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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Indústria ameaça produzir no Paraguai para baratear energia

Os encargos que pesam sobre a tarifa industrial de energia podem fazer com que o Brasil perca para o Paraguai investimentos no setor de alumínio. Na análise de alguns industriais, pesa a favor do país vizinho a energia barata e abundante da metade de Itaipu a que o Paraguai tem direito. Energia essa que pode ser oferecida sem o grande cardápio de encargos e tributos que encarecem os mesmos megawatts do lado brasileiro.
"Há indústrias brasileiras que estão estudando ir para o Paraguai para produzir lá e exportar para o Brasil", disse à Agência Estado o presidente-executivo da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), Paulo Pedrosa. Segundo ele, o setor de alumínio está entre os que estudam a possibilidade de investir no Paraguai para se beneficiar do preço da energia de Itaipu.
A eletricidade representa cerca de 35% do custo de produção do alumínio. Em um cenário em que, segundo a Abrace, a carga tributária sobre a tarifa de energia elétrica chega a 51,6%, a competitividade do setor fica ameaçada. "A tarifa industrial do Brasil é a terceira maior do mundo, perdendo apenas para as da China e Alemanha", disse o coordenador da Comissão de Energia da Associação Brasileira do Alumínio (Abal), Eduardo Spalding.
O executivo da Abal confirmou que, por causa do alto preço da energia no Brasil, alguns investidores já analisam a possibilidade de instalar fábricas de alumínio fora do Brasil, em países como Trinidad e Tobago e Paraguai. A canadense Rio Tinto Alcan já anunciou que negocia a instalação de uma unidade de produção de alumínio no Paraguai.
Acordo. O Paraguai tem direito à metade dos cerca de 14 mil megawatts (MW) de potência instalada de Itaipu, mas, segundo Spalding, só consome 10% da energia a que tem direito. Assim, o governo conta, na prática, com um poderoso instrumento para atrair investimentos: excesso de energia barata disponível. O Brasil, além de enfrentar essa concorrência, negociou um acordo com o Paraguai - ainda não sacramentado pelo Congresso - para elevar de R$ 120 milhões para R$ 360 milhões o montante pago anualmente ao país vizinho pela energia excedente de Itaipu.
Segundo Spalding, há 25 anos não se instala uma nova fábrica de alumínio no Brasil. Sem novos investimentos, o País dependerá de importações para suprir a expectativa da Abal de aumento do consumo. A entidade acredita que a demanda brasileira passará de 1,5 milhão de toneladas por ano para 2,5 milhão de toneladas anuais em até 10 anos.
Pedrosa, da Abrace, avalia que é preciso mais transparência nos cálculos das tarifas de energia, pois, além de caras, acabam sendo imprevisíveis. "O consumidor de energia paga um conjunto de políticas do governo, política social e até de relações internacionais", disse Pedrosa. Ele explicou que, além dos impostos normais, estão embutidos nas tarifas subsídios a consumidores de baixa renda, financiamento de programas como o Luz Para Todos, subsídios à geração de energia na Amazônia e até mesmo a conta de acordos internacionais com a Argentina ou o Paraguai.
Foonte - Estadão

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Mercosul quer definir ações para a integração industrial em vários setores em reunião em Brasília

A estratégia de integração econômica do Brasil, da Argentina, do Paraguai e Uruguai é assunto de uma reunião conjunta dos ministros da Indústria, Comércio e Turismo dos quatro países. No seminário estiveram presentes os ministros do Brasil, Miguel Jorge, da Argentina, Débora Adriana Giorgi, do Paraguai, Francisco Rivas Almada, e do Uruguai, Roberto Kreimerman. “Como nunca antes estamos trabalhando em uma agenda de integração produtiva no Mercosul genuína, que nos permitirá ficar juntos para competir em terceiros mercados”, afirmou a ministra da Argentina.
Segundo Débora Giorgi, houve orientações de todos os presidentes dos países que integram o Mercosul para aprofundar os estudos e levar adiante a integração dos setores específicos. “No Brasil temos programado uma agenda específica em setores estratégicos para os países. Temos casos concretos de parceria entre empresas brasileiras e argentinas”, disse ela.
Em seguida, a ministra acrescentou: “Também entre o Uruguai e Paraguai, descobrimos as oportunidades em setores como software, metalurgia, peças de automóveis “. Para Débora Giorgi, a integração é, sobretudo, um ato de complementaridade. “O progresso em um processo de integração vai além do comércio, para incluir infraestruturas, energia, social, complementaridade produtiva e ambiente de cuidado”, disse.
Desde o ano passado, o Brasil e a Argentina atuam na integração de setores industriais, como laticínios, madeira e móveis, vinho, óleo e gás, entre outros. Segundo Débora Giorgi, os países estão desenvolvendo ferramentas para cofinanciamento dos processos de integração e de associação por intermédio do Banco Nacional e do Banco de Investimento e Comércio Exterior da Argentina e do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES).
Para a Argentina e o Brasil, há áreas sensíveis que merecem atenção especial, são elas as áreas de óleo, petróleo, autopeças, máquinas agrícolas, além de madeira e móveis, eletrodomésticos (geladeiras, fogões e máquinas de lavar), vinho e laticínios.
Fonte - Agência Brasil

