Mostrar mensagens com a etiqueta Economia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Economia. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Estudo revela recuperação da crise mundial

A everis, consultoria multinacional de negócios, tecnologia e Outsourcing acaba de divulgar os resultados do segundo trimestre do relatório Indicador da Sociedade da Informação (ISI) para a América Latina, realizado em parceria com a IESE Business School, na Espanha. De acordo com o estudo, o ISI na região atingiu um valor de 4,55 pontos, o que representa um aumento de 2,3% em relação ao valor observado no ano anterior. Ao se aproximar do valor obtido no terceiro trimestre de 2008 (o maior na história do estudo), entende-se que o ISI superou quase por completo as consequências da crise internacional.
No Brasil, o crescimento atingiu 4,53 pontos, representando um aumento de 2,6% e, pela primeira vez, o índice brasileiro equiparou-se com o mexicano. “Junto com o Chile e o Peru, o Brasil forma o grupo dos países com os maiores índices de crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior. Além disso, o País voltou a liderar a expansão do parque de servidores, com um aumento de 10,2%, atingindo a média de 3,6 unidades a cada mil habitantes” diz Teodoro López, presidente da everis Brasil.
Os dois componentes principais utilizados para avaliação do ISI, conhecidos como Entorno da Sociedade de Informação (ESI) e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), contribuíram com uma medida similar para uma melhoria ao longo do ano. A despesa total per capita da TIC subiu para US$617 ao ano – o mais significativo entre os países pesquisados. Já o ESI obteve aumento em sua pontuação graças à queda do “risco-país” e à melhora do último Índice de Percepção de Corrupção.
Segundo Diego Barcelo, co-autor do estudo e pesquisador do IESE Business School os últimos dados do ISI confirmam a força com que as novas tecnologias vão conquistando espaço na América Latina. Entretanto, não se devem subestimar os riscos apresentados pela economia global, como recuperação econômica mais lenta do que o previsto e aumento das taxas de juros, entre outros. “Por conta disso, é prudente esperar que o ISI avance de forma mais moderada” diz o pesquisador.
Expectativa para 2011
Para o segundo trimestre do próximo ano, a previsão é que o ISI Brasil alcançará 4,58 pontos, um novo recorde para o País. No âmbito da TIC, será verificada uma desaceleração mais profunda no item Serviços (vendas online, domínios de internet, gasto per capita, etc). No entanto, o número de usuários de internet deverá aumentar dos atuais 365 para cada mil habitantes, para 396 para cada mil habitantes, um crescimento de 9,2% no período.
No item Equipamentos, em um ano a previsão é de que o Brasil conte com mais celulares do que pessoas, atingindo o número de 1004 aparelhos para cada mil habitantes, um aumento de 8,7% em relação aos atuais 924 para cada mil habitantes. Esse resultado permitirá ao Brasil ultrapassar, pela primeira vez, a média latino-americana nesse campo.
Resultados do Brasil
O ISI brasileiro subiu 2,6%, atingindo 4,53 pontos
· Verificaram-se 272 computadores para cada mil pessoas – aumento interanual de 14,7% (237 no 2º trimestre de 2009).
· Contabilizaram-se 3,6 servidores para cada mil pessoas – aumento interanual de 10,2%. (3,3 unidades/mil habitantes no 2º trimestre de 2009).
· Foi de US$ 617 o gasto per capita anual em TIC – aumento de 21,6% no ano
(US$508 no 2º trimestre de 2009).
· Computaram-se 924 telefones celulares por mil habitantes – aumento interanual de 14%
(810 no 2º trimestre /2009).
· Calculou-se 365 usuários de Internet para cada mil pessoas – aumento interanual de 7,6% (339 no 2º trimestre de 2009).
· 16,3% dos usuários de Internet são assinantes de banda larga – aumento interanual de 0,8% (15,5% no 2º trimestre de 2009).
O ISI na América Latina
O Indicador da Sociedade de Informação voltou a subir na região, alcançando um valor de 4,55 pontos – aumento de 2,3%. A previsão é que, nos próximos 12 meses, o índice possa subir 1,2%.
Ao se aproximar do valor obtido no terceiro trimestre de 2008 (o maior da história do estudo), entende-se que o ISI caminha para superar as consequências da crise mundial internacional.
A pontuação dos países analisados foi a seguinte: o Chile obteve 5,77 pontos; a Argentina, 4,75; seguida do Peru, com 4,67; o Brasil, empatado com o México, obteve 4,53 e, em último lugar, ficou a Colômbia com 4,34.
A pontuação das TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) atingiu 3,61 pontos, um crescimento de 4,7%, a maior pontuação verificada em quase sete anos. A telefonia móvel continua a liderar o segmento de Equipamentos, com 925 telefones para cada mil habitantes. Este elevado nível de uso terá como consequência uma inevitável desaceleração no crescimento, visto que o índice de 10,2% obtido nesse trimestre é o mais baixo já visto no estudo.
