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sábado, 11 de setembro de 2010

América Latina não é mais o quintal do mundo, diz The Economist

A América Latina não pode mais ser chamada de "quintal do mundo", conforme reportagem especial publicada nesta sexta-feira, 10, The Economist. A revista trata das mudanças econômicas ocorridas nos últimos anos, que marcaram uma virada na região.
Em cinco anos até 2008, a América Latina cresceu 5,5% por ano, em média, com inflação de um dígito. "A crise financeira interrompeu abruptamente esse crescimento, mas foi a primeira vez na história recente que a América Latina foi um espectador inocente, e não um protagonista", diz a publicação britânica.
O avanço econômico, que deve ser de 5% neste ano, caminha junto com progresso social, na avaliação da The Economist. Entre 2002 e 2008, 40 milhões de latino-americanos saíram da pobreza e a distribuição de renda se tornou um pouco menos desigual.
Esse desempenho vem atraindo as empresas. "Como enfrentam dificuldades numa China cada vez mais truculenta, as multinacionais do mundo rico estão começando a olhar para a América Latina com renovado interesse."
A revista que diz não somente o Brasil, considerado a potência da região, está avançando, mas também o Chile, Colômbia e Peru. Até mesmo a sociedade do México está caminhando, apesar da violência gerada pelo tráfico de drogas e a recessão mais profunda devido ao elo econômico com os Estados Unidos.
"Muito tem sido feito, mas ainda há muito a fazer", argumenta a The Economist, que vê a complacência como o maior risco para a região. A América Latina não poupa, investe, educa nem inova o suficiente. A produtividade está crescendo mais devagar do que em outras partes do mundo e a legislação acaba criando mão-de-obra informal, acredita a revista. "Resolver esses problemas requer que os líderes políticos da América Latina redescubram um apetite por reformas."
Fonte - Estadão

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Crescimento econômico e integração transformam meio ambiente em novo problema para a Bolívia

Junte o forte crescimento da economia boliviana sob o governo Evo Morales com a integração continental rumo ao Pacífico. Acrescente a necessidade brasileira por mais energia, também por conta do crescimento econômico. São boas notícias que trazem um novo problema: conciliar a necessidade da realização de obras de infraestrutura na Amazônia boliviana com a preservação ambiental e um maior equilíbrio social.
A expansão territória da atividade econômica da Bolívia foi debatida no seminário “Ordenamento Territorial Boliviano: questões agrárias, econômicas e sociais”, organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina da USP (Universidade de São Paulo). Os debatedores comentaram como essa conjuntura continental, que inclui também a pressão por novas terras para a criação de gado pelo agronegócio, afeta a Bolívia.
Fonte - Operamundi

terça-feira, 31 de agosto de 2010

UNESCO: Venezuela prestes a atingir os objetivos do milênio em educação

A Venezuela está perto de atingir os objetivos da Educação Para Todos (EFA), tendo obtido uma alta pontuação em termos de ensino primário, alfabetização dos adultos, paridade entre os sexos e a qualidade da educação, estimando-se que em 2015 poderá cumprir as metas do para o milênio.
O anúncio foi feito no fórum para o lançamento do Relatório 2010 Global Educação para Todos, da UNESCO, realizado ontem no auditório principal do Banco Central da Venezuela.
Este relatório, que inclui 199 países, refere-se aos resultados obtidos durante 10 anos, desde que estabelecidos seis objetivos da Educação para Todos, em Dakar, em 2000, quais sejam: cuidados na primeira infância, educação e aprendizagem de nível primário, alfabetização de adultos, igualdade de gênero e educação de qualidade para todos.
SUCESSOS OBTIDOS: Nas estadísticas fornecidas pelo organismo internacional, a Venezuela subiu 10 pontos no ranking mundial, posição 69 a 59 e está perto de atingir a pontuação máxima de 100 pontos, obtendo pontuação próxima a 96 no Índice de Desenvolvimento da EPT. No que diz respeito à alfabetização, é de notar que a taxa de Venezuela é de 95% para uma população de aproximadamente 28 milhões de pessoas.
O RECONHECIMENTO OFICIAL. Segundo o ministro do Ensino Superior, Edgardo Ramirez, que reflete o da Unesco tal acontecimento é o resultado do sucesso da política pública do Estado venezuelano em relação à inclusão e justiça social.
Fonte - UNESCO

sábado, 24 de julho de 2010

Chile - Inversión extranjera directa podría alcanzar su nivel más alto de la historia este año

