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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Chile logra tasa récord en bono colocado en el exterior

La reactivación de las inversiones y del consumo también se puede monitorear a través de las cifras de la banca.
Según números de la Superintendencia de Bancos e Instituciones Financieras (SBIF), las colocaciones de la banca aumentaron en 1% en el mes de junio, marcando su tercer mes consecutivo de expansión. Para el regulador, la cifra refleja que se está consolidando un mayor ritmo de la actividad interna. Estimaciones del gremio bancario apuntan a un aumento de poco menos del 10% en el número de préstamos para este año, en una apuesta por el aumento del consumo.
Los créditos que más se acrecentaron en el último mes fueron los hipotecarios, que registraron un alza de 0,98% respecto de mayo, para sumar un avance de 9,74% en los últimos doce meses. En junio, también aumentaron los préstamos a empresas, en un 0,61%, con lo que alcanzan una variación de 4,89% en el último año.
Por el contrario, los créditos de consumo se mantuvieron prácticamente planos, con apenas una leve variación de 0,04%.
El incremento de la actividad también ha provocado un alza en las utilidades de la banca, que sumaron US$ 1.554 millones en el primer semestre del año. La cifra es un 57% más alta que lo acumulado en el mismo período del año anterior.
Las utilidades aumentaron con fuerza en junio, en un 12,6% respecto de mayo. El avance, según la SBIF, se explica principalmente por una reducción en las provisiones por riesgo de crédito, un aumento de las operaciones financieras y de las comisiones.
A nivel general, los niveles de morosidad se han estabilizado, siendo los impagos en préstamos hipotecarios los únicos que registran una leve alza de menos del 1%.
0,98% es el alza registrada por los créditos hipotecarios en junio respecto del mes anterior. Es el rubro que más ha subido.
0,61% aumentaron las colocaciones comerciales (créditos a empresas) en junio, sumando un alza de casi 5% en doce meses.
5,22% han crecido los créditos de consumo en el último año, pero en junio prácticamente no registraron variación
Fuente - Mercurio

quarta-feira, 14 de julho de 2010

AIE prevê alta na produção de petróleo no Brasil em 2011

A Agência Internacional de Energia (AIE) afirmou em seu relatório mensal sobre o mercado de petróleo mundial que, entre os países que não são membros da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil deverá ter o maior aumento individual na produção de petróleo em 2011, de cerca de 210 mil barris diários, para 2,4 milhões de barris diários em média.
Segundo a AIE, em contraste com o declínio geral nos países membros da OCDE, a produção de petróleo nos países de fora do grupo vai aumentar 465 mil barris diários em 2011, para 30,3 milhões de barris, com ajuda da América Latina e do Brasil em especial. O crescimento da produção brasileira será seguido pelo do Azerbaijão, Colômbia, Gana e Oman.
Apenas na América Latina, a AIE prevê que a oferta de petróleo vai aumentar em 300 mil barris por dia no próximo ano, para 4,4 milhões de barris por dia. O crescimento da produção no Brasil e na Colômbia vai contrabalançar, em parte, a queda em outros locais, como na Argentina.
O Brasil também será um dos destaques entre os países que não fazem parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Em 2011, a oferta nos países de fora do cartel deverá crescer 400 mil barris por dia, para 52,8 milhões de barris por dia, segundo a AIE. "Brasil, Colômbia e Canadá darão uma faceta orientada pelas Américas para o crescimento nos países que não são membros da Opep em 2011", diz a AIE no relatório.
A AIE destaca também que, depois do crescimento anual estimado em 255 mil barris diários na produção global de biocombustíveis em 2010, a oferta desse tipo de produto deverá aumentar mais 210 mil barris por dia em 2011 com ajuda do Brasil. Quase 30% do crescimento na oferta de biocombustíveis no próximo ano virá do etanol brasileiro, mais do que os 20% de contribuição do etanol dos EUA e dos 15% dos países da Europa que integram a OCDE
Fonte - Estadão