Entenda os conceitos e estrutura do Indicador
Os elementos que compõem a Sociedade de Informação são amplos.
Por um lado, deve-se considerar o que está ligado especificamente à Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), que inclui, entre outros, a utilização e a disponibilidade de computadores e periféricos (hardware), o desenvolvimento do comércio eletrônico, a penetração de Serviços de comunicação móvel, etc.
Além disso, devemos considerar o contexto com o qual interage a TIC. Um ambiente que, ao incentivar (ou não) o progresso da Sociedade de Informação, é influenciado pelo mesmo. Como consequência, trata-se de uma entidade multidimensional que abrange uma infinidade de fatores.
Compreender a Sociedade de Informação como o resultado da associação de um evento tecnológico e de um ambiente diverso é o conceito básico onde se apoia a construção do ISI.
O indicador é composto por dois componentes básicos: Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e Ambiente da Sociedade de Informação (ESI). Ambos incluem categorias que representam seus aspectos fundamentais.
No caso da TIC, as duas categorias que agrupam são: Equipamentos e Serviços. Embora a divisão envolva algum grau de arbitrariedade, uma vez que todas as variáveis consideradas incluem algum tipo de serviço, considerou-se de toda maneira útil para facilitar a análise da evolução da TIC.
Metodologia do ISI
O ISI é um relatório trimestral, criado e divulgado para o mercado com o objetivo de avaliar periodicamente os avanços da Tecnologia da Informação, das Telecomunicações e também do Ambiente da Sociedade da Informação na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e no Peru.
O indicador desenvolvido pela everis conta com dois componentes básicos: Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e Ambiente da Sociedade da Informação (ESI), que compreende os aspectos econômico, institucional, social e de infraestrutura.
As variáveis foram definidas por meio de um processo de seleção que estabeleceu a pontuação do índice. Elas foram eleitas levando-se em conta requisitos técnicos, sem prejudicar o objetivo de simplificar os dados e integrar os aspectos conjunturais, estruturais, quantitativos e qualitativos.
Padronização das variáveis e cálculo do ISI
O estudo definiu que todas as variáveis flutuariam dentro de uma categoria limitada entre um valor mínimo unitário e um valor máximo de 10, ou seja, para cada variável é dado o valor 10 para o país com a melhor qualificação (por exemplo, a maior pontuação indica que o Índice de Liberdade Econômica possui a menor taxa de desocupação, o maior número de usuários de Internet, etc.)
Fontes utilizadas
O estudo analisa os dados obtidos de diversas fontes: Gartner Inc., Indec e Ministério da Economia (Argentina); IBGE e Anatel (Brasil); DANE, Ministério das Comunicações e UPME-Ministério de Minas e Energia (Colômbia); INE y Subtel (Chile); INEGI (México); Banco Mundial; Standard & Poor’s; Heritage Foundation; Transparency International; International Energy Agency; UNESCO; International Telecommunication Union; JP Morgan; ICANN; LatinoamerICANN; Domaintools; OECD; Fundo Monetário Internacional; Federal Reserve e bancos centrais da Argentina, do Brasil, da Colômbia, do Chile, do México e do Peru.
Sobre a everis
A everis é uma consultoria multinacional que oferece soluções de negócio globais e tecnologia da informação a seus clientes, cobrindo todos os aspectos da cadeia de valor das organizações, desde a estratégia de negócios até a implementação e a operação dos sistemas. Fundada em 1996, a everis atualmente está presente em diferentes países da Europa (Espanha, Portugal, Bélgica e Itália) e da América (Chile, Brasil, Argentina, Colômbia, México e EUA), com mais de 8.000 profissionais no mundo.
No Brasil, a empresa conta com mais de 800 profissionais. O foco de negócios da everis no País são os setores de Entidades Financeiras, Telecomunicações e Indústria. Em 2009, a empresa faturou mundialmente € 404 milhões e R$ 70 milhões no Brasil.
Sobre o IESE
O IESE está entre as dez melhores escolas de negócios do mundo e é pioneira em educação executiva na Europa desde sua fundação em 1958, na Espanha. O IESE destaca-se por seu foco em direção geral, intensiva utilização do método do caso, expansão internacional e ênfase ao colocar a pessoa no centro das tomadas de decisões. Realmente global, o IESE possui campus em Madri e Barcelona, além de um centro em Nova Iorque e escritórios em Munique. Atualmente, a escola de negócios oferece programas em quatro continentes. No Brasil, ministra o Program for Management Development (PMD) e o Advanced Management Program (AMP) em associação com o ISE – Educação Executiva, de São Paulo. O IESE foi eleito, em 2009, a melhor escola de negócios do mundo em programas MBA pela The Economist, de Londres.
Fonte - www.iese.edu.