La Inversión Extranjera Directa (IED) en Chile podrían alcanzar un nuevo récord. Las proyecciones para este año apuntan a un rango de entre US$ 15 mil millones y US$ 20 mil millones.
Así lo anticipó ayer la Cámara de Comercio de Santiago (CCS), luego que se diera a conocer el informe mundial sobre el flujo de IED de la Conferencia Mundial para el Comercio y el Desarrollo de las Naciones Unidas (UNCTAD, en inglés).
De acuerdo al gerente de Estudios de la entidad gremial, George Lever, existen elementos que permiten anticipar que el ingreso de capitales este año superará los niveles anotados entre 1990 y 2009. "Existe una prospección de que la economía está avanzando bien. A esto hay que sumar los anuncios de proyectos que se han realizado en el sector minero y de servicios, los que implican una inyección de capitales significativa", sostuvo el representante de la CCS.
De acuerdo a la información de la entidad gremial, a base del informe de la UNCTAD, hasta la fecha el monto más alto de IED recibida por el país se registró en 2008, cuando el ingreso de capitales extranjeros a Chile sumó US$ 15.181 millones. Mientras, el año pasado la inversión ascendió a US$ 12.702 millones.
Líder regional
Las perspectivas de las entradas de IED en América Latina y el Caribe están mejorando en 2010, explica el informe de la UNCTAD, pues la región está superando con "relativa rapidez" la crisis financiera y económica mundial.
De hecho, al primer trimestre de 2010 los ingresos de capitales aumentaron un 20% respecto a igual período del año anterior. En dicho período -y dejando de lado los paraísos fiscales- destacó particularmente el caso de Chile, que con un crecimiento cercano al 50% en sus entradas se ubicó en el primer lugar regional, con más de US$ 5.700 millones durante el período enero-marzo.
Con este monto, Chile desplazó a Brasil (US$ 5.600 millones) como destino favorito de los inversionistas en la región. Tercero en la lista aparece México con US$ 4.333 millones.
De acuerdo al estudio, las perspectivas a mediano plazo "son promisorias" debido a que los principales receptores, Brasil, México y Chile, continúan siendo destinos atractivos para los inversionistas.
PROYECCIÓN
La IED al cierre de este año podría oscilar entre US$ 15 mil millones yUS$ 20 mil millones,de acuerdo a la CCS.
Proyecto minero lidera inversiones materializadas al primer trimestre
Aunque aún no hay un balance oficial sobre el primer semestre, el Comité de Inversiones Extranjeras (Cinver) adelantó cuáles han sido los cinco principales proyectos durante los primeros meses del año.
Según el Comité, que registra sólo una parte de las inversiones que ingresan al país, cinco empresas extranjeras materializaron inversiones por US$ 613 millones entre enero y marzo. Dos de estas compañías lo hicieron en el sector minero; las otras invirtieron en comercio, comunicaciones y banca.
El mayor proyecto al primer trimestre suma US$ 463,3 millones, que entregó la canadiense Goldcorp a New Gold -a través de Inversiones Subco- para comprarle a la anglosuiza Xstrata el 70% del proyecto de cobre y oro El Morro, ubicado en la Región de Atacama. La transacción se cerró definitivamente el pasado 16 de febrero, aunque aún queda pendiente una demanda contra New Gold y Goldcorp que interpuso Barrick en los tribunales canadienses, aludiendo supuestas irregularidades en el traspaso.
Los registros del Cinver destacan en segundo lugar un monto por US$ 78,4 millones que inyectó Walt Mart a su filial en Chile, D&S; seguida por otros US$ 30 millones que el grupo peruano Brescia, a través del Inversiones Breca, traspasó a Cordillera del Sur, para el desarrollo del negocio de la cementera Melón.
Por último, el Cinver registra un ingreso de capitales por US$ 25,3 millones que entregó la estadounidense NII Mercosur Telecom a su filial, Nextel Chile. Y una inyección de otros US$ 16 millones que habría destinado el holding Rabobank para cambiar la estructura y refocalizar la cartera de su más reciente compra en el país, HNS Banco.
Fuente - Silvana Celedón y Fernando Vial - El Mercurio

