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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Argentina: legisladores e empresários criticam 'protecionismo' europeu

A rejeição da França à negociação comercial da União Europeia (UE) com o Mercosul foi interpretada na Argentina como uma defesa aberta do protecionismo, afirmaram nesta quarta-feira legisladores e agricultores.
"A Europa faz uma política de protecionismo", disse à AFP Ricardo Buryaile, presidente da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, em resposta às declarações do ministro francês da Agricultura, Bruno Le Maire.
Le Maire afirmou esta semana que a "Europa não é o lixão dos produtos agrícolas da América do Sul", no momento em que o comissário europeu do Comércio, Karel de Gucht, visita a região.
De Gucht minimizou a importância nesta quarta-feira de tais afirmações, ao declarar que a França deverá acatar as decisões que surgirem da negociação entre a União Europeia e o Mercosul, em declarações em coletiva de imprensa em Buenos Aires.
"A posição francesa é conhecida, é o que disse todos os dias, levaremos em conta essa posição. Estamos em contato com eles, mas é a Comissão que negocia, e devemos respeitá-la", disse De Gucht à AFP.
De Gucht esteve na terça-feira no Brasil e nesta quarta-feira reuniu-se em Buenos Aires com o chanceler argentino, Héctor Timerman, e com a ministra da Indústria, Débora Giorgi, com o objetivo de reativar as conversas para um acordo.
A postura francesa foi alvo de críticas em Uruguai e Paraguai, sócios plenos do bloco junto a Brasil e Argentina, cujo governo, no entanto, evitou divulgar reações às declarações de La Maire.
Fonte - AFP

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Mercosul quer definir ações para a integração industrial em vários setores em reunião em Brasília

A estratégia de integração econômica do Brasil, da Argentina, do Paraguai e Uruguai é assunto de uma reunião conjunta dos ministros da Indústria, Comércio e Turismo dos quatro países. No seminário estiveram presentes os ministros do Brasil, Miguel Jorge, da Argentina, Débora Adriana Giorgi, do Paraguai, Francisco Rivas Almada, e do Uruguai, Roberto Kreimerman. “Como nunca antes estamos trabalhando em uma agenda de integração produtiva no Mercosul genuína, que nos permitirá ficar juntos para competir em terceiros mercados”, afirmou a ministra da Argentina.
Segundo Débora Giorgi, houve orientações de todos os presidentes dos países que integram o Mercosul para aprofundar os estudos e levar adiante a integração dos setores específicos. “No Brasil temos programado uma agenda específica em setores estratégicos para os países. Temos casos concretos de parceria entre empresas brasileiras e argentinas”, disse ela.
Em seguida, a ministra acrescentou: “Também entre o Uruguai e Paraguai, descobrimos as oportunidades em setores como software, metalurgia, peças de automóveis “. Para Débora Giorgi, a integração é, sobretudo, um ato de complementaridade. “O progresso em um processo de integração vai além do comércio, para incluir infraestruturas, energia, social, complementaridade produtiva e ambiente de cuidado”, disse.
Desde o ano passado, o Brasil e a Argentina atuam na integração de setores industriais, como laticínios, madeira e móveis, vinho, óleo e gás, entre outros. Segundo Débora Giorgi, os países estão desenvolvendo ferramentas para cofinanciamento dos processos de integração e de associação por intermédio do Banco Nacional e do Banco de Investimento e Comércio Exterior da Argentina e do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES).
Para a Argentina e o Brasil, há áreas sensíveis que merecem atenção especial, são elas as áreas de óleo, petróleo, autopeças, máquinas agrícolas, além de madeira e móveis, eletrodomésticos (geladeiras, fogões e máquinas de lavar), vinho e laticínios.
Fonte - Agência Brasil

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Mercosul quer definir ações para a integração industrial