sábado, 31 de julho de 2010

Argentina - El Gobierno no quiere cambios en lo económico

Amado Boudou recibió por lo menos dos propuestas de bancos internacionales para emitir un bono que financie en el futuro a la Argentina. Ambas llegaron apenas mejoraron las condiciones de los mercados y los bonos argentinos tuvieron una recuperación en sus valores.
La primera fue la del trío de bancos asesores en el canje de la deuda externa, que volvió a sugerir salir a los mercados y que Argentina otra vez se endeude . Barclays, Citicorp y Deutsche Bank propusieron enmendar una frustración del canje de la deuda y colocar ahora un nuevo bono de la Argentina. También el Palacio de Hacienda recibió otra propuesta: en secreto, la Unión de Bancos Suizos (UBS) intenta seducir con su propio proyecto al ministro Boudou. Los bancos internacionales buscan un negocio redituable a través de suculentas comisiones y quieren explotar una urgencia política de Boudou : el ministro no cumplió con el compromiso de obtener fondos frescos después de reabrir el canje y por lo tanto tiene una fuerte asignatura pendiente con Néstor Kirchner.
En la intimidad, el ex presidente está malhumorado con Boudou.
Esta semana censuró frente a testigos la exposición del ministro en el Parlamento. En la Quinta de Olivos cuestionó a Boudou por el despliegue de argumentos liberales a la hora de defender la imposibilidad de fijar el 82% móvil para los jubilados. Sostiene que así bloqueó la posibilidad de negociar con sectores progresistas e innecesariamente Boudou se unió al coro de economistas menemistas como Rogelio Frigerio y Roque Fernández. En definitiva, Boudou se formó en el CEMA y sólo por oportunismo se acerco al peronismo. Tampoco le perdonó que haya sido vapuleado por Ernesto Sanz. El titular del radicalismo le hizo preguntas precisas sobre la evolución global de la cuentas públicas, que Boudou no supo responder. Sólo la intervención de Diego Bossio y el senador Eric Calcagno le evitaron un papelón mayor. Pero el malestar del Kirchner hacia Boudou está relacionado al incumplimiento del compromiso que asumió cuando el ex presidente le dio el aval para reabrir el canje de la deuda. Como anticipó Clarín , Boudou logró el apoyo político final de Kirchner sólo cuando el ministro garantizó que los bancos asesores aseguraban dinero fresco y a bajo costo para la Argentina . La realidad enfureció al ex presidente. El motivo es que la transacción arrojó un saldo muy negativo para la Tesorería : hasta ahora no ingresó ni un solo dólar fresco de los 1.000 millones que había prometido y, en cambio, el Tesoro tendrá que hacer frente a nuevos vencimientos a causa del canje de la deuda por 1.340 millones de dólares.
