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terça-feira, 28 de setembro de 2010

O chanceler do Equador, Ricardo Patiño, pede ao Congresso do Paraguai que aprove o documento constitutivo União das das Nações Sul-Americanas

O chanceler do Equador, Ricardo Patiño, visitou brevemente hoje para pedir ao Congresso do Paraguai que aprove prontamente o documento constitutivo da União das Nações Sul-Americanas (Unasul).
Patiño, cujo país presidente temporariamente a Unasul, lembrou que dos 12 países sul-americanos que assinaram o tratado, apenas sete o ratificaram, faltando ainda Brasil, Colômbia, Paraguai, Uruguai e Suriname.
O chanceler viajou a Assunção para fazer tal solicitação. Em sua reivindicação, ele argumentou a importância do acordo com o objetivo de depender menos dos Estados Unidos, porque "não se deve colocar todos os ovos na mesma cesta".
O presidente equatoriano, Rafael Correa, deve entregar a liderança do grupo no dia 26de novembro, transferindo-a ao Suriname. Por isso, Patiño se esforça para fazer com que todos os países ratifiquem a constituição do bloco.
Criada em 2008, a Unasul é integrada por 12 países da região. Até o momento, já ratificaram o tratado constitutivo os congressos de Argentina, Bolívia, Equador, Guiana, Peru e Venezuela.
Fonte - ANSA

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Convocam Cúpula da UNASUL para 26 de novembro na Guiana

Equador, como presidente pró témpore da União de Nações Sul-americanas (UNASUL), propôs em Nova Iorque ao Conselho de Ministros de Relações Exteriores do bloco o dia 26 de novembro para uma Cúpula na Guiana.
O Ministro de Relações Exteriores, Comércio e Integração do Equador, Ricardo Patiño, informou ao Conselho os resultados de sua reunião com o chanceler da Guiana, Carolyn Rodrígues-Birkett, referente ao transferência da Presidência Pró Témpore a esse país.
Os chanceleres dos Estados Membros da UNASUL acolheram com beneplácito a proposta apresentada de celebrar a Reunião Ordinária do Conselho de Chefes de Estado no próximo dia 26 de novembro em Georgetown, Guiana.
Nessa Cúpula o presidente equatoriano, Rafael Correa, entregará à Guiana o mandato recebido no dia 10 de agosto de 2009 e renderá conta de seu trabalho no ano em que desempenhou a presidência rotativa do bloco.
O comunicado da chancelaria equatoriana destaca o desejo de ambas nações de trabalharem conjuntamente a coordenação das futuras reuniões.
Nas últimas semanas o governo do presidente Correa, tem empreendido uma ofensiva diplomata para chegar à culminação de seu mandato com a ratificação por nove países do Tratado Constitutivo, requisito para sua entrada em vigor.
Ainda quando até o momento só foi ratificado por sete dos 12 países: Argentina, Peru, Equador, Bolívia, Guiana, Venezuela e Chile, existe a possibilidade de que Colômbia, Uruguai e Paraguai o façam nas próximas semanas.
A ideia do Equador é entregar à Guiana a Presidência Pró Témpore da UNASUL com a maioria de países ratificados, a fim de que tenha vida jurídica, e conseguir que os restantes tenham ao menos uma folha de rota para isso.
Fonte - Prensa Latina

terça-feira, 27 de julho de 2010

Canciller venezolano realiza gira para desmentir denuncias sobre presencia guerrillera en ese país

La ofensiva diplomática de Nicolás Maduro se da dos días antes de la reunión de Unasur, donde Colombia prometió presentar nuevas pruebas de la tolerancia de Caracas hacia estos grupos armados.
Maduro emprendió una gira por Brasil, Argentina, Paraguay, Uruguay, Chile, Perú y Bolivia, con miras al nuevo cara a cara con Colombia en la reunión de Unasur en Quito.
Chávez llamó también a sus colegas de Argentina, Cristina Fernández, y de Brasil, Lula da Silva, para hablar sobre la crisis con Colombia.
La ofensiva diplomática venezolana pasó también por Cuba, donde una delegación del gobierno Chávez fue recibida por el presidente Raúl Castro con una declaración que destacaba "el derecho" de Chávez a defenderse de "amenazas y provocaciones".
"Luchamos por la paz y la armonía entre nuestros pueblos, y nuestras gestiones siempre tendrán ese objetivo. Pero en caso de cualquier problema, que nadie tenga la menor duda del lado de quién estará Cuba", dijo Castro ayer.
Y en la ONU, el embajador venezolano radicó una carta en la niega que las Farc tengan campamentos permanentes en ese país. El documento dice que las denuncias colombianas son falsas.
En Washington, el Departamento de Estado fue enfático en señalar que EE. UU. no tiene "intención alguna" de realizar acciones militares contra Venezuela y que desea continuar comprándole petróleo a Chávez, en respuesta a las declaraciones del domingo en las que el presidente venezolano habló de una eventual guerra con Colombia, orquestada por el gobierno Obama.
Voceros de la Cancillería norteamericana señalaron que los negocios energéticos con Venezuela generan un "beneficio común" para las dos naciones, y pidieron que Caracas y Bogotá trabajen sus diferencias a través del "diálogo y la diplomacia" como único camino para garantizar "fronteras seguras y pacíficas".
El Departamento de Estado, de todos modos, insistió en que las denuncias colombianas de la semana pasada en la OEA deben ser investigadas plenamente y sugirió que sean "entidades internacionales competentes" las que adelanten una verificación.
Fuente - El Tiempo

