Mostrar mensagens com a etiqueta Construção civil. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Construção civil. Mostrar todas as mensagens

sábado, 24 de julho de 2010

MERCOSUL oficializará financiamento de construção elétrica paraguaia

Na cúpula do MERCOSUL de agosto próximo na Argentina se fará oficial o financiamento da linha de 500 quilowatts que se construirá no Paraguai da represa de Itaipu até o departamento de Villa Hayes.
O chanceler Héctor Lacognata declarou hoje em declarações a repórteres e assegurou que existe boa predisposição do resto de seus homólogos do bloco regional, integrado por Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai.
Há pleno acordo na aceitação do projeto, expressou.
Lacognata explicou que a reunião do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) realizará na cidade argentina de San Juan no dia 2 de julho a nível de ministros de Relações Exteriores e 3 estarão reunidos os chefes de Estado e Governo.
Explicou que no encontro, tanto chanceleres como dignatários deverão aprovar o documento remetido pela Unidade Técnica do Fundo de Convergência Estrutural do MERCOSUL (FOCEM), o qual foi já sancionado por essa instância.
O presidente Fernando Lugo fez o anúncio em 14 de julho quando deixou inaugurado o stand de Itaipú Binacional ao afirmar que o FOCEM opinou a favor do projeto de construção da construção elétrica. Esse ditame técnico favorável significa que o projeto cumpre os requerimentos exigidos pelo FOCEN para o financiamento, a favor dos estados partes, destacou o mandatário.
Em suas declarações, Lacognata ratificou que em 30 de julho próximo o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, chegará na tarde a Paraguai para um encontro com Lugo que dará seguimento a anteriores reuniões entre ambos dignatários.
No próximo 25 de julho se cumpriria em um ano do acordo assinado entre ambos dirigentes, que entre outros pontos estipula a construção de uma linha de transmissão de 500 quilovátios sem custo algum para Paraguai, além do compromisso brasileiro de assumir o financiamento do projeto.
Inclui, também, triplicar a compensação pelo pagamento da energia cedida pela parte paraguaia à brasileira, que passaria de 120 milhões a 360 milhões de dólares.
A construção da construção elétrica está prevista iniciar-se em meados de ano e cobrirá a rota desde a represa binacional Itaipú, Hernandarias, departamento de Alto Parará (este), até Villa Hayes, a 31 quilômetros ao norte de Assunção.
Fonte Prensa Latina

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Odebrecht pode voltar a operar no Equador, diz Correa

O presidente do Equador, Rafael Correa, anunciou que a construtora brasileira Odebrecht, expulsa por ele em setembro de 2008, poderá voltar a operar no país depois que as controvérsias que o Governo mantinha com a companhia foram solucionadas.
O presidente disse que o acordo supõe "uma derrota total da Odebrecht e uma vitória total do país", porque a brasileira "reconheceu todas as incidências, condicionamentos" e pagamentos que o Equador exigiu.
Em setembro de 2008, Correa ordenou a expulsão do país da construtora após não chegar a um acordo para a reparação da fábrica hidroelétrica San Francisco, que apresentou problemas estruturais.
A execução dessa obra, adjudicada a Odebrecht em 2007, foi financiada com um crédito de US$ 286,8 milhões outorgado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que o Equador impugnou por supostas irregularidades em sua contratação.
A Odebrecht se comprometeu a realizar os investimentos necessários para assegurar o funcionamento pleno e a longo prazo da central hidroelétrica San Francisco.
A construtora também efetuará as obras necessárias para o funcionamento da central por cinco anos e a reparação das obras civis, além de realizar um pagamento transacional pelas paralisações da central , entre outros.
Odebrecht deve fornecer ainda o suporte técnico e capacitação dos técnicos da Hidropastaza para a operação e manutenção da central San Francisco pelo prazo de 30 meses.
Fonte - EFE