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Energia Alternativa - Grupo paranaense investe R$ 3,1 bilhões em usinas

A EPP - Empresa Paranaense de Participações - vai investir R$ 3,1 bilhões em energias alternativas até 2013. Com projetos para construção de 13 pequenas hidrelétricas (PCHs), no Paraná, e de quatro parques eólicos na região do semiárido da Bahia, a empresa pretende atingir uma capacidade de geração de energia de 733 MW nos próximos quatro anos, 211 MW provenientes das PCHs e 555 MW de origem eólica. "Temos uma das maiores carteiras de investimentos em energia de fontes alternativas do País", afirma Luis Fernando Cordeiro, presidente-executivo da EPP. "Nossos parques eólicos estão localizados em uma das regiões com maior potencial de vento no Brasil, e nossas PCHs se concentram estrategicamente no Paraná, que oferece um dos maiores potenciais hidrelétricos."
Entre os acionistas da EPP figuram os empresários João Elisio Ferraz de Campos, ex-governador do Paraná, Wilson Dalara, presidente da ALL Logística, e Carlos Gamboa, ex-sócio do fundo de private equity 3G Capital.
Fonte - Estadão

domingo, 18 de julho de 2010

Equador terá zona de desenvolvimento e de conexão com Manaus, diz Correa

A cidade litorânea de Manta, no oeste do Equador, se transformará em uma "zona especial de desenvolvimento" e fará parte de um eixo multimodal que a unirá a Manaus, afirmou neste sábado o presidente equatoriano, Rafael Correa.
O líder explicou que se aproveitará a grande infraestrutura em portos, estradas e aeroportos de Manta para explorar ao máximo suas potencialidades de investimentos, por ser uma porta de entrada e saída da bacia do oceano Pacífico.
"Estamos buscando sócios estratégicos para o porto de Manta", acrescentou Correa, após explicar que na zona será aplicada uma estratégia tributária especial para atrair investimentos, orientada ao desenvolvimento industrial, mas também à geração de emprego e a transferência de tecnologia.
O eixo Manta-Manaus é um projeto ambicioso de infraestrutura que unirá o Equador com o Brasil pela Amazônia, através de aeroportos, estradas e vias fluviais.
Correa destacou os avanços nos estudos do projeto e na busca de investimentos e ressaltou as vantagens que suporá a zona especial de desenvolvimento em Manta.
Fonte - EFE

