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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Mercosul quer definir ações para a integração industrial

A estratégia de integração econômica do Brasil, da Argentina, do Paraguai e Uruguai é assunto de uma reunião conjunta dos ministros da Indústria, Comércio e Turismo dos quatro países. Na próxima quinta-feira (9), em Brasília, eles debaterão o tema e finalizarão as propostas para por em prática uma série de ações. As informações são da agência oficial de notícias da Argentina, a Telam.
No seminário estarão presentes os ministros do Brasil, Miguel Jorge, da Argentina, Débora Adriana Giorgi, do Paraguai, Francisco Rivas Almada, e do Uruguai, Roberto Kreimerman. “Como nunca antes estamos trabalhando em uma agenda de integração produtiva no Mercosul genuína, que nos permitirá ficar juntos para competir em terceiros mercados", afirmou a ministra da Argentina.
Segundo Débora Giorgi, houve orientações de todos os presidentes dos países que integram o Mercosul para aprofundar os estudos e levar adiante a integração dos setores específicos. “No Brasil temos programado uma agenda específica em setores estratégicos para os países. Temos casos concretos de parceria entre empresas brasileiras e argentinas”, disse ela.
Em seguida, a ministra acrescentou: “Também entre o Uruguai e Paraguai, descobrimos as oportunidades em setores como software, metalurgia, peças de automóveis ". Para Débora Giorgi, a integração é, sobretudo, um ato de complementaridade. “O progresso em um processo de integração vai além do comércio, para incluir infraestruturas, energia, social, complementaridade produtiva e ambiente de cuidado”, disse.
Desde o ano passado, o Brasil e a Argentina atuam na integração de setores industriais, como laticínios, madeira e móveis, vinho, óleo e gás, entre outros. Segundo Débora Giorgi, os países estão desenvolvendo ferramentas para cofinanciamento dos processos de integração e de associação por intermédio do Banco Nacional e do Banco de Investimento e Comércio Exterior da Argentina e do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES).
Para a Argentina e o Brasil, há áreas sensíveis que merecem atenção especial, são elas as áreas de óleo, petróleo, autopeças, máquinas agrícolas, além de madeira e móveis, eletrodomésticos (geladeiras, fogões e máquinas de lavar), vinho e laticínios.
Fonte: Ag. Brasil

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Seguradoras desembolsarão US$ 500 mi por conta do terremoto no Chile

A Superintendência de Valores e Seguros do Chile informou que as seguradoras desembolsarão cerca de US$ 496,5 milhões pelos danos não habitacionais provocados pelo terremoto e maremoto ocorrido em 27 de fevereiro deste ano no País. Até o dia 30 de junho, foram recebidas 29,339 mil denúncias de prejuízos em moradias, das quais 88% já foram inspecionadas e 32% pagas. Do total de indenizações, 58% dos casos foram arcados pelas companhias de seguro, 6% estão pendentes e 36% não foram realizadas, conforme informações das seguradoras.
O Governo do Chile já desembolsou US$ 2,4 bilhões com subsídios habitacionais desde o abalo sísmico de 8,8 graus na escala Richter, considerado um dos mais fortes. O terremoto foi sucedido por inúmeras replicas e tsunamis, destruindo diversas localidades do centro-sul do Chile.
De um total de 195 mil pessoas prejudicadas, 165 mil já se inscreveram no registro de prejudicados para solicitar um subsídio habitacional. "A quantidade de pessoas inscritas demonstra que temos trabalhado rapidamente para que voltem a viver dignamente. Temos subsídios para todos", informou a titular do Ministério da Habitação e Urbanismo, Magdalena Matte.A pasta entregou ontem o balanço "Chile unido reconstrói melhor" com dados sobre a recuperação do País. Conforme o documento, existem mais de mil casas em processo de construção em 14 projetos habitacionais, e foram demolidos 600 apartamentos apontados com danos estruturais.
Fonte - Noticias Seguros