com aviões A318, A319, A320 e A340-300, com os quais cobre 65 destinos de todo o mundo que incluem América do Norte, Europa e Pacífico Sul.
A companhia aérea chilena assinou também um contrato de 2 bilhões de dólares com a CFM, uma co-empresa entre Snecma (grupo Safran) e General Electric, para motores CFM56-5B e a manutenção de 70 aeronaves A320, segundo um comunicado separado da CFM.
Trata-se do maior pedido de motores por parte da LAN e a entrega começará em 2010, informou a CFM.
Fonte - AFP