sexta-feira, 16 de julho de 2010

40% de los créditos adicionales han sido para pagos laborales

El Gobierno ante la necesidad de cubrir los compromisos laborales y las insuficiencias presupuestarias ha tenido que recurrir a los créditos adicionales con lo cual el gasto de 2010 se ha incrementado 11%.
En lo que va de año, la Asamblea Nacional le ha dado el visto bueno a operaciones extraordinarias por 18 millardos de bolívares y el 40% de esos créditos han sido para pagos de salarios y pensiones.
De acuerdo a los registros del Parlamento, en este período se han autorizado más de 7 millardos de bolívares para atender los incrementos de salarios de los médicos y las enfermeras, el aumento de 40% al personal militar y la cobertura parcial del ajuste de 26% que registró el salario mínimo y las pensiones del Seguro Social.
Esos recursos también se han utilizado para completar las partidas de gastos de personal de los ministerios y demás entes adscritos al sector público.
Aunque en el presupuesto se incrementó la partida de remuneraciones, las deudas y los nuevos compromisos se han disparado en este semestre.
Para financiar las obligaciones laborales, el Ejecutivo ha utilizado los dividendos de Cantv, las ganancias del Banco Central de Venezuela, los recursos excedentes de 2009 que están en el Fondo Miranda y el Fondo Independencia, que es un esquema que recibe aportes de la industria petrolera.
Distribución
El resto de los créditos adicionales se ha orientado a diferentes conceptos. Una parte de las operaciones han sido para cubrir las insuficiencias presupuestarias de los despachos de la Presidencia, Interior y Justicia, Comunicación así como del Ministerio Público y la Procuraduría General.
También se han destinado operaciones para los programas del Ministerio de Salud, Ministerio de Obras Públicas, Ministerio de Alimentación y Ministerio de Agricultura.
Para atender esos compromisos el Gobierno ha usado en gran medida el Fondo Miranda.
En este período le fue autorizado un crédito a las gobernaciones y alcaldías por 1,6 millardos de bolívares correspondiente a la distribución de los ingresos adicionales de 2009 vía situado constitucional y Ley de Asignaciones Económicas.
En ascenso
Con los créditos adicionales aprobados por el Parlamento en lo que va de año el presupuesto, que inicialmente se contempló en 159,4 millardos de bolívares, ya se encuentra en 177,4 millardos de bolívares.
En esta primera mitad del año el crecimiento del gasto dista de lo que se registró en períodos como el 2006 o 2008, aunque analistas han señalado que esa asignación se incrementará en los próximos meses, porque este es un año electoral.
Los recursos disponibles en el Fondo Miranda, que es el esquema que financia en gran medida los créditos, a mediados del mes de junio estaba en 2,5 millardos de bolívares, fuentes oficiales han señalado que ese saldo aumentará a partir de agosto cuando comiencen a transferirse los ingresos adicionales petroleros.
Fonte - marmas@eluniversal.com

sexta-feira, 2 de julho de 2010

New York Times: O boom na América Latina

Enquanto os Estados Unidos e a Europa enfrentam grandes déficits e ameaças a uma frágil recuperação econômica, esta região tem uma surpresa guardada. A América Latina, que enfrentou no passado moratórias no pagamento de dívidas, desvalorizações de moedas e a necessidade de resgates por parte de países ricos , está experimentando um crescimento econômico robusto que faz a inveja de seus parceiros nortistas.
A forte demanda da Ásia por commodities como minério de ferro, cobre e ouro, combinada com políticas em várias economias da América Latina para controlar déficits e para manter a inflação baixa, estão encorajando investimento e abastecendo a maior parte do crescimento. O Banco Mundial prevê que a economia da região vá crescer 4,5% este ano.
O crescimento recente na América Latina superou as expectativas de vários governos. O Brasil, o poder ascendente da região, está liderando uma recuperação regional depois da crise de 2009, crescendo 9% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. O Banco Central do Brasil disse na quarta-feira que o crescimento em 2010 poderia atingir 7,3%, a maior expansão da Nação em 24 anos.
No Peru, onde memórias ainda estão vivas de uma economia em frangalhos por causa da hiperinflação e de uma guerra brutal de duas décadas contra rebeldes maoistas que deixou quase 70 mil mortos, o crescimento doméstico atingiu 9,3% em abril em relação ao mesmo mês do ano anterior.
“Estamos testemunhando o que provavelmente serão as melhores condições econômicas do Peru em minha vida”, disse Mario Zamora, de 70 anos, que tem seis farmácias em Los Olivos, um bairro de classe trabalhadora ao norte de Lima, onde milhares de migrantes pobres do altiplano se estabeleceram.
Alguns estudiosos da história econômica da América Latina dizem que a recuperação robusta pode ser boa demais para durar, apontando para a política volátil de alguns lugares, a dependência excessiva de exportações de commodities e o risco embutido no crescimento do comércio com a China.
Michael Pettis, um especialista nas ligações financeiras da China com países em desenvolvimento [da Universidade de Peking em Beijing], disse que a América Latina está especialmente exposta às políticas chinesas que aumentaram a demanda por commodities, inclusive ao que parece ser a decisão chinesa de estocar essas commodities.
Fonte - New York Times

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Venezuela aprofunda estudos sociais em prol de desenvolvimento comuna

