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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Bolívia elabora projetos para fornecer energia elétrica ao Brasil

A Bolívia pretende se tornar nos próximos 10 anos um centro de energia elétrica para o Brasil, informou neste domingo o vice-presidente, Alvaro García.
"Queremos ser o centro de gás e de energia elétrica, porque nosso potencial de energia elétrica é gigante", disse García à imprensa local.
Perguntado sobre quais são os prováveis mercados da energia boliviana, García disse: "Os três países que nos cercam, principalmente o Brasil, que anualmente demanda quase 4.000 novos megawatts". Os outros dois destinos para a energia que seria produzida no país seriam Chile e Peru.
O governo boliviano pretende construir seis hidrelétricas para seu mercado interno e para exportação em um custo estimado de 5,7 bilhões de dólares, o que permitiria aos bolivianos pelo menos triplicar sua capacidade instalada, que atualmente é de 3.290 megawatts.
Parte dos recursos será do Estado boliviano, que tentará obter cooperação externa.
Os dois projetos hidrelétricos mais importantes, que estão em fase de estudo, são o de Cachuela Esperanza, localizado entre os departamentos amazônicos de Beni e Pando, e o de El Bala, na região de La Paz.
O primeiro tem um custo estimado de 1,6 bilhão de dólares; e o segundo, de 2,4 bilhões de dólares.
Fonte - AFP

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Gás descoberto em Morada Nova de Minas equivale a "meia Bolívia"

O gás natural descoberto em Morada Nova de Minas, na Região Central do estado, será explorado comercialmente a partir do ano que vem. O volume descoberto num único poço pode chegar à metade do fornecido ao Brasil pela Bolívia, estimou quinta-feira o governador mineiro Antônio Augusto Anastasia. “O empresário Eike Batista diz que descobriu meia Bolívia de gás natural no Maranhão. A outra metade, se Deus quiser, está aqui”, frisou. O Brasil importa diariamente da Bolívia até 30 milhões de metros cúbicos do combustível. A descoberta ocorreu há uma semana e foi comunicada segunda-feira à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Desde a confirmação da existência do combustível, porém, os indícios do potencial da reserva durante a perfuração estão cada vez mais robustos, informou o governador. A presença de gás natural em Minas significa a redenção econômica para a Bacia do Rio São Francisco porque, além de atrair indústrias, representa a possibilidade de aumento de arrecadação para os pequenos municípios locais na forma de royalties, sem contar o fato de que o estado tem participação em cinco dos 43 poços licitados pela ANP na região. Ainda vai levar 60 dias para que o consórcio que reúne Codemig, Orteng, Imetame Energia e Delp Engenharia no projeto de exploração do combustível divulgue o tamanho da reserva e a vazão do gás em Morada Nova de Minas. Serão mais 30 dias de perfuração a uma razão diária de 53 metros de profundidade, até chegar à meta principal, que é alcançar 2,5 mil metros de profundidade. O gás descoberto na semana passada foi encontrado a 1.440 metros da superfície. Em seguida, começa a ser feito o teste de formação de poço, que levará outros 30 dias até ser concluído. O que se sabe, de imediato, é que o gás poderá ser explorado por meio da construção de uma termelétrica vizinha ao poço ou da construção de um gasoduto, mas tudo depende do volume que será apurado. “O importante é que foi encontrado um volume considerável no primeiro furo de um bloco de 3 quilômetros quadrados. Essa descoberta nos dá garantia de que estamos no caminho certo”, disse o governador. De acordo com ele, com a confirmação da existência do combustível, o gás natural ficará mais barato em Minas. Em junho, o preço do metro cúbico do combustível importado da Bolívia custava US$ 7,42 por milhão de BTUs, 35% a mais que o produzido no Brasil até agora. Na Europa, a mesma quantidade de gás custa em média US$ 3, informou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico. “Esse gás mais barato servirá para todos os consumidores, especialmente os industriais, porque isso significa uma redução do custo da produção”, disse Anastasia. Para o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Orteng, Robson Andrade, o gás será um atrativo a mais para novos projetos e a diversificação da indústria em Minas, como é o caso do setor petroquímico. “É a possibilidade de termos gás à disposição dentro da nossa casa”, comparou. Além do consórcio formado pela iniciativa privada e a Codemig, empresas como Petrobras, Shell e British Petroleum também são donas de blocos estão e desenvolvendo pesquisas na área licitada. Segundo Oswaldo Borges da Costa Filho, presidente da Codemig, os blocos só foram licitados pela ANP a pedido do ex-governador Aécio Neves. “Ele questionou o motivo pelo qual as áreas onde havia indícios da existência do combustível não iam a leilão”. De acordo com Costa Filho, na época, a dúvida é se haveria empresários interessados em participar da disputa. “Hoje o gás é uma realidade. Mas essa foi uma ação planejada, não caiu do céu”. A expectativa é que os royalties a serem arrecadados com a produção de gás natural em Minas fiquem entre 5% a 6% da produção. Além disso, o estado é dono de 49% da exploração, já que é essa a sua participação no consórcio. Os outros 51% estão nas mãos da iniciativa privada. “O gás é extremo indutor de crescimento industrial em qualquer país. Europa e Estados Unidos só conseguiram desenvolver sua indústria com a matriz energética do gás”, sustenta o secretário de Desenvolvimento Econômico Sérgio Barroso.
Fonte - Guia BD