Esta cuestión movilizó a los bancos, pero la tentación por ahora no fue aceptada por el ministro. No quiere volver a dar pasos en falsos, que erosionen más su relación con Néstor Kirchner. Ahora, la emisión de un bono tiene dos obstáculos fuertes: por un lado, no tiene el paraguas legal protector del canje y, por lo tanto, puede ser objeto de embargos internacionales; y, por el otro, la tasa a pagar continúa por encima del 11%. Por eso Boudou, para financiarse, reclama urgente los fondos del Banco Central, los cuales Mercedes Marcó del Pont gira en cuenta gotas por cuestiones monetarias. El tema volvió a recalentar la interna entre el Banco Central y el Palacio de Hacienda . Boudou respondió con una campaña mediática contra Marcó del Pont. A través de banqueros de ADEBA, hizo trascender que Marcó del Pont no iba a seguir al frente del BCRA en septiembre y que su reemplazante podría ser la ultra kirchnerista Gabriela Ciganotto.
La ofensiva del palacio de Hacienda choca contra una realidad: Cristina Kirchner no quiere introducir cambios en el BCRA y tampoco escucha a su marido cuando critica a Boudou . El matrimonio busca tranquilidad en la economía, porque sostiene que la reactivación puede ser su única arma electoral en el 2011 . Esa infidencia circuló en un “paper” secreto en Wall Street. Goldman Sachs envió un informe a sus clientes top, en el cual sostiene que el kirchnerismo “va a sobre estimular la economía para cosechar dividendos políticos electorales.” El trabajo, elaborado por los economistas Paulo Leme y Alberto Ramos, advierte que el recalentamiento económico generará un claro efecto nocivo: una mayor tasa de inflación, del orden 25% anual . También señala que el exceso del gasto público en la búsqueda de votos “aumenta los riesgos de un duro aterrizaje de la economía en el 2012, cuando empiece una nueva presidencia.
” Incluso en el exterior se habla que Boudou incluiría en el próximo presupuesto un pago al Club de París, pero que ese dinero sería utilizado para engordar el gasto interno electoral. Esto se debe a l a desconfianza que pesa sobre el ministro .
Este tema fue el eje de la conversación que tuvieron los miembros del establishment en la Bolsa de Comercio. Ahora el Grupo de los 5 se fortaleció con la presencia de Hugo Biolcati. El titular de la Sociedad Rural busca nuevos aliados, que compensen una Mesa de Enlace con imprevistas debilidades internas. La SRA ocupó la presidencia del liberal Consejo Interamericano de Comercio y Producción, a través de Arturo Lavallol.
En el campo se están produciendo fuertes internas , para dirimir el grado de enfrentamiento con la Casa Rosada. Ahora Carbap tendrá una inusual elección con dos listas.
El Gobierno alienta las reuniones del ahora G-6, porque a través de este sector del establishment pretende bloquear el avance de la Asociación Empresaria Argentina. Pero la estrategia tiene limitaciones y contradicciones. La propia presencia de Biolcati en el almuerzo ya reabrió las internas en la UIA.
Fuente - Clarin

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Argentina adota medida antidumping contra China e Brasil