Venezuela impulsiona a aplicação de instrumentos estatísticos que permitam aprofundar nos estudos sobre a realidade sócio-demográfica das comunidades como uma via para gerenciar as políticas públicas destinadas a esses âmbitos.
Paralelamente à produção de dados locais em matéria educativa, de saúde, moradia, pobreza, o Instituto Nacional de Estatísticas (INE) promove o funcionamento dos observatórios sociais, desenhados para contribuir ao emprego desses registros em benefício das demarcações.
Trata-se de uma experiência de grande utilidade, pois a partir da informação coletada com ajuda dos moradores é possível tomar decisões para solucionar as dificuldades pontuais de cada lugar, declarou à Prensa Latina o gerente geral do INE, Luis Gerónimo Reyes.
Além de tributar às bases de dados nacionais, os censos realizados em pequenos espaços servem aos que ali residem para caracterizar seu meio social, ferramenta que deve traduzir na busca de estratégias de desenvolvimento a essa escala, comentou.
Reyes sublinhou que o trabalho dos especialistas desse instituto transcende as fronteiras urbanas para adentrar-se em zonas intrincadas e em assentamentos dissimiles como os conformados por cerca de 40 povos originários.
O terceiro inventario de operações estatísticas comunitárias foi apresentado nesta quarta-feira por especialistas do INE, como parte dos esforços por democratizar esses serviços em função das comunidades, núcleo fundamental da sociedade.
Fonte - Prensa Latina

O Chile é um dos países mais estáveis e prósperos da América do Sul.

Grandes revoluções aconteceram em praticamente todos os países da América do Sul. Todos eles sofreram mudanças drásticas, principalmente, no campo político. Por todo esse contexto, o senso sócio-político é extremamente aguçado. Há uma grande militância nesses países. O Brasil é que fica um pouco fora desse contexto. Pra quem já viajou pela América Latina, ou pesquisa sobre o assunto, sabe que há uma forte crítica aos brasileiros sobre seu posicionamento sócio político cultural. Pelo fato do Brasil ter dimensões continentais, até mesmo grandes golpes políticos, como o caso da Ditadura Militar, guerras civis e outros grandes momentos da história, não mobilizaram o pais num todo. Por conta disso, o que temos hoje são movimentos isolados e de pouca expressão. Os movimentos culturais são diversos, mas extremamente regionalistas. Pensando pelo lado da arte, isso é muito bom. Faz parte da identidade do país essa diversidade. Mas, por outro lado, no campo das Ciências Sociais e Política, temos uma total falta de unidade e, consequentemente uma grande desarmonia.
Após uma troca de idéias sobre a viagem feita por um dos parceiros do Avalanche, que ratificou boa parte do que já foi dito, a escola de História Política, junto à escola de Comunicação da Missão Avalanche, decidiu unir forças e está preparando um prático que acontecerá em terras chilenas.
O Chile é um dos países mais estáveis e prósperos da América do Sul. Dentro do contexto da América Latina, é o melhor em termos de desenvolvimento humano, competitividade, qualidade de vida, estabilidade política, globalização, liberdade econômica, baixa percepção de corrupção e índices comparativamente baixos de pobreza. Possui uma consciência política muito forte e vários movimentos sociais engajados. Em paralelo a isso, é dono de um dos mais altos níveis de desigualdade de renda. Recentemente sofreu uma catástrofe natural, conhecida de todos.
Por todo esse contexto, a coordenação das escolas entendeu que agora é o melhor momento e lugar para complementar os estudos dos alunos dos respectivos cursos. Será uma experiência única de vivenciar um cristianismo prático e também ganhar uma bagagem de conhecimento in loco do contexto sócio-político de um dos países referência em nosso continente. E ainda servir a população chilena com projetos elaborados pela equipe.
Fonte - Gito

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Trem que liga as cidades peruanas de Cuzco e Machu Picchu é reaberta