domingo, 29 de agosto de 2010

Venezuela: Reservas de gás já são as maiores da América Latina

A Venezuela aumentou as reservas comprovadas de gás para 185 200 mil milhões de pés cúbicos, o maior valor da América Latina, com a incorporação de 6,4 mil milhões de pés cúbicos encontrados no Golfo do país.
O aumento das reservas de gás comprovadas foi publicado na Gazeta Oficial e levou a empresa estatal Petróleos da Venezuela S.A. (PDVSA) a anunciar que as novas reservas vão ser exploradas pela hispano-argentina Repsol-YPF e a italiana ENI.
«Uma recente descoberta no bloco Cardón IV do projeto Rafael Urdaneta, no Golfo da Venezuela, permitiu elevar os volumes comprovados (...), segundo um relatório da Direção Geral de Exploração e Produção de Hidrocarburetos do Ministério do Poder Popular para a Energia e Petróleo», explica um comunicado da PDVSA.
Fonte - LUSA

sábado, 7 de agosto de 2010

Bolívia ratifica que conta com gás para cumprir contratos

O ministro boliviano de Energia e Hidrocarbonetos, Fernando Vincentti, ratificou hoje que o país tem na atualidade uma reserva provada de gás suficiente para abastecer "folgadamente" a demanda interna e externa.
De acordo com o servidor público, as reservas nacionais são de ao menos 19 trilhões de pés cúbicos e com apenas sete por cento de seu potencial geo-hidrocarburífero em produção pode sobreviver os próximos 20 anos. O tema da quantidade de gás que nós tenhamos como reservas não deve preocupar a ninguém, temos gás suficiente para o mercado interno e o externo, afirmou em uma entrevista concedida à estatal Agência Boliviana de Informação.
Desde 1999, Bolívia exporta gás diariamente para o Brasil, e seis anos mais tarde iniciou envios similares a Argentina, com as assinaturas de adendas posteriores no caso da nação ao sul.
Segundo estes contratos, até 30 milhões de metros cúbicos de gás boliviano vão diariamente ao Brasil por um duto de 2.130 quilômetros lineares entre o centro boliviano e o estado industrial brasileiro de São Paulo.
Enquanto isso, para a Argentina seguem em média cinco milhões de metros cúbicos diários, ainda que neste último caso o montante total tende a subir e crescerá quando se habilite em pouco tempo um gasoduto binacional.
Fonte - Prensa Latina

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Alan García sobre conflicto por exportación del gas: "No quiero que haya dos Perú"

