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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Alimentos ao Chile

O Brasil deve recuperar, neste ano, o recorde de exportações ao Chile, alcançado em 2008, de quase US$ 4,8 bilhões, e o comércio total com o país andino, somadas as importações feitas para o mercado brasileiro, deve chegar a US$ 10 bilhões até 2011, prevê o embaixador brasileiro em Santiago, Mário Vilalva, ex-diretor do departamento de Promoção Comercial do Itamaraty. "Vínhamos superando ano a ano o volume de exportações ao Chile, até o ano passado. Vamos retomar esse ritmo", garante.
Em 2009, com a crise financeira, as vendas ao mercado chileno caíram quase 45% depois de um período de crescimento que se acelerou entre 2004 e 2006 e perdeu ritmo nos dois anos seguintes. Em 2010, as vendas foram favorecidas pela recuperação da economia chilena, após a crise financeira e o forte terremoto que abalou o país no início do ano.
A recuperação nos preços de commodities contribui para aumentar o valor da vendas ao Chile, que, apesar da queda nos preços de seu principal produto de exportação, o cobre, tem facilidade de financiamento internacional e é um dos raros países sem dívida pública líquida. Após anos de negociação, o Brasil conseguiu suspender o embargo à carne bovina, levantado desde o surto de febre aftosa em 2005. O resultado foi imediato, com as vendas de carnes desossadas de bovinos passando de 355 quilos, no primeiro semestre de 2009 para mais de 26 toneladas entre janeiro a junho deste ano, o que elevou o produto ao décimo lugar na pauta de exportações brasileira ao Chile.
O sinal verde das autoridades sanitárias ajudou as vendas de outros produtos alimentícios não sujeitos a embargo, como pedaços de frango congelados, cujas vendas cresceram mais de 830% no primeiro semestre. A solidez da economia chilena e seu ritmo de crescimento devem garantir a demanda para mais produtos brasileiros, que, acredita o embaixador, tende a aumentar também com os investimentos de empresas brasileiras no território chileno, hoje em torno de US$ 2 bilhões.
Fonte - Suinicultura industrial

terça-feira, 27 de julho de 2010

PERU - TLC ayuda ingreso de carne peruana a Canadá

El Ministerio de Comercio Exterior y Turismo (MINCETUR) y el Servicio Nacional de Sanidad Agraria (Senasa), la Agencia de Inspección de Alimentos de Canadá (CFIA) ha declarado al Perú como zona libre de fiebre aftosa para efectos de las exportaciones de carne.
“Esta declaración significa que en un futuro próximo, la carne peruana y los productos peruanos con carne podrán ingresar a Canadá. Se abre así un nuevo mercado para nuestra oferta exportable con valor agregado, que se beneficiará con las preferencias establecidas en el Tratado de Libre Comercio Perú-Canadá, vigente desde agosto de 2009”, informó el ministro de Comercio Exterior y Turismo, Martín Pérez Monteverde.
Las regiones peruanas declaradas como libre de fiebre aftosa, y desde las que pronto se podrá exportar, son Amazonas, Apurímac, Arequipa, Ayacucho, Cerro de Pasco, Cusco, Huancavelica, Huánuco, Ica, Junín, Loreto, Madre de Dios, Moquegua, Puno, San Martín, Tacna y Ucayali.
MINCETUR y Senasa iniciarán en breve un programa conjunto para lograr la implementación de esta importante medida. Entre los pasos a seguir están la coordinación de una visita de inspección al Perú de la División de Programas de Carne de Canadá, a fin de elaborar una certificación conjunta entre la CFIA y Senasa para el ingreso de los productos peruanos por los puertos y aeropuertos canadienses.
“Este avance nos permitirá certificar sanitariamente y exportar más fácilmente productos procesados y otros con contenido de carne”, puntualizó el ministro Pérez Monteverde. “Tendrán un acceso sanitario más sencillo los productos y preparaciones que contengan carne, como los sobres de productos deshidratados para preparar comidas típicas del Perú, los cubos o sobres de sazonadores o incluso los preparados y congelados de comida lista que contengan carne y que ya se producen en nuestro país. Estos y otros productos tienen nichos de mercado importantes en Canadá y es momento de prepararnos para atender la demanda que vendrá”, concluyó.
Como se recuerda, el Tratado de Libre Comercio Perú-Canadá comprende compromisos en materia de medidas sanitarias y fitosanitarias que facilitarán la autorización sanitaria para el ingreso de los productos peruanos al mercado canadiense.
Fuente - La Republica