domingo, 25 de julho de 2010

Presidente boliviano pede cúpula emergencial da Unasul

O presidente da Bolívia, Evo Morales, apresentou neste sábado a convocação de uma cúpula de emergência do bloco Unasul, com objetivo de buscar soluções para o conflito que surgiu nesta semana entre Colômbia e Venezuela.
O presidente indígena, que alertou estar a região à beira de uma guerra por conta de políticas pró-Estados Unidos do presidente colombiano, Álvaro Uribe, disse que a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) tinha a capacidade para encontrar uma saída pacífica para a situação.
"Quero (...) pedir ao presidente interino da Unasul, ao presidente (equatoriano Rafael) Correa, que convoque emergencialmente os 12 presidentes da Unasul, e que sejamos nós que resolvamos este problema entre a Colômbia e a Venezuela", disse Morales em discurso na região produtora de coca das Yungas.
"Quer-se gerar um confronto bélico e não podemos permiti-lo, nem como Bolívia nem como presidentes da Unasul (...), jamais os povos da América do Sul podem permitir uma guerra entre irmãos vizinhos, dos países da Unasul como Colômbia e Venezuela", acrescentou Morales.
Em seu discuros transmitido ao vivo pela televisão estatal, o presidente boliviano reafirmou sua aliança com o venezuelano Hugo Chávez e com outros líderes esquerdistas da América Latina, e expressou otimismo diante da mudança de governo que ocorrerá no dia 7 de agosto na Colômbia. "Sabemos quais interesses tem o presidente da Colômbia, que amanhã, depois de amanhã se irá. Eu tenho muita confiança de que o novo presidente da Colômbia (Juan Manuel Santos) evitará qualquer conflito com a Venezuela", afirmou.
Morales acrescentou que a atual situação "não é culpa do povo colombiano, só alguns presidentes da Colômbia tontamente se submetem aos Estados Unidos para provocar guerra, em uma estratégia do império norte-americano com seu instrumento, que é o capitalismo."
Fonte - Reuters

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Bom ambiente no Poder Executivo e no Congresso paraguaio para a ratificação da entrada do Paraguai na União das Nações Sul-Americanas (Unasur)

O embaixador do Equador em Assunção, Julio Prado, disse hoje que encontrou um bom ambiente no Poder Executivo e no Congresso paraguaio para a ratificação da entrada do Paraguai na União das Nações Sul-Americanas (Unasul).
O diplomata fez a declaração após informar que abordaria a questão com o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, e com representantes do Congresso.
O parlamentar, no entanto, disse à imprensa local logo após as declarações do embaixador que não garantiu a entrada do país no bloco, mas também não descartou a possibilidade da entrada se concretizar.
A ratificação do documento "está em um projeto muito bom, em um muito bom andamento", expressou, acrescentando que "isto nos permite contar também com o Paraguai como país que ratifica este mecanismo no próximo mês".
Sobre o Mercosul, Prado disse que seu país se interessa, sobretudo, nas questões ambientais, sociais e migratórios. Com relação ao meio ambiente, manifestou a posição de seu país de deixar de extrair petróleo para evitar "maior estrago" à natureza, mas que é preciso receber uma compensação por parte dos países desenvolvidos.
Apesar da Unasul já prever em seu estatuto a participação dos 12 países da América do Sul e admitir que México e Panamá participem como observadores, é preciso que os parlamentos dos países aprovem o tratado constitutivo do bloco.
As casas parlamentares da Bolívia, Equador, Guiana, Peru, Venezuela e Argentina já aprovaram o documento, e os países-membro aguardam agora a aprovação dos legisladores paraguaios, entre outras nações.
Fonte - ANSA

