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sábado, 7 de agosto de 2010

Destaca Evo Morais existência de nova Bolívia

Bolívia celebra hoje o aniversário 185 de sua independência com uma pátria nova e a existência de um Estado plurinacional, ressaltou o presidente desse país, Evo Morais.
Entrevistado pela televisão cubana, o mandatário destacou as transformações políticas, econômicas e sociais que se desenvolvem nessa nação sul-americana, e o compromisso das autoridades com o povo.
Nosso processo consolida-se, segue em marcha e estamos em sua terceira etapa na qual continuarão saindo novas normas jurídicas para benefício da sociedade depois das leis orgânicas promulgadas, comentou o chefe de Estado.
Também elogiou a existência de uma Constituição que busca a unidade e igualdade dos bolivianos e reconhece o respeito aos direitos das mulheres e os indígenas, setores abandonados em tempos anteriores.
Agora há uma visão diferente do país, enfatizou Morais, quem enviou um saúdo especial ao povo cubano e alabou sua resistência ante as agressões dos Estados Unidos durante mais de meio século.
Fonte - Prensa Latina

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Independência da Bolívia é celebrada na sexta em Corumbá

Fortalecendo a parceria entre Brasil e Bolívia, representada por Corumbá e os municípios fronteiriços da província de Gérman Busch (Puerto Suarez, Puerto Quijarro e Arroyo Concepción), os 185 anos da Independência daquele país serão celebrados em ato cívico o município pantaneiro. A solenidade está marcada para as 9 horas desta sexta-feira (6), no Jardim da Independência, como uma realização do Centro Boliviano 30 de Marzo e com apoio da Prefeitura Municipal.
Durante o ato cívico, serão tocados os hinos nacionais das duas nações e também acontecerá uma oferta floral ao busto do marechal Antônio Maria Coelho, herói da Retomada de Corumbá. Como se trata de um evento boliviano, também haverá apresentação de danças típica do país vizinho. Após o ato cívico, as autoridades civis, militares e eclesiásticas presentes serão convidadas a participar de um brinde (Vino Honor) no Centro Boliviano. A comemoração da data já é uma tradição em Corumbá, pela integração existente entre os povos dos dois países.
A independência da Bolívia foi proclamada em 1809, mas dezesseis anos de luta se seguiram antes do estabelecimento da república, nomeada em homenagem a Simón Bolívar, em 6 de agosto de 1825, pondo fim ao poder espanhol na América Hispânica. Simón Bolívar, conhecido como o Libertador da América, foi o primeiro presidente da Bolívia. O Alto Peru, mais tarde conhecido como Bolívia, dependia do vice-reinado do Rio da Prata desde 1776. A Constituição sobre a qual a república é governada atualmente data de 28 de outubro de 1880, e se foca em uma política republicana unitária. O atual presidente é Evo Morales.
fonte - AQUIDANA

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Venezuela felicita Colômbia por bicentenário

O governo da Venezuela parabenizou o povo colombiano pelo Bicentenário da Independência do país, comemorou na última terça-feira (20), através de uma mensagem em que afirmou que a unidade de ambas nações é "um mandato da história".
"Ao felicitar a Colômbia no Bicentenário de sua Independência, nossos corações se contagiam do amor pátrio que levou uma geração a oferecer suas vidas pela causa independentista, a qual segue sendo um objetivo pendente e em prol da qual continuamos avançando", assinalou a Chancelaria venezuelana em um comunicado.
A saudação ocorre no marco de renovadas tensões entre os dois governos, depois das acusações feitas na semana passada por Bogotá acerca de uma eventual presença de chefes da guerrilha Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no território vizinho.
As suspeitas foram refutadas pelo presidente Hugo Chávez, que atribuiu o anúncio do governo de Álvaro Uribe -- o qual garantiu ter provas de suas denúncias -- a uma "arremetida" contra si promovida por este mandatário, que deixará o poder em 7 de agosto.
No comunicado sobre o Bicentenário, o Ministério das Relações Exteriores apontou que "graças à unidade neogranadina [em referência ao antigo nome da Colômbia, Nova Granada] e venezuelana foi conseguida a independência da América do Sul do domínio espanhol", além de advertir contra os que buscam afastar ambas nações.
"A unidade de nossos povos é um mandato da história. Por isso, as forças imperiais e seus aliados em nossos países tratam de miná-la", acrescentou a nota divulgada nesta terça-feira.
A Venezuela congelou as relações diplomáticas com a Colômbia em julho de 2009, depois que Chávez foi acusado pelo governo vizinho de contrabandear armas para guerrilheiros. As tensões foram agravadas por um acordo firmado entre a administração de Uribe e os Estados Unidos, no qual bases do país serão utilizadas por militares norte-americanos.
No entanto, o presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos, já manifestou seu desejo de melhorar as relações com Caracas.
Fonte - DCI