O governo da Argentina decidiu aplicar medidas antidumping na importação de multiprocessadores de alimentos fabricados no Brasil e na China e de tecidos de poliéster para cortinas de origem chinesa. A decisão assinada pela ministra de Indústria, Débora Giorgi, foi publicada no Diário Oficial hoje. A medida referente aos multiprocessadores é fundamentada nos relatórios das equipes técnicas da Secretaria de Indústria e Comércio, que apontam dano à indústria local pela importação a preços abaixo dos praticados nos mercados de origem. Fonte da diplomacia brasileira disse à Agência Estado que a medida "é inócua para o Brasil". Já no caso da China, as medidas antidumping poderiam complicar as negociações entre os dois governos sobre as barreiras chinesas contra a soja argentina.
Segundo o Ministério de Indústria da Argentina, a participação dos multiprocessadores importados no consumo na Argentina aumentou de 69% para 81% desde 2006. Como resultado do processo de investigação, a aplicação do direito antidumping será calculado sobre os valores FOB de exportação declarados, de 24% para o Brasil e de 202,79% para a China.
No que diz respeito às importações dos tecidos de poliéster para cortinas fabricados na China, a participação no mercado argentino aumentou de 0,2 para 31%. Os importadores desses tecidos deverão pagar um valor mínimo de US$ 17,60 por quilo. Este mesmo produto de origem brasileira também foi objeto de investigação, mas os técnicos chegaram à conclusão de que não houve dano à indústria nacional, e, portanto, não haverá medidas de salvaguarda.
Fonte - MARINA GUIMARÃES Agencia Estado

quinta-feira, 22 de julho de 2010

La economía argentina crecerá a un 6,8% en 2010, según Cepal

Argentina está entre los 5 países con mayor proyección de crecimiento. La economía de América Latina crecerá este año a un ritmo del 5,2 por ciento, profundizando la recuperación iniciada en la segunda mitad de 2009, afirmó hoy la Comisión Económica para Amércica Latina y el Caribe (Cepal) en su estudio Económico 2009-2010 de la región. La cifra supone un aumento del 3,7 por ciento del PIB (Producto Interior Bruto) por habitante, subraya el documento.
"El crecimiento es más alto de lo que se preveía, pero el desempeño es muy heterogéneo dentro de la región", comentó al entregar las cifras Alicia Bárcena, secretaria ejecutiva de la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal).
Según el informe, los mayores crecimientos se darán este año en América del Sur, encabezados por Brasil (7,6%), Uruguay (7,0%), Paraguay (7,0%), Argentina (6,8%) y Perú (6,7%).
Destacan en el crecimiento los países del Mercusur y aquellos "que tuvieron una mayor capacidad de implementar políticas y aquellos con mercados internos fuertes, potenciados por el espacio regional y la alta participación de las exportaciones a Asia", precisó la economista mexicana.
En el tramo siguiente estarán República Dominicana (6,0%), Panamá (5,0%), Bolivia (4,5%), Chile (4,3%) y México (4,1%), en tanto Colombia crecerá un 3,7%; Ecuador y Honduras un 2,5%, Nicaragua y Guatemala un 2,0% y Venezuela mostrará un retroceso de su PIB del 3,0 por ciento.
La economía de Haití caerá un 8,5% a causa del terremoto que dejó más de 200 mil muertos el pasado enero y otras economías del Caribe tendrán también resultados negativos.
La Cepal destacó que el nivel de actividad económica regional tuvo una positiva repercusión en el empleo, lo que posibilitará una reducción del desempleo hasta un 7,8 por ciento, 0,4 puntos porcentuales menos que la tasa observada en 2009.
Según el estudio, tres fueros los elementos que contribuyeron principalmente a la reactivación latinoamericana: el consumo privado, el aumento de la inversión y el repunte de las exportaciones.
Fuente - EFE