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Irã empresta US 255 milhões para estimular indústria boliviana

O Irã emprestará à Bolívia 200 milhões de euros (255 milhões de dólares) para projetos industriais, reforçando ainda mais as relações entre os dois governos críticos dos EUA, disseram autoridades na segunda-feira.
O presidente esquerdista Evo Morales, que há dois anos expulsou o embaixador dos EUA na Bolívia, obteve em 2007 uma linha de crédito de 1 bilhão de dólares do Irã. Ele disse que irá nos próximos meses fazer uma viagem para se encontrar com seu colega iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.
Morales se disse aberto a qualquer acordo bilateral que aumente o financiamento sem impor condições ao seu país. "Temos uma política de manter relações com todos, com todos os membros das Nações Unidas, e esta política vai continuar fortalecendo os laços diplomáticos, de investimento e de cooperação por meio dos quais podemos obter empréstimos sem condições", disse ele em declarações exibidas pela TV.
A Bolívia obteve na semana passada uma linha de crédito de 250 milhões de dólares da Coreia do Sul.
Fonte - Reuters

sábado, 31 de julho de 2010

Camargo Corrêa anuncia US$ 500 milhões em fábricas no Paraguai e em Angola

A Camargo Corrêa Cimentos anuncia, nos próximos dias, um investimento conjunto de cerca de US$ 500 milhões para a construção de duas unidades fabris cimenteiras - uma em Angola e outra no Paraguai.
A fábrica de Angola, com aporte acima de US$ 400 milhões, será sediada em Lobito, na província de Benguela. Com capacidade estimada em 1,6 milhão de toneladas de cimento por ano, a planta deverá gerar cerca de 500 empregos diretos. A Camargo Corrêa Cimentos vai operar no mercado angolano com a marca Cimento Palanca. A unidade cimenteira deverá entrar em operação no primeiro trimestre de 2013.
No Paraguai, a Camargo Corrêa Cimentos prepara o lançamento da pedra fundamental para a construção da sua primeira unidade fabril da Cimentos Yguazú. O investimento será de US$ 100 milhões. O evento contará com a presença dos presidentes do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, e do Paraguai, Fernando Lugo.
A fábrica da Cimentos Yguazú ficará localizada na cidade de Villa Hayes, a cerca de 30 quilômetros de Assunção, terá capacidade de produzir 400 mil toneladas ao ano do produto e tem previsão de início de sua produção em 2012. No período de construção, a unidade deve gerar cerca de mil empregos diretos, e a companhia vai priorizar a contratação de mão-de-obra local. Após o início da operação, a empresa estima gerar outros 300 postos de trabalho.
Fonte - Globo

quarta-feira, 14 de julho de 2010

AstraZeneca cumple una década

El laboratorio AstraZeneca tiene diez años de presencia en nuestro país. Inició sus operaciones en Venezuela en el año 2000 en el puesto número 78 del ranking del IMS (Intercontinental Marketing Services), firma encargada de medir el mercado farmacéutico. Cinco años más tarde, se ubicaba en el número 18 y actualmente ocupan la posición número 10.
La empresa cuenta con un portafolio de medicamentos en diferentes categorías, los cuales han sido producidos a partir de rigurosas investigaciones que han hecho a AstraZeneca merecedora de 10 premios Nobeles.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Engenheira americana vai comandar a operação da GM no Brasil com o desafio de crescer 8%

A americana Denise Johnson vai completar seus 45 anos no Brasil, em setembro, como a primeira mulher a comandar uma montadora no país. A partir dessa quinta-feira, ela assumirá a direção da subsidiária brasileira da General Motors, que está há 85 anos no país. Denise vai substituir o colombiano Jaime Ardila, promovido para dirigir a recém-criada divisão da GM para a América do Sul - que vai englobar, além das operações no Brasil, as unidades da Argentina, Colômbia, Equador e Venezuela e os escritórios comerciais na Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai, mostra reportagem de Lino Rodrigues, publicada neste domingo pelo jornal "O GLOBO".
A missão de Denise é garantir um crescimento de 8% nas vendas da GM no Brasil, passando de 600 mil para 650 mil unidades este ano. Hoje, a subsidiária brasileira é a terceira maior operação da GM no mundo: perde apenas para EUA e China.