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Crescem exportações de carne brasileira para o Chile

No primeiro semestre desde ano o volume exportado foi 12 vezes maior.
As importações de carne bovina do Chile até junho cresceram 35% entre 2009 e 2010. Isso em função da forte condição econômica do país e pequena produção doméstica, segundo informações do MLA, Meat and Livestock Austrália.
Dados divulgados pelo MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, mostram que no primeiro semestre deste ano,o volume exportado de carne bovina brasileira para o Chile foi doze vezes maior que o embarcado no mesmo período de 2009. O volume total de carne exportado passou de 912 toneladas equivalente carcaça para 10,8 mil tec.
De acordo com a Scot Consultoria, no começo de 2009 as exportações foram liberadas, após um período de embargo por conta dos problemas sanitários enfrentados anteriormente pelo Brasil.
Mesmo com o aumento das exportações brasileiras para o Chile, o potencial ainda está longe de ser atingido. Em 2005, por exemplo, o Brasil chegou a exportar 55 mil tec para este mercado no primeiro semestre. Além do Brasil, outros grandes fornecedores de carne do Chile são Paraguai, Argentina e Austrália. Todos registraram aumento entre 2009 e 2010.
Fonte - Scot Consultoria

sábado, 3 de julho de 2010

Embrapa firma convênio para projeto agrícola na Venezuela

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) firmou convênio com a Construtora Norberto Odebrecht visando a transferência de tecnologias para o projeto de desenvolvimento agrário José Inácio de Abreu e Lima, da região de El Tigre, centro norte da Venezuela, que objetiva incrementar a produção de alimentos no país.
O governo venezuelano contratou a Odebrecht para construir a infraestrutura para o cultivo de 35 mil hectares de soja irrigada. Famílias assentadas nessa área já cultivaram 2 mil hectares de soja na safra de 2009 e planejam cultivar 5 mil hectares em 2010.
Além da infraestrutura de irrigação, o projeto prevê a construção de armazéns, fábrica para processamento de soja, fábrica de ração animal, entre outras benfeitorias. O contrato objetiva ainda capacitar técnicos e produtores, consultorias e assistência técnica, visando o desenvolvimento da soja na Venezuela.
O chefe de comunicação e negócios da Embrapa Soja, Amélio Dall´Agnol, que recentemente visitou a região, informa que o projeto pretende suprir parcialmente a demanda nacional por farelo de soja para alimentação de frangos e de óleo para consumo doméstico. “A necessidade de soja para suprir essa demanda é de, aproximadamente, 600 mil toneladas de grão por ano”, avalia.
Dall´Agnol sugeriu à Odebrecht que, além das bases físicas programadas para o Projeto, fosse adicionada uma fábrica de inoculante nitrogenado e uma unidade de beneficiamento de sementes. “Estes insumos estão sendo disponibilizados pelo mercado brasileiro, mas a dependência não pode ser permanente, para não afetar a viabilidade do projeto. Os inoculantes nitrogenados substituem os fertilizantes nitrogenados, muito mais caros, além de poluidores do ambiente”, explica.
Pesquisadores de várias unidades da Embrapa já estiveram na Venezuela para colaborar com a iniciativa. Os pesquisadores Fernando Adegas e Henrique Debiase, da Embrapa Soja, ministraram cursos em manejo de plantas daninhas e manejo do solo sob plantio direto para os técnicos venezuelanos que irão administrar a produção do projeto.
Embrapa Venezuela – A Embrapa montou um escritório na Venezuela em 2008 e as atividades acima indicadas fazem parte das ações concertadas com o Governo da Venezuela. Com foco e prioridade em ações de transferência de tecnologia, o Escritório de Negócios localizado em Caracas busca fortalecer o setor agropecuário do País vizinho.
Para executar as atividades necessárias ao cumprimento da missão da Embrapa na Venezuela, a empresa conta com o apoio, no Brasil dos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e do Ministério das Relações Exteriores. Na Venezuela, o escritório da Embrapa conta com o suporte de um acordo bilateral com o Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas (INIA).
Fonte - Complexo Soja