domingo, 18 de julho de 2010

Economía peruana creció 9,2% en mayo

La economía peruana continúa dando buenas señales. En mayo mostró un fuerte avance en el Producto Interno Bruto (PIB), anotando un alza de 9,2%, con lo que se cumplen nueve meses consecutivos de resultados positivos.
Si se consideran los primeros cinco meses del año, la expansión es de 7,7%, mientras que en los últimos doce meses el crecimiento alcanza el 3,6%.
Según explican en el Instituto Nacional de Estadística e Informática de ese país, los factores que contribuyeron a elevar la cifra de mayo fueron principalmente el mayor dinamismo en la construcción -que creció 20,9%-, la producción manufacturera (14,5%) y las ventas del comercio (11,1%). En la última categoría influyó la mayor comercialización de vehículos, las ventas de televisores en los días previos al Mundial de Fútbol y la campaña del Día de la Madre.
Las cifras superaron las proyecciones de los analistas, quienes, sin embargo, prevén que los resultados de junio serán aún más altos que los de mayo.
Reacciones
La ministra de Economía de Perú, Mercedes Aráoz, declaró a la prensa de su país que pese a las cifras, las expectativas para el año no han sufrido modificaciones, por tanto, esperan cerrar 2010 con un crecimiento entre el 5,5% y el 6%.
El Presidente, Alan García, en cambio, señaló que la economía doméstica podría alcanzar un crecimiento de 7% en 2010, motivado por una mayor inversión extranjera. Antes de eso, el Mandatario había señalado que el Gobierno pondrá los frenos necesarios para no llegar al 8%, pues eso sería peligroso.
Fuente - Carolina Ubilla B

terça-feira, 6 de julho de 2010

Economia chilena cresce 7,1% em maio e supera expectativas dos analistas

A atividade econômica no Chile se expandiu 7,1% em maio em relação ao mesmo mês do ano anterior, informou nesta segunda-feira o Banco Central chileno, cifra que supera as expectativas dos analistas que esperavam um crescimento de 5%.
A economia chilena foi impulsionada pelo comércio varejista e atacadista, a atividade de transporte e comunicações e o setor de eletricidade, gás e água.
As cifras correspondem ao Indicador Mensal da Atividad Econômica (Imacec), que inclui 90% dos bens e serviços do Produto Interno Bruto (PIB).
Fonte - AFP

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Países ricos devem se comprometer a reduzir déficits pela metade até 2013

Os países ricos que enfrentam problemas fiscais deverão se comprometer em reduzir seus déficits pela metade até 2013, apesar do risco de que esta medida represente uma desaceleração econômica.
O rascunho do comunicado final da cúpula do G20 (grupo que reúne as principais nações avançadas e em desenvolvimento), a que a BBC Brasil teve acesso, afirma que "as economias avançadas se comprometeram com planos fiscais que vão pelo menos reduzir pela metade os déficits até 2013 e estabilizar ou reduzir a relação entre dívida e PIB (Produto Interno Bruto) até 2016".
O texto deverá ser divulgado na tarde deste domingo, ao final da reunião de dois dias em Toronto, no Canadá.
Segundo Mantega, o Brasil não teria problemas em cumprir essas metas, mas países com déficits altos, como o Japão, enfrentariam dificuldades, e seria preciso buscar uma redução menor, mais factível do que cortar o déficit pela metade.
O ministro disse que os emergentes não devem "carregar nas costas" a retomada do crescimento. De acordo com Mantega, os países ricos, principalmente os exportadores, estariam fazendo ajuste fiscal "às custas" dos emergentes ao impor medidas muito severas em vez de estimular o crescimento.
O ministro lidera a delegação brasileira em Toronto, depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cancelou sua participação na cúpula para acompanhar de perto os esforços de ajuda às vítimas das chuvas no nordeste do Brasil.
A reforma do sistema financeiro mundial é outro tema em discussão em Toronto. O rascunho do documento final da cúpula diz que ainda é necessário mais progressos nesse tema "para aumentar a transparência".
Os líderes discutem também a necessidade de concluir as reformas nas instituições financeiras internacionais, como o FMI (Fundo Monetário Internacional) e o Banco Mundial, para que países emergentes, como o Brasil, tenham mais voz e poder de voto.
Fonte - BBC Brasil