terça-feira, 20 de julho de 2010

Colômbia celebra Bicentenário da Independência

A Colômbia irá celebrar amanhã os 200 anos de sua independência da Espanha com eventos que prezam pela cultura no lugar de demonstrações de poderio militar ou de discursos políticos, tradicionais em datas como essa.
O projeto do Ministério da Cultura para marcar a ocasião será o "Grande Concerto Nacional", no qual mais de 400 artistas irão fazer apresentações em 1.104 municípios do país interpretando vários ritmos musicais colombianos.
O principal show para comemorar os dois séculos de emancipação ficará a cargo do cantor colombiano Juanes, que estará em Quibdó, capital do departamento (estado) de Choco, um dos mais pobres do país, localizado na região noroeste. A data será comemorada também em 44 cidades fora da Colômbia.
A ministra da Cultura, Paula Moreno, disse à ANSA que o espírito de comemoração do Bicentenário "é um grande pretexto para refletir sobre a história" do país.
Moreno explicou que o sentido principal da celebração é a memória, já que o objetivo é que os cidadãos de todas as regiões colombianas - diferentes por questões geográficas, culturais, raciais etc - sintam que o local onde vivem foi incluído na comemoração e deixem de lado o costume ancestral de limitar a data a uma série de atos militares em Bogotá.
"O Grande Concerto Nacional ajudou a aumentar a consciência coletiva sobre do quê é a independência", além de "recordar e celebrar a construção desta nação", afirmou.
Para comemorar a data, o governo também impulsionou nos últimos dos anos a criação de 32 centros de memória em diferentes municípios para que cada lugar construa sua história local a partir dos próprios valores.
O historiador colombiano e assessor do Ministério da Cultura para as festas do Bicentenário, Germán Mejía, disse à ANSA que a celebração de amanhã estará focada "na diversidade, na inclusão, na pluralidade e na participação" cidadã.
Por sua parte, a ministra declarou que espera que daqui a 100 anos, quando o país comemorar os três séculos de independência, os habitantes se lembrem da comemoração de amanhã como "uma grande mobilização social".
Fonte - ANSA

sábado, 17 de julho de 2010

Milhares celebram Dia da Virgen del Carmen no Chile

Milhares de devotos participaram nesta sexta-feira de celebração do Dia da Virgen del Carmen no Chile.
Em Valparaíso, localizada e 121 km da capital Santiago, o dia da santa, patrona das forças armadas chilenas, foi comemorado com uma combinação de festividade de cores e celebração religiosa, na qual os fiéis carregaram a imagem da Virgen del Carmen pelas ruas da cidade.
Fonte - Reuters

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Em Foco: Venezuela - Bicentenário da Proclamação da Independência