sábado, 17 de julho de 2010

Unasul coordena estratégias de combate às drogas

Funcionários governamentais e especialistas dos países-membros da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) realizaram nesta sexta-feira em Quito a reunião de encerramento do Conselho para o Problema Mundial das Drogas, para coordenar estratégias e políticas regionais de combate ao narcotráfico.
A reunião, que encerrou cinco dias de debates, "conseguiu" articular um plano de ação do Conselho para tentar reduzir a demanda de drogas, buscar alternativas aos cultivos ilegais e estabelecer ações preventivas para o consumo, informou em comunicado a Chancelaria do Equador, país que exerce a Presidência pró-tempore do bloco.
O programa conjunto também procura reduzir a oferta de drogas, estabelecer medidas de controle e elaborar projetos contra a lavagem de dinheiro, acrescenta o comunicado.
Durante a reunião, os representantes da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru, Uruguai, Venezuela e Equador analisaram a criação de políticas regionais, estratégias e mecanismos de coordenação entre seus Governos para fortalecer a luta contra as drogas.
Fonte - Terra

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Adiada a reúnião entre os Chaceleres da UNASUR

Os chanceleres dos países-membros da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) adiaram para uma data não definida a reunião que seria realizada nesta semana em Quito, informou hoje a presidência temporal do bloco, ocupada pelo Equador.
O adiamento foi realizado sem que fossem divulgados os motivos da decisão. A chegada dos diplomatas dos 12 países à capital equatoriana estava marcada para amanhã.
A relação do grupo com os Estados Unidos e as ajudas ao Haiti eram os principais temas do encontro.
Além disso, também estava previsto que a Argentina confirmasse a ratificação do Tratado Constitutivo do bloco regional, aprovado pelo seu Parlamento no dia 9 de junho.
Dessa forma, a nação da presidente Cristina Kirchner se junta a Bolívia, Equador, Guiana, Peru e Venezuela, entre aquelas que já aprovaram o documento.
A intenção de Quito é que o tratado pudesse ser aprovado por ao menos nove dos países-membros até julho ou agosto, quando o Equador deixará a presidência do bloco. Assim, o documento poderia entrar em vigor.
Uma fonte equatoriana informou hoje à ANSA que delegados de todos os países continuam dialogando para preparar a próxima reunião entre os chanceleres da Unasul.
Fonte - ANSA

Kirchner busca apoio do Congresso chileno para aprovar entrada na Unasul

O secretário-geral de Unasul, o argentino Néstor Kirchner, se reuniu nesta quarta-feira com senadores do Chile para que aprovem a inclusão do país na organização e disse que há "mais coincidências que divergências".
Kirchner chegou ontem ao Chile e já se encontrou com o presidente Sebastián Piñera e com os ex-presidentes Ricardo Lagos (2000-2006) e Michelle Bachelet (2006-2010).
Na reunião com o secretário-geral da Unasul, os parlamentares chilenos expuseram os aspectos positivos da incorporação e as apreensões a respeito do funcionamento eficiente da entidade. Depois da série de encontros, Kirchner disse estar "otimista quanto aos avanços feitos para que o processo de integração melhore".
O presidente do Senado chileno, Jorge Pizarro, declarou que os parlamentares estão interessados em fazer com que o processo de integração vá "muito além de acordos econômicos ou comerciais".
"Que seja uma integração política e cultural e que os temas tenham a ver com a vida das pessoas; falamos dos temas de respeito aos direitos humanos, fortalecimento da democracia e políticas energéticas", acrescentou.
Segundo Pizarro, "precisamos de um organismo forte na solução dos problemas e que não se transforme em mais um fórum de presidentes ou executivos sem capacidade resolutiva".
Fonte - EFE

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Chanceleres da Unasul analisam diálogo com os EUA

Os chanceleres da Unasul analisarão na quinta-feira, em Quito, uma forma de diálogo do bloco com os Estados Unidos, informou a chancelaria equatoriana nesta terça-feira, no momento em que o acordo militar americano com a Colômbia ainda sofre críticas por parte de vários países sul-americanos.
O conselho de chanceleres da União das Nações Unidos Sul-americanas (Unasul) se reunirá de maneira extraordinária para tratar de vários pontos da agenda regional como o diálogo político com os Estados Unidos, afirmou a chancelaria.
Venezuela, Equador e Bolívia rejeitam o acordo militar entre militar entre Estados Unidos e Colômbia assinado em 30 de outubro de 2009, através do qual as tropas americanas podem utilizar bases colombianas para lutar contra o narcotráfico e o terrorismo.
Além disso, os chanceleres receberão um relatório da secretaria técnica sobre o apoio do organismo ao Haiti pelo terremoto de janeiro e outro sobre a presidência pro témpore, que prepara a transferência do cargo à Guiana em agosto.
Fonte - AFP