A estratégia de integração econômica do Brasil, da Argentina, do Paraguai e Uruguai é assunto de uma reunião conjunta dos ministros da Indústria, Comércio e Turismo dos quatro países. Na próxima quinta-feira (9), em Brasília, eles debaterão o tema e finalizarão as propostas para por em prática uma série de ações. As informações são da agência oficial de notícias da Argentina, a Telam.
No seminário estarão presentes os ministros do Brasil, Miguel Jorge, da Argentina, Débora Adriana Giorgi, do Paraguai, Francisco Rivas Almada, e do Uruguai, Roberto Kreimerman. “Como nunca antes estamos trabalhando em uma agenda de integração produtiva no Mercosul genuína, que nos permitirá ficar juntos para competir em terceiros mercados", afirmou a ministra da Argentina.
Segundo Débora Giorgi, houve orientações de todos os presidentes dos países que integram o Mercosul para aprofundar os estudos e levar adiante a integração dos setores específicos. “No Brasil temos programado uma agenda específica em setores estratégicos para os países. Temos casos concretos de parceria entre empresas brasileiras e argentinas”, disse ela.
Em seguida, a ministra acrescentou: “Também entre o Uruguai e Paraguai, descobrimos as oportunidades em setores como software, metalurgia, peças de automóveis ". Para Débora Giorgi, a integração é, sobretudo, um ato de complementaridade. “O progresso em um processo de integração vai além do comércio, para incluir infraestruturas, energia, social, complementaridade produtiva e ambiente de cuidado”, disse.
Desde o ano passado, o Brasil e a Argentina atuam na integração de setores industriais, como laticínios, madeira e móveis, vinho, óleo e gás, entre outros. Segundo Débora Giorgi, os países estão desenvolvendo ferramentas para cofinanciamento dos processos de integração e de associação por intermédio do Banco Nacional e do Banco de Investimento e Comércio Exterior da Argentina e do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES).
Para a Argentina e o Brasil, há áreas sensíveis que merecem atenção especial, são elas as áreas de óleo, petróleo, autopeças, máquinas agrícolas, além de madeira e móveis, eletrodomésticos (geladeiras, fogões e máquinas de lavar), vinho e laticínios.
Fonte: Ag. Brasil

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Por primera vez se habló de soberanía sobre la plataforma continental.

Varias razones explican la satisfacción que evidenciaron ayer los presidentes Cristina Kirchner y Lula da Silva. Tal vez la más importante, por su impacto en la protección de los tentadores recursos naturales propios, fue la nueva declaración sobre Malvinas.
“No es una más” subrayó la Presidenta para atajar lo que supuso podría ser el pensamiento de los periodistas, acostumbrados a la eterna reedición de este pronunciamiento. Ayer hubo de hecho algo bien diferente: por primera vez Brasil suscribió un comunicado que menciona no sólo a las Malvinas. Incluye dentro de la soberanía las Islas Georgias y Sandwich del Sur como también la plataforma continental de Argentina.
Desde luego, para CK fue una nueva victoria diplomática.
Y tiene su base en la importancia económica que adquirió la reivindicación nacional sobre los archipiélagos del Atlántico Sur después que los británicos comenzaron a extraer crudo del área circundante. Lo que era una puerta de acceso a la Antártida se convirtió de buenas a primeras en una fuente inestimable de petróleo. La existencia de una potencia extranjera que explota los recursos off shore en la zona más austral del continente hoy enerva a los países del litoral oceánico dueños de ingentes cantidades de combustible dentro del territorio marino que les pertenece, como es el caso de Venezuela, Brasil, Argentina y Uruguay.
Brasil posee en su costa atlántica las mayores reservas de crudo del país, un descubrimiento que de no más de cinco año, y alguna vez se llegó a presumir que esas riquezas se prolongan por el litoral uruguayo y eventualmente el argentino (algo que no está comprobado). Por esa razón, incluir a las Georgias y Sandwich contiene, del lado brasileño, un mensaje que supera el gesto de solidaridad.
Coherente con la necesidad de preservar su patrimonio con esta declaración pretende advertir sobre eventuales tentaciones externas, que nunca se pueden descartar.
Fue lo que también animó ayer a los otros países del Mercosur y a estados asociados como Chile y Bolivia a ratificar un alegato semejante. Según consta en el comunicado final de la cumbre del bloque en San Juan, los 6 países declararon que las medidas adoptadas por Gran Bretaña violan las resoluciones de Naciones Unidas. Recordaron el “interés regional” de que el conflicto entre el Reino Unido y Argentina “alcance cuanto antes una solución” . Para el Cono Sur equivale a romper con la legalidad internacional la nueva pretensión de considerar las Islas Malvinas, Georgias del Sur y Sandwich del Sur como “territorios” en los que regiría el tratado de la Unión Europea y que pasarían a ser considerados regiones de ultramar.
En ese contexto, ratificaron un compromiso: “De conformidad con el derecho internacional, el derecho del mar y las normas nacionales respectivas, (los países miembros del Mercosur y sus asociados) se comprometen a no facilitar las actividades de naves que tengan por fin apoyar de manera directa las actividades en hidrocarburos que afecten los derechos de la República Argentina en su plataforma continental”.
Desde luego, estaban todos los presidentes. Fueron ellos quienes convinieron en rechazar “las actividades de exploración de recursos naturales no renovables en la plataforma continental argentina que desarrolla el Reino Unido de Gran Bretaña e Irlanda de Norte”.
Fuente - Clarin