Fonte - Globo

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Indústria naval do Uruguai busca investidor no Brasil

O Cluster Naval de Montevidéu, um grupo formado por cerca de 40 empresas do setor, deve iniciar, nas próximas semanas, a prospecção de investidores brasileiros interessados em se instalar e desenvolver atividades relacionadas à indústria naval no Uruguai.
"A capacidade de produção da indústria naval do Brasil está comprometida até 2020, com pré-sal e outros projetos. Existe uma demanda muito grande a ser suprida e não faz sentido buscar isso na Ásia, se podemos ter parceiros vizinhos", afirma Felipe Ferreira Silva, sócio do escritório Emerenciano, Baggio e Associados.
Na carteira de encomendas dos estaleiros hoje há 52 navios petroleiros para a Transpetro, dez para a PDVSA, quatro navios porta-conteineres e dois graneleiros para a Vale, 19 navios de apoio marítimo, 18 rebocadores de apoio portuário, 27 embarcações para navegação de rios e lagos, entre outros, segundo o Sinaval (Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval).
Segundo a entidade, diante das demandas do pré-sal, as necessidades de transporte e plataforma aumentarão muito. Ainda há estimativas de demanda por 28 sondas de perfuração de petróleo. São estimadas até 2020 as demandas de cerca de 120 plataformas, 200 navios de apoio e 70 petroleiros do tipo EBN, além de outros.
O governo uruguaio, em documento assinado por seu ministro da Indústria, Roberto Kreimerman, na última semana, concedeu a um escritório brasileiro -o Emerenciano- a representação do Cluster de Montevidéu no país.
Fonte - Ministério do Planejamento

quinta-feira, 10 de junho de 2010

O Fórum Empresarial da Integração da América do Sul

O Fórum Empresarial da Integração da América do Sul, promovido pela Federação das Câmaras de Comércio e Indústria da América do Sul, foi marcado por um movimento em prol do fortalecimento das relações comerciais entre os países do subcontinente. O evento, que aconteceu nos últimos dias 19 e 20, no Hotel JW Marriott, em Copacabana, atraiu a atenção do empresariado brasileiro que aprovou as propostas de integração regional. De acordo com Darc Costa, presidente da Federação das Câmaras de Comércio e Indústria da América do Sul, o objetivo do Fórum é tornar o bloco uma referência mundial na exportação de bens de consumo e transformar o Rio de Janeiro no grande centro comercial da América do Sul.
- O Brasil exporta commodities para o mundo e manufaturados para a América do Sul. Temos que incentivar essas exportações de manufaturados, assim como estreitar as relações comerciais com os paises do subcontinente. Dessa forma, os países da América do Sul terão como barganhar melhor no mercado internacional - disse Darc, ao mostrar um gráfico indicando a evolução do comércio entre os países da América do Sul, com salto de US$ 12 bilhões para US$ 68 bilhões, referente aos anos de 2003 e 2008, respectivamente.
A sinalização favorável quanto à integração energética entre Brasil e Venezuela - marcada pela assinatura do acordo entre Patrobras e PDVSA para a construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, em outubro, o lançamento ao mar do primeiro petroleiro da estatal venezuelana construído no Brasil, em novembro, e a possibilidade de entrada do país vizinho no Mercosul - ganhou destaque nas discussões do Fórum.
- Não só a integração energética, mas toda a integração comercial entre Brasil e Venezuela servirá para equilibrar a balança comercial dos dois países. Ressalto a importância dos esforços regionais para a integração comercial, a fim de consolidarmos um forte bloco econômico regional. Com a renovação tecnológica do Brasil, nós (venezuelanos) esperamos contribuir também com a construção de navios e estaleiros na Venezuela - conta o diretor-executivo da PDVSA do Brasil, Sérgio Tovar, ao destacar que a proposta implica ainda na redução das assimetrias entre os países da América do Sul.
Segundo país do mundo em relação comercial com o Brasil, a Venezuela é o maior produtor de petróleo e gás do bloco. Segundo dados da PDVSA e da Petrobras, as estatais são responsáveis pela produção de três milhões e dois milhões de barris de petróleo por dia, respectivamente.
- Temos que criar um modelo para que a América do Sul se torne referência no mundo em autosuficiência energética - complementa Tovar.
O coordenador de Integração Internacional da Petrobras, Aloisio Teles, informou que a estatal brasileira estuda outros dois projetos do setor energético com a Venezuela, como a construção de um gasoduto na Região Sul e a criação da Petro América.
- Os projetos não foram descartados, ainda estão sendo analisados. A Petrobras está com muitos investimentos no momento, sendo um deles a exploração do Pré-Sal, e a fase é de ponderação de recursos - explicou o executivo da Petrobras.
O debate sobre integração energética contou ainda com os palestrantes: Marcelo Lira, da Braskem, Marcos Vinicius Nascimento, da Eletrobras, Paulo Sérgio Galvão, da ABINEE, Casemiro Taleikis, ABIMAQ.
O bloco sobre "Importância da Infraestrutura Logística da América do Sul" teve a presença de Franscisco Luis Batista, representando o ministro dos Transportes do Brasil, Alfredo Nascimento, Luis Fernando Santos Reis, da SINICON, Antonio Miguel Marques, da Camargo Corrêa, Jorge Barata, da Odebrecht, e o ex-ministro Rafael de Almeida Magalhães.
No painel "Ações para a Integração Monetária da América do Sul" foi debatido por Fabio Faria, da SECEX.
A Integração Cultural entre os Povos e o Turismo na América do Sul foi discutido entre o cônsul-geral da Venezuela, Edgar Gonzalez, o professor da UFRJ Carlos Lessa, e a presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Uruguai, Beatriz Bissio.
O penúltimo painel contou com as presenças de Cláudio Ferreira da Silva, da ABDI, Gilberto Lima, da APEX, e Paulo Protásio, da ANUT/ABECE.
Para finalizar o evento, o tema escolhido foi "Integração pelas Telecomunicações da América do Sul", com representantes da Telecom, Ministério das Telecomunicações e da construtora Andrade Gutierre

