quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Ecopetrol descobre reserva de gás perto da fronteira com a Venezuela

A Empresa Colombiana de Petróleos (Ecopetrol) informou nesta quarta a descoberta de reservas de gás por 6,6 milhões de pés cúbicos por dia, em um poço situado nos arredores da cidade de Cúcuta (nordeste), na fronteira com a Venezuela.
A empresa colombiana detalhou em comunicado que os testes iniciais no poço, pertencente a Ecopetrol, indicam que se trata de gás seco, principalmente metano.
A perfuração do poço, situado a 20 quilômetros ao nordeste de Cúcuta, começou em 25 de março de 2010 e alcançou 4 quilômetros de profundidade.
"O objetivo principal do poço era provar a presença de hidrocarbonetos na formação Aguardiente" e as análises indicaram uma produção média de gás natural de 6,6 milhões de pés cúbicos por dia, acrescentou a mensagem.
Nos próximos dias será avaliado o resultado dos testes iniciais e terão início os períodos seguintes para determinar o potencial da descoberta.
Ecopetrol é a maior companhia da Colômbia e uma das quatro principais petrolíferas na América Latina.
Além da Colômbia, onde é responsável por mais de 60% da produção, tem presença em atividades de prospecção e produção no Brasil, Peru e Estados Unidos (Golfo do México).
Fonte - EFE

terça-feira, 7 de setembro de 2010

BB financia usina de álcool na Colômbia

Numa operação típica do BNDES, BB empresta US$ 223 milhões para grupo israelense que vai comprar equipamentos brasileiros.
O Banco do Brasil está financiando projetos internacionais cada vez maiores e começa a concorrer com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No fim de semana, executivos do BB acertaram condições de um empréstimo de US$ 223 milhões para a instalação de uma usina de etanol na Colômbia.
Segundo as empresas envolvidas, é a maior operação privada realizada até hoje pelo Programa de Financiamento às Exportações, o Proex. O dinheiro vai beneficiar um grupo israelense que comprará equipamentos de uma fornecedora brasileira. O contrato será firmado em breve.
A operação, que se assemelha aos créditos concedidos pelo BNDES, será realizada por meio da Proex, linha usada para financiar a exportação de mercadorias. Ao mesmo tempo que o BB fecha o contrato, a política externa brasileira mantém a meta de levar a cultura do etanol a mais países da América Latina, já que o governo pretende alçar o combustível à categoria de commodity internacional.
O chefe do projeto encabeçado pelo Grupo Merhav, Jorge Chavez, explicou ao Estado por telefone, da Colômbia, que as conversas com o BB começaram no auge da crise, no fim de 2008. O empréstimo é destinado à construção da usina que vai usar equipamentos e a tecnologia de uma empresa paulista, a Uni-Systems. Esse é o segundo financiamento às usinas construídas no exterior pela companhia. A primeira, no Peru, teve crédito bem menor, de US$ 25 milhões.
O juro cobrado pelo BB é composto pela taxa Libor - referência no mercado britânico - sem acréscimo de spread. Atualmente, a Libor está abaixo de 1% anual, em dólar. "É muito mais barato que se nós tomássemos o crédito na Colômbia ou nos EUA. É um grande estímulo", diz Chavez, ao comentar que se a empresa fosse a mercado pagaria juro de cerca de Libor acrescido de até 6,5%. O juro competitivo é explicado porque há um seguro de US$ 20 milhões que será acionado em caso de calote.
O Proex é uma linha que usa recursos da União e é operada exclusivamente pelo BB. Segundo a instituição, a linha pode ser da categoria "financiamento", quando há empréstimo para o exportador ou importador com recursos do Tesouro Nacional. A modalidade está "voltada fundamentalmente para o atendimento às micro, pequenas e médias empresas".
Nesse caso, a operação foi possível porque a Uni-Systems é qualificada nesse segmento, por ter faturamento anual de até R$ 600 milhões.
"O financiamento do Proex é que viabiliza a planta, já que o crédito tem condições muito competitivas", diz o diretor de administração da Uni-Systems, Luis Carlos de Mello. Além da planta na Colômbia, a empresa tenta crédito de US$ 122 milhões para a instalação de outra usina no Peru e negocia o financiamento para a construção de uma usina nos EUA.