El presidente afirmó que Perú es uno solo y no desea existan dos zonas diferenciadas por su desarrollo: el norte, que está en proceso de crecimiento; y el sur, que no lo está por obra de quienes predican mal y desinforman. Nota relacionada
En ese sentido, el Mandatario criticó la ola de protestas que se vienen dando por la exportación de gas de Camisea, la cual ha dejado como saldo 18 heridos.
Por ello, García puso como ejemplo a la región Piura, y destacó su crecimiento gracias al uso de sus recursos naturales para atraer la inversión y el desarrollo; y contrastó esta situación con las zonas donde hay algunos sectores que, por ejemplo, exigen que no se toque el gas.
“Pero si alguien se obstina en decir, 'no toquen, dejen las cosas como están', ¿a dónde puede ir nuestra Patria? ¿Cómo podemos competir con países que ya salieron de ese pensamiento?, como Chile, como Colombia ¿Cómo podemos competir?”, se preguntó.
Asimismo, el jefe del Estado resaltó que en el país no puede aplicarse la “filosofía de reproducir las miserias” ni la política de la irresponsabilidad.
Proyecto Bayóvar
“Que hubiera ocurrido si los comuneros se mantenían en la cerrazón de decir 'no quiero que nada venga, quiero quedarme como estoy'; entonces seríamos condenados a seguir importando por siempre el fertilizante”, aseveró.
A su vez, agregó que si Perú mantiene la actual ruta hacia el desarrollo, dentro de una década estará a punto de ingresar al Primer Mundo.
Fuente - Andina

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Reservas de gas de Argentina cayeron a la mitad y sólo alcanzan para 7 años más

Las reservas de gas de Argentina cayeron a la mitad desde 2000 hasta ahora, cuando suman unos 378.862 millones de metros cúbicos, con lo que al actual ritmo de producción sólo alcanza para los próximos 7 años y medio, según informe sobre el sector energético difundido hoy.
El nivel de las reservas de gas registró una caída interanual del 4,9 por ciento en 2009 y resulta "insuficiente para un país que como Argentina basa su consumo energético en ese producto", advierte el trabajo del Instituto de la Energía "General Mosconi".
Además subraya que en el actual contexto de aumento de la demanda de gas y electricidad, el país suramericano "se muestra incapaz" de abastecerse a sí mismo, por lo que "necesita recurrir en forma creciente e irreversible" a la importación de combustibles "de alto coste", cosa que "repercute negativamente en las finanzas públicas".
La difusión de este informe coincide con reducciones y cortes en el suministro de gas a la industria dispuesto por el Gobierno argentino con el fin de garantizar el abastecimiento a la población ante las bajas temperaturas invernales, para preocupación de las asociaciones empresariales.
Según el instituto de estudios energéticos, la caída de las reservas argentinas de hidrocarburos está vinculada con las inversiones en exploración realizadas en las últimas tres décadas.
Sostiene que la producción de gas en Argentina cae en forma sostenida desde 2004 y
en 2009 se situó en 48.413 millones de metros cúbicos, con una bajada del 7,3 por ciento entre esos años.
"Durante la década de 2000, se terminaron 484 pozos de exploración, menos de la mitad de los pozos terminados" en los años '90, "mientras que la reducción es del 47 por ciento considerando" los de los '80, apunta el informe.
En este sentido, remarca que la producción de petróleo acumula una caída del 16 por ciento en los últimos diez años, con lo que las reservas de crudo registraron una bajada de igual proporción entre 2000 y 2009, cuando llegaron a 398.213 millones de metros cúbicos.
Calcula que las reservas de crudo de Argentina alcanzarán para once años más y destaca que la "limitada capacidad productiva" del país le ha obligado a "recurrir a importaciones progresivamente mayores de gas desde Bolivia y de Gas Natural Licuado (GNL) de otros proveedores, "así como a la sustitución y limitación de combustibles para el sector industrial y de generación eléctrica".
Argentina sufrió en 2004 una crisis energética que le obligó a reanudar las compras de gas a Bolivia y racionar la provisión del fluido a Chile, además de recortar el suministro a industrias y automóviles.
Fuente - EFE