sábado, 26 de junho de 2010

Cúpula de Justiça da Unasul termina com desafios para reunião no Brasil

A cúpula de presidentes dos poderes Judiciários da União de Nações Sul-americanas (Unasul) terminou hoje na cidade de Cuenca, no sul do Equador, com avanços sobre a cooperação regional, mas com desafios que serão analisados na próxima reunião, que será realizada no Brasil em 2011.
O encontro contou com a participação das máximas autoridades e representantes dos Judiciários de Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba (como convidado), Equador, Uruguai, Paraguai, Peru e Venezuela.
Entre os acordos alcançados nesta reunião destaca-se a criação de uma "escola para juízes da Unasul", assim como o compromisso dos máximos magistrados de continuar com o diálogo regional para constituir os organismos judiciais da América do Sul.
A criação de um Conselho Sul-americano de Justiça, que era um dos desafios para esta reunião, assim como um Centro Internacional de Conciliação, Mediação e Arbitragem da Unasul ficaram pendentes e serão retomados na próxima cúpula, no Brasil.
Fonte - Terra

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Equador propõe Conselho de Justiça da Unasul

O presidente do Equador, Rafael Correa, propôs na quarta-feira, 23, a criação do Conselho Sul-americano de Justiça, para construir e estruturar um sistema jurídico multinacional.
Correa fez a proposta ao inaugurar, na cidade de Cuenca (sul do Equador), a 5ª Cúpula de presidentes dos Poderes Judiciais da União de Nações Sul-americanas (Unasul), que se estenderá até a próxima sexta-feira.
"Esta cúpula é fundamental para a integração", disse Correa em seu discurso de inauguração do encontro, destacando que a criação de uma instância jurídica regional permitirá construir e estruturar todo um sistema jurídico multinacional da região.
O Conselho proposto por Correa deveria "procurar a coordenação peremptória e prioritária dos sistemas de justiça de cada um dos países da região, criando um sistema de justiça para a Unasul", informou a Secretaria de Comunicação da Presidência equatoriana.
Esse conselho poderia contribuir para a formação e capacitação judicial, ao facilitar um processo de troca entre os 12 países da União, desde um ponto de vista acadêmico, acrescentou Correa.
"Poucas vezes o papel do ser humano é tão vital", como no caso de quem aplica a justiça, acrescentou Correa, que ressaltou que "esses juízes, capazes, famintos de justiça, são imprescindíveis para mudar a realidade" da América.
Fonte - Estadão



terça-feira, 22 de junho de 2010

Congresso argentino aprova tratado constitutivo da Unasul

O Congresso argentino aprovou o texto constitutivo da União de Nações Sul-americanas (Unasul), cujo secretário-executivo é o ex-presidente da Argentina Néstor Kirchner.
O tratado da Unasul, que já tinha recebido o sinal verde no Senado argentino, foi aprovado hoje na Câmara dos Deputados por 176 votos a favor e duas abstenções, informaram à Agência Efe porta-vozes do Legislativo.
O documento deve ser ratificado pelos Parlamentos de ao menos nove dos 12 países-membros do bloco para poder entrar em vigência.
O tratado foi assinado no dia 23 de maio de 2008, em Brasília e, até o momento, foi ratificado por Bolívia, Equador, Guiana, Peru e Venezuela, além da Argentina.
Fonte - EFE

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Unasul busca mecanismos para melhorar programas de assistência

Delegados do conselho de desenvolvimento social da União de Nações Sul-americanas (Unasul) se reunirão hoje e amanhã, em Quito, para buscar mecanismos para que os programas de assistência cheguem a pessoas com alto grau de vulnerabilidade e pobreza.
A informação foi confirmada pela ministra de Coordenação do Desenvolvimento Social equatoriana, Jeannette Sánchez, na abertura do encontro, na qual falou sobre a necessidade de trabalhar de maneira conjunta para ajudar os setores mais necessitados da sociedade.
Jeannette destacou que um dos maiores desafios da reunião é buscar os mecanismos para que os programas de assistência, como os de desenvolvimento social, inclusão e integração, possam chegar às pessoas, informou a Secretaria de Imprensa da Presidência.
A ministra qualificou a reunião de "transcendental", por se tratar de uma busca por novos conceitos e estratégias que levem à transferência de recursos para os setores mais vulneráveis da América Latina. No encontro, que conta com a presença de representantes de Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Equador, Jeannette disse que a maioria desses países está desembolsando grandes somas para chegar aos setores mencionados.
No entanto, afirmou que é necessário conhecer o trabalho e os avanços realizados sobre os temas de inclusão financeira, para multiplicar esforços.
"Todos sabemos os grandes problemas que tivemos em política pública. (...) Estamos trabalhando com unidades individualizadas e, em economias frágeis, nem sempre temos as melhores condições", disse a ministra.
O fórum é organizado pela Presidência pro tempore da Unasul, ocupada pelo Equador, e faz parte do Plano Bienal do organismo.