Gás descoberto em Morada Nova de Minas equivale a "meia Bolívia"

O gás natural descoberto em Morada Nova de Minas, na Região Central do estado, será explorado comercialmente a partir do ano que vem. O volume descoberto num único poço pode chegar à metade do fornecido ao Brasil pela Bolívia, estimou quinta-feira o governador mineiro Antônio Augusto Anastasia. “O empresário Eike Batista diz que descobriu meia Bolívia de gás natural no Maranhão. A outra metade, se Deus quiser, está aqui”, frisou. O Brasil importa diariamente da Bolívia até 30 milhões de metros cúbicos do combustível. A descoberta ocorreu há uma semana e foi comunicada segunda-feira à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Desde a confirmação da existência do combustível, porém, os indícios do potencial da reserva durante a perfuração estão cada vez mais robustos, informou o governador. A presença de gás natural em Minas significa a redenção econômica para a Bacia do Rio São Francisco porque, além de atrair indústrias, representa a possibilidade de aumento de arrecadação para os pequenos municípios locais na forma de royalties, sem contar o fato de que o estado tem participação em cinco dos 43 poços licitados pela ANP na região. Ainda vai levar 60 dias para que o consórcio que reúne Codemig, Orteng, Imetame Energia e Delp Engenharia no projeto de exploração do combustível divulgue o tamanho da reserva e a vazão do gás em Morada Nova de Minas. Serão mais 30 dias de perfuração a uma razão diária de 53 metros de profundidade, até chegar à meta principal, que é alcançar 2,5 mil metros de profundidade. O gás descoberto na semana passada foi encontrado a 1.440 metros da superfície. Em seguida, começa a ser feito o teste de formação de poço, que levará outros 30 dias até ser concluído. O que se sabe, de imediato, é que o gás poderá ser explorado por meio da construção de uma termelétrica vizinha ao poço ou da construção de um gasoduto, mas tudo depende do volume que será apurado. “O importante é que foi encontrado um volume considerável no primeiro furo de um bloco de 3 quilômetros quadrados. Essa descoberta nos dá garantia de que estamos no caminho certo”, disse o governador. De acordo com ele, com a confirmação da existência do combustível, o gás natural ficará mais barato em Minas. Em junho, o preço do metro cúbico do combustível importado da Bolívia custava US$ 7,42 por milhão de BTUs, 35% a mais que o produzido no Brasil até agora. Na Europa, a mesma quantidade de gás custa em média US$ 3, informou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico. “Esse gás mais barato servirá para todos os consumidores, especialmente os industriais, porque isso significa uma redução do custo da produção”, disse Anastasia. Para o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Orteng, Robson Andrade, o gás será um atrativo a mais para novos projetos e a diversificação da indústria em Minas, como é o caso do setor petroquímico. “É a possibilidade de termos gás à disposição dentro da nossa casa”, comparou. Além do consórcio formado pela iniciativa privada e a Codemig, empresas como Petrobras, Shell e British Petroleum também são donas de blocos estão e desenvolvendo pesquisas na área licitada. Segundo Oswaldo Borges da Costa Filho, presidente da Codemig, os blocos só foram licitados pela ANP a pedido do ex-governador Aécio Neves. “Ele questionou o motivo pelo qual as áreas onde havia indícios da existência do combustível não iam a leilão”. De acordo com Costa Filho, na época, a dúvida é se haveria empresários interessados em participar da disputa. “Hoje o gás é uma realidade. Mas essa foi uma ação planejada, não caiu do céu”. A expectativa é que os royalties a serem arrecadados com a produção de gás natural em Minas fiquem entre 5% a 6% da produção. Além disso, o estado é dono de 49% da exploração, já que é essa a sua participação no consórcio. Os outros 51% estão nas mãos da iniciativa privada. “O gás é extremo indutor de crescimento industrial em qualquer país. Europa e Estados Unidos só conseguiram desenvolver sua indústria com a matriz energética do gás”, sustenta o secretário de Desenvolvimento Econômico Sérgio Barroso.
Fonte - Guia BD

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Argentina de olho no mercado de petróleo