quarta-feira, 26 de maio de 2010

O momento em que surge a FEDERASUR

De acordo com Darc Costa, o objetivo é promover uma maior integração entre os países da região e criar um bloco para exportar produtos manufaturados, sem entraves políticos. "Nada contra as commodities, mas o manufaturado gera empregos para o país", disse.
Compartilhando da mesma opinião, o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães considerou a simetria entre os países da América do Sul favorável para o estreitamento das relações comerciais entre os países. "Nosso continente, especialmente a América do Sul, é uma das áreas mais ricas do mundo. Os países da América do Sul são os parceiros mais importantes, de natureza mais estável, inclusive de produtos manufaturados, hoje com 92% das exportações do segmento para os países da América do Sul", disse.
Durante o encontro, Darc Costa apresentou resultados da economia dos países da América do Sul, com destaque para a Venezuela, grande produtor de petróleo, com o maior superávit do bloco, totalizando US$ 4,6 bilhões, no ano passado. Sobre o Brasil, o economista mostrou que nos últimos cinco anos, o país triplicou sua corrente de comércio, alavancando suas exportações em 287% entre 2003 e 2008. Neste período, o saldo comercial registrado foi seis vezes maior.
Para o presidente do Conselho Empresarial de Comércio Exterior da ACRJ, Marco Polo Moreira Leite, a criação da Federação das Câmaras de Comércio e Indústria da América do Sul trará um incremento para os países, diante da crise econômica internacional. "A integração da América do Sul trará mais força para atravessarmos a crise, além de proporcionar a abertura de novos mercados", concluiu.
Estiveram presentes o secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, o embaixador da Argentina Juan Pablo Luhlé, o senador Saturnino Braga (PSB-RJ), empresários e representantes das Câmaras de Comércio e Indústria da Venezuela, Chile, Paraguai, Uruguai, Equador, Bolívia, Colômbia e Peru.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

A Federação de Câmaras de Comércio e Indústria da América do Sul (FEDERASUR) tem por finalidade dar suporte às Câmaras de Comércio e/ou Indústria da América do Sul, a ela filiadas, em sua missão de promover e incrementar as relações do Brasil com os seus vizinhos Sul-Americanos, seja no âmbito comercial, econômico, político, financeiro, cultural e turístico. A FEDERASUR, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, nos termos da legislação brasileira, tem sede na cidade do Rio de Janeiro e tem o apoio da Associação Comercial do Rio de Janeiro.

A América do Sul é hoje o território onde estão inseridos os maiores recursos estratégicos do mundo, o que faz crescer a importância que o continente terá neste novo século. O subcontinente apresenta grandes condições de abastecimento em água doce e alimentos, que para os especialistas, serão os principais problemas que a humanidade enfrentará no século XXI. Sob o ponto de vista da localização geográfica, o Brasil se encontra em uma posição privilegiada, atuando como articulador da integração do continente sul-americano. Ele responde sozinho por mais de 50% do PIB e do território sul-americano e o tem limites com quase todos os demais Estados Nacionais.

A integração dos países sul-americanos se impõe como uma necessidade para o pleno aproveitamento das potencialidades do continente e a reversão do papel marginal desempenhado por esta região no cenário mundial até os dias atuais. Neste sentido, a FEDERASUR representa mais um esforço de integração do Brasil e da América do Sul, visando o desenvolvimento da região e de todas as suas potencialidades.