terça-feira, 27 de julho de 2010

Equador começará renegociação com petrolífera amanhã

O ministro de Recursos Não Renováveis do Equador, Wilson Pastor, afirmou que a renegociação dos contratos do país com as petrolíferas começará na terça-feira. Durante uma entrevista coletiva, ele disse que o governo entregará para as companhias nesta semana um modelo do contrato que será utilizado durante o processo.
A administração do presidente equatoriano, Rafael Correa, quer trocar os contratos atuais, que preveem a divisão da produção de petróleo e gás entre as empresas e o governo, por outros que transformarão essas empresas em prestadoras de serviços. Sob os novos termos, o país ficaria com toda a produção e pagaria às companhias pela extração desses produtos.
As negociações devem primeiro tratar de aspectos jurídicos e, posteriormente, dos pagamentos às petrolíferas. Segundo o governo equatoriano, se as empresas não quiserem aceitar os novos contratos, será determinado um preço para a liquidação dos contratos atuais, de forma a abrir caminho para que as companhias deixem o país.
No sábado, durante um pronunciamento semanal, Correa disse que o projeto de lei para o setor de hidrocarbonetos deve entrar em vigor automaticamente na terça-feira porque os congressistas não conseguiram cumprir o prazo estipulado para votar a proposta.
Correa enviou o projeto de lei em caráter de urgência à Assembleia Nacional em 25 de junho e deu um prazo de 30 dias para que ele fosse aprovado ou rejeitado. As leis do país permitem que o presidente oficialize medidas consideradas urgentes se o Congresso não cumprir o prazo de votação do projeto.
Fonte - Dow Jones.

domingo, 25 de julho de 2010

Colômbia garante gás à Venezuela e anuncia medidas na fronteira

O governo colombiano garantiu, neste sábado, o abastecimento de gás para a Venezuela e anunciou "medidas" para reativar a economia na região de fronteira, afetada pela crise diplomática e pela restrição do comércio binacional.
O ministro colombiano da Fazenda, Oscar Zuluaga, disse à rádio Caracol que o presidente Álvaro Uribe deu instruções para vender aos venezuelanos "todo produto e serviço de que precisem", inclusive o gás natural, através do gasoduto binacional ''Antonio Ricaurte''.
Este gasoduto, inaugurado em 12 de outubro de 2007, transporta diariamente entre 200 e 300 milhões de pés cúbicos de gás natural do campo colombiano de Ballenas (nordeste) para a Venezuela.
A estatal colombiana Ecopetrol e a privada americana Chevron exploram conjuntamente o gás em Ballenas.
Por outro lado, Uribe anunciou um "conjunto de medidas" para reativar a economia no departamento (estado) colombiano de Norte de Santander, e outras regiões fronteiriças afetadas pela crise com a Venezuela.
Entre estas medidas, o presidente citou uma "macro rodada" de negócios, a ser celebrada em 5 e 6 de agosto próximos em Cúcuta (nordeste), capital de Norte de Santander, à qual convocou "todos os colombianos para que comprem nesta cidade e ajudem a salvar o emprego dos nossos compatriotas na fronteira".
Fonte - Terra

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Bolivia planteó a Paraguay y Uruguay gasoducto de 2.000 km

