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sexta-feira, 25 de junho de 2010

Gazprom está perto de assinar um acordo para explorar gás natural na Bolívia

Carlos Villegas, presidente da YPFB na Bolívia, não quis comentar sobre o quanto Gazprom poderá investir em dois blocos no leste da Bolívia, mas a empresa estatal estimou que no passado quase US $ 900 milhões seriam necessários para explorar as áreas.
"A Gazprom vai entrar para a Bolívia para explorar o Bloco Azero, e há também a possibilidade de que ... (que investem) no campo Sunchal", Villegas disse em um comunicado de imprensa da YPFB.
"Nós estamos muito perto ... (assinatura) um contrato para o campo Azero que permitiria a Gazprom para começar a trabalhar imediatamente a exploração", disse Villegas.
De acordo com a YPFB plano de desenvolvimento 2009-2015, a Gazprom ea francesa Total iria investir US $ 480 milhões em Azero, ea empresa russa vai investir 402.000 mil dólares em sua própria Sunchal.
A declaração de hoje à imprensa disse que os executivos da Gazprom e Total ainda estão discutindo a possibilidade de uma joint venture.
Fonte - Reuters

quinta-feira, 24 de junho de 2010

PRF a ANTT fiscalizam transporte de cargas na fronteira com a Bolívia

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realiza em Corumbá uma operação de fiscalização do Transporte Rodoviário Internacional de Cargas (TRIC) e passageiros, a chamada “Operação TRIC”. A fiscalização, realizada em parceria com a Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT), teve início na manhã, desta quarta-feira, 23 de junho, no Posto Esdras na fronteira de Corumbá com a Bolívia, e vai até a sexta-feira, dia 25.
A operação visa garantir o fiel cumprimento das normas de trânsito e segurança no transporte sem criar embaraços às relações comerciais internacionais. O transporte internacional é regido por um acordo firmado entre os países em que as operações que não estiverem expressamente previstas, são proibidas.
Fonte - MS

Bolívia rejeita propostas para explorar reserva gigante de lítio

O governo boliviano rejeitou nesta semana as primeiras sete "propostas parciais" para exploração e industrialização de lítio no Salar de Uyuni, no sudoeste do país, informou à BBC Brasil o Ministério de Mineração e Metalurgia da Bolívia.
O deserto de sal é considerado uma das maiores reservas mundiais de lítio, metal utilizado, entre outros fins, para a construção de baterias elétricas leves, que podem ser usadas em carros elétricos, por exemplo.
Isso faz com que o elemento seja visto com bastante interesse por companhias de diversas áreas.
"As empresas se precipitaram e apresentaram suas propostas. O governo quer, primeiro, avaliar a produção local, com sua própria usina, e saber também o que há além do lítio. Ou seja, outros componentes", afirmou um assessor do Ministério.
De acordo com informações oficiais, o presidente boliviano, Evo Morales, não definiu uma data para a abertura da licitação para a exploração destes recursos naturais. Entretanto, segundo o Ministério, isso dificilmente ocorrerá este ano.
Propostas
As sete primeiras propostas foram rejeitadas, segundo o governo, porque não especificaram o financiamento e os investimentos que serão realizados no local e porque pretendem ter o controle do projeto.
Recentemente, o presidente Evo Morales disse que a exploração do lítio na região será "uma sociedade", sugerindo ainda que ela estará sob o domínio do governo.
"O lítio, como os outros recursos naturais da Bolívia, é dos bolivianos", afirmou.
Segundo a assessoria de imprensa do Ministério da Mineração e Metalurgia, somente o consórcio francês Bolloré-Eramet teria informado sobre investimentos, que seriam de U$ 15 milhões para o projeto-piloto.
O jornal La Prensa, de La Paz, informou que o consórcio francês e um grupo japonês formado pelas empresas Mitsubishi Corporation, Sumitomo Corporation e a estatal Japan Oil Gas and Metals National Corporation (Jogmec) apresentaram propostas por escrito e com cronogramas para os trabalhos.
As outras empresas, segundo o governo, teriam feito propostas "verbais" - entre elas, a brasileira Vale, a coreana Kores, a chinesa Citic, uma iraniana e outra finlandesa.
Procurada pela BBC Brasil, a assessoria de imprensa da companhia brasileira respondeu que "a Vale não tem comentários a respeito de lítio na Bolívia".
Atualmente, o governo boliviano opera uma fábrica-piloto no Salar de Uyuni e recebe apoio científico de outros países. Entre eles estaria o Brasil, segundo o ministério.
Em agosto passado, os governos brasileiro e boliviano assinaram um acordo na área de cooperação científica para a exploração de lítio.
O projeto do governo boliviano é alcançar a primeira fase da produção de lítio em 2013, para só depois caminhar para a industrialização e produção de baterias de lítio.
Fonte - BBC Brasil

terça-feira, 22 de junho de 2010

Venezuela diz estar atenta a ações do governo eleito da Colômbia

A Venezuela parabenizou nesta segunda-feira o presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos, mas advertiu que seguirá atenta às ações do novo governo em meio a uma tensão diplomática bilateral.
O ex-ministro da Defesa colombiano, eleito no domingo com 69 por cento dos votos, foi questionado durante sua campanha pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, que chegou a chamá-lo de "santo-demônio" e disse que seu governo seria uma ameaça para a região.
Santos, por sua vez, reduziu o tom contra Chávez pouco antes das votações e prometeu tentar melhorar as relações. Antes, havia criticado a "revolução socialista" que Chávez lidera no país petroleiro.
"O governo revolucionário da Venezuela está muito atento, não somente às declarações dos porta-vozes do novo governo, mas aos fatos que estão moldando o tipo de relações que podem ser levadas com sinceridade e respeito com o governo eleito", disse a chancelaria em um comunicado.
Após anos de um vigoroso intercâmbio comercial, as relações de Bogotá e Caracas caíram ao mínimo, prejudicando, sobretudo, empresários colombianos da área têxtil, alimentícia e de peças automotivas para a Venezuela.
Em 2009, Chávez ordenou o "congelamento" da relação comercial com o país vizinho como protesto por um acordo que permitirá ampliar a presença militar norte-americana na Colômbia, mas que Bogotá defende como uma arma na luta contra o narcotráfico e a guerrilha de esquerda.
Santos se ofereceu para melhorar a relação com Caracas. A Venezuela, por sua vez, lhe parabenizou pela vitória.
"O governo bolivariano transmite seu parabéns pela vitória obtida pelo senhor Juan Manuel Santos, presidente eleito, a quem lhe deseja êxitos no exercício de sua nova responsabilidade", acrescentou o comunicado do Ministério de Relações Exteriores.
Fonte - Patricia Rondón Espín - Globo

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Forte investimento na Bolívia em perspetiva

O governo da China manifestou interesse em financiar a instalação da maior indústria siderúrgica da Bolívia na jazida do Mutún (Santa Cruz). Além da China, a companhia indiana Jindal Steel também firmou convênios com a Empresa Siderúrgica do Mutún (ESM), estatal boliviana que atuará no setor.
A empresa chinesa CEIEC manifestou interesse em instalar uma planta na Bolívia com capacidade de explorar 100 milhões de toneladas de ferro. Já a sulcoreana Hyundai Steel enviou uma missão técnica ao país para tratar de novos investimentos.
Fonte - Agência Prensa Latina