Na República Bolivariana da Venezuela já estão em curso os festejos dos 200 anos da Proclamação da Independência. Um processo que ainda levou 19 anos para ficar totalmente esclarecido.
Assinala-se dia 5 de Julho, o 199º aniversário da declaração solene da Independência da Venezuela. Daqui por um ano este país da América Latina, que desde há mais de meio século está fortemente ligado à Madeira, festejará o bicentenário da sua fundação. As celebrações, lançadas em Abril passado, estão em curso e para o Governo de Hugo Chávez o destaque do programa, num país que hoje é afectado por uma grande insegurança que resultam de muitos anos de grandes diferenças sociais e pouco cuidado dos governantes quanto às questões básicas de instrução e conforto da população, são as áreas do Ensino e da Saúde. Estes são os grandes desígnios que a actual República Bolivariana pretende alcançar.
A efeméride assinala o culminar de um longo caminho que foi iniciado a 19 de Abril de 1810 quando um grupo de nativos de Caracas pediu a Espanha, então potência colonizadora, a convocação de uma reunião das entidades regionais para proclamar um governo autónomo até que o Rei Fernando VII voltasse ao trono de Espanha, ocupado por uma monarca francês. O capitão-general Vicente Emparan não estava de acordo com a ideia e apostou cegamente na fidelidade da população à Coroa. Quando desde a janela da câmara municipal perguntou ao povo que ali se juntara na praça principal, hoje Praça Bolívar, se queria continuar a ser mandado pela Coroa Espanhola recebeu a resposta que não esperava. A multidão, liderada pelo presbítero José Cortés de Madariaga, gritou em uníssomo NÃO. Surpreendido com a recusa Emparan abandonou a Capitania-Geral e regressou a Espanha com os seus colaboradores. Iniciou-se o processo da independência do novo país latino-americano. Constituída a Sociedade Patriótica, os seus líderes convenceram todos os congressistas, menos um, a declarar a independência da Venezuela, esquecendo de vez os direitos de Fernando VII à Coroa de Espanha e à Capitania-Geral da Venezuela. A 5 de Julho de 1811, os congressistas aclamaram a Proclamação da Independência em nome de Deus Todo-Poderoso.
Fonte - DNoticias

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Homenagem a aniversário da Independência da Venezuela no Peru

O Bicentenário da Independência da Venezuela ganhou destaque nas celebrações do Dia Nacional desse país no Peru, encabeçadas pelo encarregado de Negócios dessa nação, Alexander Yanes.
As efemérides que evocam as gestas de 19 de abril de 1810 e o 5 de julho de 1811 foram destacadas por seu significado para a Venezuela e o processo emancipador na região latino-americana, nos atos realizados em Lima.
O Dia Nacional da Venezuela foi celebrado ontem à noite com uma recepção oferecida por Yanes, à qual assistiram destacadas personalidades do governo e do Parlamento, bem como o corpo diplomático e dirigentes políticos e sociais.
Também teve uma homenagem ao Libertador Simón Bolívar diante do monumento erigido na praça que leva seu nome, em frente ao palácio legislativo.
Assistiram à homenagem diretores do Congresso da República, representantes da Chancelaria e embaixadores ou representantes das embaixadas da Argentina, Bolívia, Brasil, Cuba, Equador e outras nações latino-americanas e de outros continentes.
Também, representantes de organismos internacionais e dirigentes políticos e sociais peruanos.
Em seu discurso, Yanes pôs em destaque a vigência do pensamento e do legado de Bolívar.
Fonte - Prensa Latina

terça-feira, 6 de julho de 2010

Correa chega à Venezuela para participar de festejos por independência

O presidente do Equador, Rafael Correa, chegou a Caracas no início da tarde de hoje, às 12h locais (13h30 no horário de Brasília), para participar dos festejos de 199 anos de independência da Venezuela, junto ao líder desse país, Hugo Chávez.
O mandatário viajou acompanhado do chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, e de outros membros de seu gabinete. A delegação foi recebida pelo ministro venezuelano das Relações Exteriores, Nicolás Maduro.
Posteriormente, Correa se reuniria com Chávez, no Panteão Nacional, onde os restos simbólicos da heroína equatoriana Manuela Sáenz seriam colocados juntos aos de Simón Bolívar. Depois, ele participaria de uma sessão solene da Assembleia Nacional, na condição de orador, em comemoração à data festiva.
Também nesta segunda-feira, a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, parabenizou os venezuelanos pelo aniversário e defendeu a renovação do "compromisso" com a democracia.
"Os laços culturais entre Estados Unidos e Venezuela são profundos e duradouros. Dividimos uma história comum de emancipação e aspirações democráticas", argumentou Hillary, em nome de Barack Obama, em uma nota divulgada pelo Departamento de Estado dos EUA.
Fonte - ANSA