El Gobierno de Bolivia planteó a Paraguay y Uruguay que reúnan una demanda suficiente de gas para justificar económicamente la construcción de un gasoducto de 2.000 kilómetros que pase por Asunción, destaca el jueves el diario ABC.
El gasoducto debe llegar a Montevideo, Uruguay, informó una fuente oficial.
Según la publicación, el Ministro de Hidrocarburos de Bolivia, Luis Fernando Vincenti, "habló del asunto en sus recientes encuentros con autoridades de Paraguay y Uruguay".
Agregó que Vincenti "no sólo ofreció vender gas a esos países, sino también formar una sociedad con el objetivo de crear cadenas de estaciones para el comercio de gas vehicular".
Señala que el Ministro boliviano dijo que existían avances para exportar inicialmente 300.000 metros cúbicos diarios de gas hacia Uruguay a través de gasoductos de Argentina.
Vincenti subrayó entonces que un 72 por ciento de la matriz energética de Uruguay tiene potencial de usar gas natural y que los recursos que usa en la actualidad ese país son más caros y escasos.
ABC anota que Vincenti también propuso que los tres países, que conforman el mecanismo de integración URUPABOL (Uruguay, Paraguay y Bolivia), identifiquen proyectos de industrialización de materias primas que sean transformadas con el gas boliviano o se formen empresas para la generación termoeléctrica.
Estos proyectos pueden desarrollarse, por ejemplo, ?en Uruguay en un posible puerto de libre disponibilidad en aguas profundas que se regiría bajo leyes bolivianas? para el acceso de buques que exporten la producción, dijo el ministro, subraya el diario asunceno.
Autoridades de Paraguay también ofrecieron a Bolivia un puerto a diez kilómetros de Asunción, agrega.
Informó que los próximos 29 y 30 de julio, una misión técnica boliviana visitará Asunción para avanzar en la concreción de estos proyectos.
También se ha previsto una reunión en septiembre entre los presidentes de Bolivia, Paraguay y Uruguay para avanzar en la integración de URUPABOL, según el informe.
Bolivia exporta en la actualidad gas a Argentina y Brasil diariamente un poco más de 37 millones de metros cúbicos.
Bolivia prevé ampliar los próximos años sus ventas de gas a Argentina de 7 a 27,7 millones de metros cúbicos diarios, una vez que sea concluido el gasoducto al nordeste.
Fonte - ABI

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Bolívia tem interesse em intensificar relações no setor energético com o Brasil, destaca especialista

A Bolívia está interessada em intensificar relações no setor de energia elétrica com o Brasil. Segundo o coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Gesel/UFRJ), Nivalde de Castro, um tratado sobre o tema, assinado recentemente entre o Brasil e o Peru, servirá de parâmetro para uma discussão com o país boliviano.
A integração bilateral será tema de um seminário que o Gesel promove no Rio de Janeiro, na segunda dia 26, e na terça-feira, dia 27, reunindo autoridades do setor elétrico dos dois países.
– Para a Bolívia ter acesso ao nosso conhecimento, à experiência, a financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para que empresas venham a atuar lado a lado, principalmente a Eletrobras, essa questão do tratado vai ser discutida – analisa Castro.
O Brasil já assinou com a Bolívia um tratado que permite a importação diária de até 30 milhões de metros cúbicos de gás natural. Castro ressaltou que, para o Brasil, é importante que os vizinhos tenham economias estabilizadas:
– Um dos fatores para você ter uma economia estabilizada, em desenvolvimento, é ter energia elétrica boa e barata. E, hoje, a quase totalidade da América Latina não tem energia boa e barata. Por isso, ele aposta na integração energética feita por meio da troca de experiências e da possibilidade de investimento de um país no outro.
– Nós acabamos dando condições para que esses países alterem as suas matrizes, que hoje são nitidamente em cima de gás e petróleo, o que é caro e poluidor, e caminhem na direção de uma matriz hidrelétrica, em que a energia é renovável, limpa e barata. E o Brasil tem condições de apoiar isso – afirma Castro.
Fonte - Agencia Brasil

terça-feira, 20 de julho de 2010

Produção de petróleo e gás em junho aumenta 2,3%

A Petrobras aumentou em 2,3% a produção de petróleo e gás natural no Brasil e no exterior no mês de junho, na comparação com junho do ano passado. Em nota divulgada nesta segunda-feira (19), a estatal informou que foram produzidos no mês passado 2,563 milhões de barris de óleo por dia, contra média de 2,505 milhões barris/dia registrada em junho de 2009.
Em relação a maio, a produção ficou 1,5% menor. Segundo a estatal, a queda se deu em função da parada programada para a manutenção da plataforma P-43, no Campo de Barracuda, na Bacia de Campos.
Só no Brasil, a produção de petróleo e gás em junho foi de 2,315 milhões de barris/dia, volume 2,7% maior do que em junho de 2009. Nos campos situados nos 20 países onde a estatal mantém operações de extração, a produção média de junho ficou em 248 mil barris/dia, o mesmo nível registrado no mês anterior.
A produção média de gás natural foi de 53,6 milhões de metros cúbicos (m³) por dia, 800 mil m³ acima da produção média de maio (52,8 milhões de m³/dia). A produção de gás natural na Argentina e na Bolívia ficou em 15,878 milhões de m³/dia, abaixo da média de 16,214 milhões de m³/dia registrada em maio.
Fonte - DCI