Os preparativos para a expansão do setor petrolífero ultrapassam a fronteira e já atingem, concretamente, a Argentina, que tem pequenos fornecedores em potencial de máquinas e equipamentos para a Petrobras ou empresas que atendem a estatal brasileira. A adesão dos sócios do Mercosul e, em um segundo momento, dos vizinhos da Comunidade Andina, faz parte dos planos do governo brasileiro de montar uma estratégia que envolva toda a região.
Na Argentina, está sendo realizado uma espécie de inventário sobre o que não se fabrica e o que se produz com baixa qualidade. De posse do diagnóstico, autoridades dos dois países e empresas fornecedoras discutem que tipo de itens poderiam ser produzidos na região, para substituir importações de fora do Mercosul. Medidas de apoio serão tomadas, sendo uma delas o Fundo de Convergência Estrutural (Focem) do bloco, com recursos de US$ 3,6 milhões este ano.
- Sem dúvida, com as reservas do pré-sal, o Brasil ganhará ainda mais importância mundial. Há uma infinidade de produtos e serviços que podem ser desenvolvidos na cadeia de petróleo e gás, tendo em vista que a Argentina também tem uma produção tradicional - disse o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, Reginaldo Arcuri.
Um dos grandes desafios, explicou Arcuri, é garantir que parte do índice de conteúdo local não se forme apenas por peças e equipamentos, mas também pela tecnologia nacional. O custo com a manutenção é altíssimo.
- Queremos formar polos de produção e de exportação no Mercosul - disse.
Fonte - Globo

Crescimento econômico e integração transformam meio ambiente em novo problema para a Bolívia

Junte o forte crescimento da economia boliviana sob o governo Evo Morales com a integração continental rumo ao Pacífico. Acrescente a necessidade brasileira por mais energia, também por conta do crescimento econômico. São boas notícias que trazem um novo problema: conciliar a necessidade da realização de obras de infraestrutura na Amazônia boliviana com a preservação ambiental e um maior equilíbrio social.
A expansão territória da atividade econômica da Bolívia foi debatida no seminário “Ordenamento Territorial Boliviano: questões agrárias, econômicas e sociais”, organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina da USP (Universidade de São Paulo). Os debatedores comentaram como essa conjuntura continental, que inclui também a pressão por novas terras para a criação de gado pelo agronegócio, afeta a Bolívia.
Fonte - Operamundi

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Estudo revela recuperação da crise mundial