Passageiros já não terão de se deslocar até a estação de Piscacucho para chegar à cidadela de Machu Picchu, podendo embarcar em Cuzco como já ocorria antes das chuvas transbordarem o rio Vilcanota em janeiro
São Paulo - Ferrocarril Transandino S.A. (FTSA), concessionária do transporte ferroviário no sul e sudeste do Peru, reabriou no dia 26 de junho (sábado) a via férrea que liga Cuzco ao povoado de Machu Picchu na sua totalidade.
Os trens vão operar normalmente, mas com algumas restrições de velocidade a partir das estações de Cuzco, Poroy e Ollantaytambo durante os primeiros três meses. A medida, aliás, já era adotada antes do transbordamento do rio Vilcanota - ocorrido no final de janeiro deste ano -, e servirá ainda para assentar a nova via.
Lembrando que desde o dia 29 de março, após dois meses intensos de trabalho, a concessionária havia terminado a reabilitação do trecho entre Piscacucho (km.82) e Machu Picchu (Km.110), permitindo a retomada das operações ferroviárias para a cidadela a partir da estação temporária de Piscacucho.
Fonte - Portal Fator

sábado, 26 de junho de 2010

Bolívia - Cidades Fronteiras

Um oficial do governo boliviano propôs, em entrevista publicada no domingo para construir "cidades de fronteira" para melhorar a segurança e reduzir a atividade criminal nessas regiões, em vez de promover uma presença militar ou policial destinado a fazer isso.
O governo vai trabalhar para criar fronteiras sente são "fracos e desprotegidos", Ademaf agência de desenvolvimento chefe Juan Ramon Quintana disse ao jornal La Razón.
"Nossas fronteiras estão se tornando cada dia mais áreas vulneráveis para a segurança do Estado", disse Quintana.
O governo do presidente Evo Morales defenderá a criação de "cidades de fronteira", que irá ajudar a luta contra "as atividades ilegítimas", incluindo o contrabando e tráfico de drogas, disse Quintana.
Isso não significa a criação de "assentamentos humanos" em todas as regiões, uma vez que em alguns deles "capital intensivo" teria que ser investido para industrializar-los, disse Quintana.
"O problema das fronteiras não serão resolvidos pela polícia militar ou a cobertura ... A única política sustentável ao longo do tempo e que permitirá que a soberania, as instituições e as fronteiras do Estado para ser garantido é a atividade econômica ", o chefe da agência de desenvolvimento, disse.
Morales Ademaf criado em 4 de junho, porque, disse Quintana, "a fronteira é o canto mais distante da pátria e, por conseguinte, o beneficiário último das forças do Estado".
fronteira com a Bolívia o Brasil em seu norte e leste, Argentina e Paraguai ao sul e Chile e Peru, a oeste.
Quintana foi considerado o "homem forte" da primeira administração de Morales 2006-2009, e ele se tornou alvo de críticas por suas ações, tanto por parte da oposição, bem como por alguns sindicatos e setores sociais que apóiam o governo de esquerda.
Fonte - Herald Tribune

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Unasul busca mecanismos para melhorar programas de assistência

Delegados do conselho de desenvolvimento social da União de Nações Sul-americanas (Unasul) se reunirão hoje e amanhã, em Quito, para buscar mecanismos para que os programas de assistência cheguem a pessoas com alto grau de vulnerabilidade e pobreza.
A informação foi confirmada pela ministra de Coordenação do Desenvolvimento Social equatoriana, Jeannette Sánchez, na abertura do encontro, na qual falou sobre a necessidade de trabalhar de maneira conjunta para ajudar os setores mais necessitados da sociedade.
Jeannette destacou que um dos maiores desafios da reunião é buscar os mecanismos para que os programas de assistência, como os de desenvolvimento social, inclusão e integração, possam chegar às pessoas, informou a Secretaria de Imprensa da Presidência.
A ministra qualificou a reunião de "transcendental", por se tratar de uma busca por novos conceitos e estratégias que levem à transferência de recursos para os setores mais vulneráveis da América Latina. No encontro, que conta com a presença de representantes de Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Equador, Jeannette disse que a maioria desses países está desembolsando grandes somas para chegar aos setores mencionados.
No entanto, afirmou que é necessário conhecer o trabalho e os avanços realizados sobre os temas de inclusão financeira, para multiplicar esforços.
"Todos sabemos os grandes problemas que tivemos em política pública. (...) Estamos trabalhando com unidades individualizadas e, em economias frágeis, nem sempre temos as melhores condições", disse a ministra.
O fórum é organizado pela Presidência pro tempore da Unasul, ocupada pelo Equador, e faz parte do Plano Bienal do organismo.