Odebrecht espera investir mais de US10 bilhões no Peru em 5 anos

A construtora brasileira Odebrecht prevê investir mais de 10 bilhões de dólares no Peru nos próximos cinco anos, principalmente em hidrelétricas que avalia financiar no mercado local, disse o diretor superintendente da unidade peruana, Jorge Barata.
Os planos de investimento da Odebrecht, que tem no Peru vários projetos, que vão desde os setores de energia e rodoviário até o portuário, são os mais ambiciosos de uma empresa estrangeira no país andino.
No Peru, "estamos falando nos próximos cinco anos (de investimentos de) mais de 10 bilhões de dólares", disse Barata à Reuters.
Segundo ele, a Odebrecht planeja construir três hidrelétricas no Peru -Chaglla, Cumba 4 e Chadin 2- com capacidades de geração de entre 400 e 825 megawatts.
A companhia já tem a concessão definitiva de Chaglla, que terá capacidade de 400 megawatts e exigirá um investimento de 900 milhões de dólares, explicou Barata.
Ele afirmou que para esse projeto, a empresa já está conversando com potenciais sócios estrangeiros que têm presença no Peru, mas não deu nomes.
A Odebrecht também recebeu a concessão provisória de Cumba 4, de 825 megawatts, e de Chadin 2, de 600 megawatts, e está na etapa de estudos de viabilidade.
Barata disse que o setor energético peruano tem um potencial elevado devido ao sólido crescimento econômico do país sul-americano.
Segundo analistas, a demanda de eletricidade cresce a um ritmo de 8 por cento ao ano no Peru, principalmente pela indústria de mineração, setor de grande importância para a economia do país.
"Há muito a fazer para abastecer o mercado local, o que estamos apostando justamente é desenvolver projetos que garantam isso antes de trabalhar para a exportação", disse Barata.
OLHOS NO MERCADO LOCAL
Para financiar os projetos em execução e os previstos, a companhia avalia emitir bônus e colocar na bolsa de Lima ações de algumas de suas unidades locais, disse o executivo.
"O setor de concessão de rodovias poderia, por exemplo, se agrupar e fazer uma abertura de capital".
Barata destacou que a possível saída ao mercado local "ainda é um plano, mas é muito provável devido aos níveis de investimentos que vamos precisar".
A Odebrecht também participa no Peru de um plano para a construção de um gasoduto de 3 bilhões de dólares e 1.045 quilômetros que levará o gás dos ricos campos de Camisea até a costa sul do país.
Outra sócia do projeto é a norte-americana Conduit Capital.
"Estamos entregando neste mês o estudo de impacto ambiental, que é um ponto muito importante", disse Barata.
"Estimamos que tudo estará pronto para começar as obras a partir de janeiro do próximo ano. O primeiro trecho que vamos fazer é o da floresta até Quillabamba, onde vamos instalar uma central termelétrica de mais ou menos 200 megawatts" que estaria pronta em julho de 2012, acrescentou.
No setor rodoviário, a empresa também deve entregar em novembro deste ano uma rodovia interoceânica que ligará o Peru e o Brasil.
A Petrobras, a construtora Andrade Gutierrez, as mineradoras Votorantim Metais e Vale e a siderúrgica Gerdau também operam no Peru.
Fonte - Reuters

sábado, 10 de julho de 2010

Acordo sobre hidrelétrica permite volta de Odebrecht ao Equador

O Equador afirmou nesta sexta-feira que chegou a um "acordo favorável" com a Norberto Odebrecht que permitirá à construtora brasileira reiniciar suas operações no país andino depois de ter sido expulsa em 2008 por descumprimento de contratos.
O presidente equatoriano, Rafael Correa, interrompeu os diálogos em 2008 com a empresa depois de não conseguir chegar a um acordo para a reparação da Central Hidrelétrica San Francisco, que foi construída pelo consórcio, mas que apresentou falhas estruturais, obrigando a suspensão de suas atividades.
"Foi estabelecido ... efetuar as obras necessárias para a Central San Francisco, garantir por 5 anos a reparação das obras civis, entregar duas rodas de reserva, realizar obras complementares", disse o ministro de Coordenação dos Setores Energéticos, Jorge Glas, à agência pública de notícias Andes.
"Este convênio reafirma as boas relações entre os governo do Equador e do Brasil e permitirá o reinício das operações da Odebrecht no Equador", acrescentou a notícia da agência.
Quando teve de deixar o país, a Odebrecht era responsável por três obras de grande magnitude, como a construção da hidrelétrica Toachi Pilatón, o projeto elétrico e de irrigação Baba e a reparação da Central Hidrelétrica San Francisco.
Fonte - Reuters