A everis, consultoria multinacional de negócios, tecnologia e Outsourcing acaba de divulgar os resultados do segundo trimestre do relatório Indicador da Sociedade da Informação (ISI) para a América Latina, realizado em parceria com a IESE Business School, na Espanha. De acordo com o estudo, o ISI na região atingiu um valor de 4,55 pontos, o que representa um aumento de 2,3% em relação ao valor observado no ano anterior. Ao se aproximar do valor obtido no terceiro trimestre de 2008 (o maior na história do estudo), entende-se que o ISI superou quase por completo as consequências da crise internacional.
No Brasil, o crescimento atingiu 4,53 pontos, representando um aumento de 2,6% e, pela primeira vez, o índice brasileiro equiparou-se com o mexicano. “Junto com o Chile e o Peru, o Brasil forma o grupo dos países com os maiores índices de crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior. Além disso, o País voltou a liderar a expansão do parque de servidores, com um aumento de 10,2%, atingindo a média de 3,6 unidades a cada mil habitantes” diz Teodoro López, presidente da everis Brasil.
Os dois componentes principais utilizados para avaliação do ISI, conhecidos como Entorno da Sociedade de Informação (ESI) e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), contribuíram com uma medida similar para uma melhoria ao longo do ano. A despesa total per capita da TIC subiu para US$617 ao ano – o mais significativo entre os países pesquisados. Já o ESI obteve aumento em sua pontuação graças à queda do “risco-país” e à melhora do último Índice de Percepção de Corrupção.
Segundo Diego Barcelo, co-autor do estudo e pesquisador do IESE Business School os últimos dados do ISI confirmam a força com que as novas tecnologias vão conquistando espaço na América Latina. Entretanto, não se devem subestimar os riscos apresentados pela economia global, como recuperação econômica mais lenta do que o previsto e aumento das taxas de juros, entre outros. “Por conta disso, é prudente esperar que o ISI avance de forma mais moderada” diz o pesquisador.
Expectativa para 2011
Para o segundo trimestre do próximo ano, a previsão é que o ISI Brasil alcançará 4,58 pontos, um novo recorde para o País. No âmbito da TIC, será verificada uma desaceleração mais profunda no item Serviços (vendas online, domínios de internet, gasto per capita, etc). No entanto, o número de usuários de internet deverá aumentar dos atuais 365 para cada mil habitantes, para 396 para cada mil habitantes, um crescimento de 9,2% no período.
No item Equipamentos, em um ano a previsão é de que o Brasil conte com mais celulares do que pessoas, atingindo o número de 1004 aparelhos para cada mil habitantes, um aumento de 8,7% em relação aos atuais 924 para cada mil habitantes. Esse resultado permitirá ao Brasil ultrapassar, pela primeira vez, a média latino-americana nesse campo.
Resultados do Brasil
O ISI brasileiro subiu 2,6%, atingindo 4,53 pontos
· Verificaram-se 272 computadores para cada mil pessoas – aumento interanual de 14,7% (237 no 2º trimestre de 2009).
· Contabilizaram-se 3,6 servidores para cada mil pessoas – aumento interanual de 10,2%. (3,3 unidades/mil habitantes no 2º trimestre de 2009).
· Foi de US$ 617 o gasto per capita anual em TIC – aumento de 21,6% no ano
(US$508 no 2º trimestre de 2009).
· Computaram-se 924 telefones celulares por mil habitantes – aumento interanual de 14%
(810 no 2º trimestre /2009).
· Calculou-se 365 usuários de Internet para cada mil pessoas – aumento interanual de 7,6% (339 no 2º trimestre de 2009).
· 16,3% dos usuários de Internet são assinantes de banda larga – aumento interanual de 0,8% (15,5% no 2º trimestre de 2009).
O ISI na América Latina
O Indicador da Sociedade de Informação voltou a subir na região, alcançando um valor de 4,55 pontos – aumento de 2,3%. A previsão é que, nos próximos 12 meses, o índice possa subir 1,2%.
Ao se aproximar do valor obtido no terceiro trimestre de 2008 (o maior da história do estudo), entende-se que o ISI caminha para superar as consequências da crise mundial internacional.
A pontuação dos países analisados foi a seguinte: o Chile obteve 5,77 pontos; a Argentina, 4,75; seguida do Peru, com 4,67; o Brasil, empatado com o México, obteve 4,53 e, em último lugar, ficou a Colômbia com 4,34.
A pontuação das TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) atingiu 3,61 pontos, um crescimento de 4,7%, a maior pontuação verificada em quase sete anos. A telefonia móvel continua a liderar o segmento de Equipamentos, com 925 telefones para cada mil habitantes. Este elevado nível de uso terá como consequência uma inevitável desaceleração no crescimento, visto que o índice de 10,2% obtido nesse trimestre é o mais baixo já visto no estudo.
Entenda os conceitos e estrutura do Indicador
Os elementos que compõem a Sociedade de Informação são amplos.
Por um lado, deve-se considerar o que está ligado especificamente à Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), que inclui, entre outros, a utilização e a disponibilidade de computadores e periféricos (hardware), o desenvolvimento do comércio eletrônico, a penetração de Serviços de comunicação móvel, etc.
Além disso, devemos considerar o contexto com o qual interage a TIC. Um ambiente que, ao incentivar (ou não) o progresso da Sociedade de Informação, é influenciado pelo mesmo. Como consequência, trata-se de uma entidade multidimensional que abrange uma infinidade de fatores.