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Gazprom está perto de assinar um acordo para explorar gás natural na Bolívia

Carlos Villegas, presidente da YPFB na Bolívia, não quis comentar sobre o quanto Gazprom poderá investir em dois blocos no leste da Bolívia, mas a empresa estatal estimou que no passado quase US $ 900 milhões seriam necessários para explorar as áreas.
"A Gazprom vai entrar para a Bolívia para explorar o Bloco Azero, e há também a possibilidade de que ... (que investem) no campo Sunchal", Villegas disse em um comunicado de imprensa da YPFB.
"Nós estamos muito perto ... (assinatura) um contrato para o campo Azero que permitiria a Gazprom para começar a trabalhar imediatamente a exploração", disse Villegas.
De acordo com a YPFB plano de desenvolvimento 2009-2015, a Gazprom ea francesa Total iria investir US $ 480 milhões em Azero, ea empresa russa vai investir 402.000 mil dólares em sua própria Sunchal.
A declaração de hoje à imprensa disse que os executivos da Gazprom e Total ainda estão discutindo a possibilidade de uma joint venture.
Fonte - Reuters

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Brasil e Peru - Encontro sobre Integração enegética

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa de reunião, nesta quarta-feira, em Manaus, com o presidente do Peru, Alan Garcia, para tratar da integração energética entre os dois países. A agenda do presidente não tem outros eventos públicos marcados.
Antes, equipes técnicas dos dois países vão ajustar um acordo de abastecimento de energia do e a exportação dos excedentes do Peru para o Brasil. Um convênio iniciará o processo de interconexão das redes elétricas e buscará contribuir com a segurança energética dos dois países, segundo o porta voz da presidência brasileira, Marcelo Baumbacha. O convênio faz parte da Aliança Estratégica bilateral e deve fixar regras gerais para a participação brasileira nos projetos hidroelétricos peruanos e possibilitar a exportação a Brasil de parte do excedente gerado.
Outros temas do encontro serão a cooperação técnica, promovida pela Agência Brasileira de Cooperação e a Agência Peruana de Cooperação Internacional, e o início das negociações entre a Caixa Econômica Federal, do Brasil, e o Banco da Nação, de Peru, para a colaboração bilateral, em particular nas áreas habitacional.
Baumbach informou que o intercâmbio comercial entre os dois países passou de 724 milhões de dólares, em 2003, a três mil 300 milhões de dólares, em 2008, enquanto no primeiro semestre de 2010, já somaram 766 milhões de dólares, uma recuperação de 48,7% em comparação com igual etapa de 2009. As exportações brasileiras a Peru cresceram 34,1 por cento, enquanto as importações fizeram-no 92% em relação com igual etapa do ano passado, o que Baumbach afirma constitui uma demonstração da rápida recuperação das perdas pela crise financeira internacional.
O porta-voz disse que a integração fronteiriça também aparece na agenda do encontro entre os dois presidentes, como um aumento significativo no fluxo de pessoas na fronteira.
A uma pergunta sobre se esse incremento está acompanhado de um crescimento do narcotráfico na fronteira comum, Baumbach respondeu que não possui dados específicos sobre uma eventual elevação dessas atividades ilegais, mas sustentou que o tema é uma preocupação constante do governo brasileiro.
O maior projeto conjunto na área energética é o chamado "Gasoduto do Sul" do Peru, que deverá ser construído entre as regiões de Cuzco, Arequipa, Puno, Moquegua e Tacna para aproveitar os enormes reservas de gás do país andino, que estão calculadas em 15 trilhões de pés cúbicos. Deste projeto, que gerou polêmicas em alguns setores sociais e políticos peruanos, participará a construtora brasileira Odebrecht.
A reunião entre Lula e García terá um encontro paralelo de empresários brasileiros e peruanos, que tentarão identificar novas oportunidades de negócios para ampliar o comércio entre os dois países.
Fonte - A Voz da Cidade