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terça-feira, 27 de julho de 2010

Canciller venezolano realiza gira para desmentir denuncias sobre presencia guerrillera en ese país

La ofensiva diplomática de Nicolás Maduro se da dos días antes de la reunión de Unasur, donde Colombia prometió presentar nuevas pruebas de la tolerancia de Caracas hacia estos grupos armados.
Maduro emprendió una gira por Brasil, Argentina, Paraguay, Uruguay, Chile, Perú y Bolivia, con miras al nuevo cara a cara con Colombia en la reunión de Unasur en Quito.
Chávez llamó también a sus colegas de Argentina, Cristina Fernández, y de Brasil, Lula da Silva, para hablar sobre la crisis con Colombia.
La ofensiva diplomática venezolana pasó también por Cuba, donde una delegación del gobierno Chávez fue recibida por el presidente Raúl Castro con una declaración que destacaba "el derecho" de Chávez a defenderse de "amenazas y provocaciones".
"Luchamos por la paz y la armonía entre nuestros pueblos, y nuestras gestiones siempre tendrán ese objetivo. Pero en caso de cualquier problema, que nadie tenga la menor duda del lado de quién estará Cuba", dijo Castro ayer.
Y en la ONU, el embajador venezolano radicó una carta en la niega que las Farc tengan campamentos permanentes en ese país. El documento dice que las denuncias colombianas son falsas.
En Washington, el Departamento de Estado fue enfático en señalar que EE. UU. no tiene "intención alguna" de realizar acciones militares contra Venezuela y que desea continuar comprándole petróleo a Chávez, en respuesta a las declaraciones del domingo en las que el presidente venezolano habló de una eventual guerra con Colombia, orquestada por el gobierno Obama.
Voceros de la Cancillería norteamericana señalaron que los negocios energéticos con Venezuela generan un "beneficio común" para las dos naciones, y pidieron que Caracas y Bogotá trabajen sus diferencias a través del "diálogo y la diplomacia" como único camino para garantizar "fronteras seguras y pacíficas".
El Departamento de Estado, de todos modos, insistió en que las denuncias colombianas de la semana pasada en la OEA deben ser investigadas plenamente y sugirió que sean "entidades internacionales competentes" las que adelanten una verificación.
Fuente - El Tiempo

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Novo Embaixador do Chile na Argentina apresenta credenciais

O novo embaixador do Chile na Argentina, Adolfo Zaldívar Larraín, entregou hoje suas credenciais ao chanceler argentino, Héctor Timerman, que o recebeu em seu escritório.
Segundo comunicado da Chancelaria, Timerman e Zaldívar aproveitaram a reunião "para repassar "questões destacadas a nível regional e global e alguns dos temas mais importantes da ampla agenda comum".
"Ambos ratificaram o rumo da relação bilateral, no momento em que as presidentes da Argentina e do Chile, Cristina Kirchner e Michelle Bachelet, subscreveram na cidade de Maipú, em outubro de 2009", declarou o informe.
O novo embaixador possui um histórico de atuação na relação entre os dois países. Em 1984, ele fundou e presidiu o Foro de Integração Política Permanente Chileno-Argentina, e foi também presidente da Comissão Interparlamentar Bilateral, entre 1993e 2008.
A postulação de Zaldívar foi apresentada ao governo argentino no dia 16 do mês passado e rapidamente foi aprovada pela presidente Cristina Kirchner.
O diplomata substitui o ex-embaixador Miguel Otero, que renunciou no início de junho após causar polêmica entre os membros do governo chileno ao fazer declaração à imprensa Argentina dizendo que "a maior parte do Chile não sentiu a ditadura" de Pinochet, de 1973 a 1990.
Fonte - ANSA

terça-feira, 29 de junho de 2010

Obama nomeia Larry Palmer novo embaixador na Venezuela

O presidente americano, Barack Obama, nomeou um experiente diplomata, Larry Palmer, como novo embaixador dos Estados Unidos na Venezuela, país com o qual Washington mantém tensas relações, informou a Casa Branca esta segunda-feira. Obama indicou Palmer, que antes foi encarregado das embaixadas de Honduras e Equador, e atualmente dirige uma agência americana de cooperação com a América Latina, para substituir Patrick Duddy na sede diplomática em Caracas, acrescentou em um comunicado.
Palmer, que deve ser ratificado pelo Senado americano, também trabalhou nas embaixadas americanas na República Dominicana, no Uruguai e no Paraguai na região, mas também da Coreia do Sul e de Serra Leoa. O anúncio ocorre no mesmo dia em que o encarregado da diplomacia americana para a América Latina, Arturo Valenzuela, admitiu que as relações com a Venezuela são as mais difíceis na região para os Estados Unidos, sem que Washington veja um desejo de diálogo de parte do governo Hugo Chávez.
Fonte - Terra