Compreender a Sociedade de Informação como o resultado da associação de um evento tecnológico e de um ambiente diverso é o conceito básico onde se apoia a construção do ISI.
O indicador é composto por dois componentes básicos: Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e Ambiente da Sociedade de Informação (ESI). Ambos incluem categorias que representam seus aspectos fundamentais.
No caso da TIC, as duas categorias que agrupam são: Equipamentos e Serviços. Embora a divisão envolva algum grau de arbitrariedade, uma vez que todas as variáveis consideradas incluem algum tipo de serviço, considerou-se de toda maneira útil para facilitar a análise da evolução da TIC.
Metodologia do ISI
O ISI é um relatório trimestral, criado e divulgado para o mercado com o objetivo de avaliar periodicamente os avanços da Tecnologia da Informação, das Telecomunicações e também do Ambiente da Sociedade da Informação na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e no Peru.
O indicador desenvolvido pela everis conta com dois componentes básicos: Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e Ambiente da Sociedade da Informação (ESI), que compreende os aspectos econômico, institucional, social e de infraestrutura.
As variáveis foram definidas por meio de um processo de seleção que estabeleceu a pontuação do índice. Elas foram eleitas levando-se em conta requisitos técnicos, sem prejudicar o objetivo de simplificar os dados e integrar os aspectos conjunturais, estruturais, quantitativos e qualitativos.
Padronização das variáveis e cálculo do ISI
O estudo definiu que todas as variáveis flutuariam dentro de uma categoria limitada entre um valor mínimo unitário e um valor máximo de 10, ou seja, para cada variável é dado o valor 10 para o país com a melhor qualificação (por exemplo, a maior pontuação indica que o Índice de Liberdade Econômica possui a menor taxa de desocupação, o maior número de usuários de Internet, etc.)
Fontes utilizadas
O estudo analisa os dados obtidos de diversas fontes: Gartner Inc., Indec e Ministério da Economia (Argentina); IBGE e Anatel (Brasil); DANE, Ministério das Comunicações e UPME-Ministério de Minas e Energia (Colômbia); INE y Subtel (Chile); INEGI (México); Banco Mundial; Standard & Poor’s; Heritage Foundation; Transparency International; International Energy Agency; UNESCO; International Telecommunication Union; JP Morgan; ICANN; LatinoamerICANN; Domaintools; OECD; Fundo Monetário Internacional; Federal Reserve e bancos centrais da Argentina, do Brasil, da Colômbia, do Chile, do México e do Peru.
Sobre a everis
A everis é uma consultoria multinacional que oferece soluções de negócio globais e tecnologia da informação a seus clientes, cobrindo todos os aspectos da cadeia de valor das organizações, desde a estratégia de negócios até a implementação e a operação dos sistemas. Fundada em 1996, a everis atualmente está presente em diferentes países da Europa (Espanha, Portugal, Bélgica e Itália) e da América (Chile, Brasil, Argentina, Colômbia, México e EUA), com mais de 8.000 profissionais no mundo.
No Brasil, a empresa conta com mais de 800 profissionais. O foco de negócios da everis no País são os setores de Entidades Financeiras, Telecomunicações e Indústria. Em 2009, a empresa faturou mundialmente € 404 milhões e R$ 70 milhões no Brasil.
Sobre o IESE
O IESE está entre as dez melhores escolas de negócios do mundo e é pioneira em educação executiva na Europa desde sua fundação em 1958, na Espanha. O IESE destaca-se por seu foco em direção geral, intensiva utilização do método do caso, expansão internacional e ênfase ao colocar a pessoa no centro das tomadas de decisões. Realmente global, o IESE possui campus em Madri e Barcelona, além de um centro em Nova Iorque e escritórios em Munique. Atualmente, a escola de negócios oferece programas em quatro continentes. No Brasil, ministra o Program for Management Development (PMD) e o Advanced Management Program (AMP) em associação com o ISE – Educação Executiva, de São Paulo. O IESE foi eleito, em 2009, a melhor escola de negócios do mundo em programas MBA pela The Economist, de Londres.
Fonte - www.iese.edu.

Argentina Impsa vende geradores eólicos ao Brasil por US730 mi

A empresa argentina Indústrias Metalúrgicas Pescarmona (Impsa) informou na terça-feira que vendeu geradores eólicos a empresas brasileiras por mais de 730 milhões de dólares.
A venda dos geradores, com um total de 450 megawatts de potência, foi feita através da subsidiária da Impsam, Wind Power Energia (WPE).
O equipamento abastecerá companhias que participaram de uma recente licitação de energia eólica de fontes alternativas organizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
"A Impsa, por si e por intermédio de sua subsidiária WPE, possui uma carteira de contratos de fornecimento de geradores eólicos que, atualmente, totaliza mais de 1.800 megawatts na América Latina e no Sudeste Asiático", disse a empresa, em referência a projetos na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Malásia, Peru, Uruguai, Venezuela e Vietnã.
A Impsa é uma empresa metalúrgica especializada em construir usinas de geração de energia renovável.
Fonte - Reuters